<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325</id><updated>2011-11-27T21:56:13.246-02:00</updated><title type='text'>Panorama Ecologia</title><subtitle type='html'>Todo dia informações sobre como anda o nosso pequeno, grande e único planeta Terra.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Gustavo Barreto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_HT9MC-9CAAQ/STAm7VyuTiI/AAAAAAAAAuE/mess0N6_dXs/s1600-R/carinha.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>347</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-9075124603114270047</id><published>2009-08-20T13:33:00.001-03:00</published><updated>2009-08-20T13:33:58.212-03:00</updated><title type='text'>Marina Silva sai do PT após 30 anos de militância</title><content type='html'>&lt;object width="480" height="392"&gt;&lt;param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /&gt;&lt;param value="high" name="quality" /&gt;&lt;param value="midiaId=1107567&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" name="FlashVars" /&gt;&lt;embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=1107567&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-9075124603114270047?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/9075124603114270047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=9075124603114270047&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/9075124603114270047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/9075124603114270047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2009/08/marina-silva-sai-do-pt-apos-30-anos-de.html' title='Marina Silva sai do PT após 30 anos de militância'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-6910994200099635367</id><published>2009-03-16T09:03:00.001-03:00</published><updated>2009-03-16T09:03:55.893-03:00</updated><title type='text'>Ecologia econômica</title><content type='html'>&lt;p&gt;16/3/2009&lt;/p&gt;     &lt;div class="text"&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Por Thiago Romero&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt; – “Economia e ecologia são duas áreas que nunca estiveram tão próximas como nos dias atuais. Apesar da crise nos mercados financeiros, países de todo o mundo jamais observaram um crescimento econômico tão grande como nos últimos 20 anos, acompanhado por um aumento dramático da população mundial, que chegou a mais de 6 bilhões de pessoas.”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As palavras do secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente da Alemanha, Matthias Machnig, ditas durante o Congresso Ecogerma 2009, na semana passada, refletiram a urgência atribuída por cientistas, gestores públicos e empresários à busca de tecnologias e soluções sustentáveis para a redução dos efeitos das mudanças climáticas no mundo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O evento, que ocorreu em São Paulo, foi promovido pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha. Segundo Machnig, os problemas do mundo contemporâneo convergem para o fato de que a maior parte da população vive em sociedades industrializadas, consumindo altas quantidades de energia de diferentes fontes e esgotando os recursos do solo usado para a produção de alimentos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Tudo indica que, depois que a crise passar, o crescimento populacional e econômico mundial continuará. Isso nos faz concluir que a ecologia será a economia do século 21. As tecnologias verdes serão um dos maiores impulsionadores da recuperação econômica dos próximos anos”, disse na conferência &lt;i&gt;Greening the economy: inovação como chave para o desenvolvimento sustentável&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nesse cenário, Machnig estima que os serviços ecológicos estarão cada vez mais próximos da economia. As emissões anuais de dióxido de carbono, segundo citou, chegaram ao patamar dos 28 bilhões de toneladas e estimativas indicam que, em 2050, serão pelo menos 60 bilhões de toneladas emitidas na atmosfera.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Uma das metas necessárias para a estabilização climática é a redução de 50% das emissões globais até 2050, mesmo sabendo que até lá a população mundial será maior e, provavelmente, teremos mais indústrias. Por isso, também estamos convencido de que a única saída para atingir as metas ambientais é o início de uma terceira revolução industrial, que garanta a redução drástica do consumo energético nos próximos anos”, disse.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para Machnig, essa terceira revolução industrial deveria ser subsidiada, em um primeiro momento, pelo investimento maciço em novas tecnologias para redução das emissões de gases poluentes, acompanhada pela aceleração dos esforços mundiais em pesquisa e desenvolvimento para a identificação de inovações na área.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Dispositivos inteligentes em veículos e edificações, por exemplo, devem não apenas consumir menos energia em curto prazo como também promover a redução das emissões dos gases. As empresas precisam aumentar a competitividade sendo mais amigáveis com o meio ambiente”, alertou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Mas essa terceira revolução industrial também só será viável se as empresas conseguirem garantir os empregos, sem deixar de transformar as soluções na área energética em novos problemas sociais. Sairão na frente as empresas que conseguirem ver oportunidades de negócio nessas mudanças de paradigmas ambientais, econômicos e de emprego”, indicou.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-6910994200099635367?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/6910994200099635367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=6910994200099635367&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6910994200099635367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6910994200099635367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2009/03/ecologia-economica.html' title='Ecologia econômica'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-6516536574521744665</id><published>2008-10-07T08:01:00.000-03:00</published><updated>2008-10-07T08:08:22.678-03:00</updated><title type='text'>Desinfetantes deixam bactérias mais fortes</title><content type='html'>6/10/2008     &lt;div class="text"&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Agência FAPESP –&lt;/b&gt; Produtos químicos usados para matar bactérias podem estar fazendo o contrário, deixando os microrganismos ainda mais resistentes. A afirmação é de um estudo publicado na edição de outubro da revista &lt;i&gt;Microbiology&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo a pesquisa, pequenos níveis dessas substâncias, chamadas biocidas, podem fazer com que a potencialmente letal bactéria &lt;i&gt;Staphylococcus aureus&lt;/i&gt; se torne mais resistente à ação de antibióticos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Biocidas são usados em desinfetantes e antissépticos para eliminar micróbios. São comumente empregados na limpeza doméstica, em hospitais, na esterilização de equipamentos médicos e na descontaminação da pele antes de cirurgias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A pesquisa destaca que se tais produtos forem usados em níveis corretos eles matam bactérias e outros microrganismos. Entretanto, se níveis inferiores aos indicados forem utilizados, os micróbios podem sobreviver, tornando-se resistentes à aplicação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Bactérias como o &lt;i&gt;Staphylococcus aureus&lt;/i&gt; produzem proteínas capazes de retirar substâncias químicas tóxicas da célula, de modo a interferir com seus efeitos antibactericidas. É um processo que remove antibióticos da célula e torna as bactérias mais resistentes a essas substâncias”, disse Glenn Kaatz, do Centro Médico do Departamento de Assuntos de Veteranos nos Estados Unidos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os pesquisadores expuseram amostras de &lt;i&gt;S. aureus&lt;/i&gt; retiradas do sangue de pacientes a baixas concentrações de diversos biocidas usados freqüentemente em hospitais. Ao analisar o efeito da exposição, identificaram a produção de mutantes das bactérias com a chamada bomba de efluxo mais desenvolvida, ou seja, com maior fluxo de remoção de toxinas do que o normal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo eles, se bactérias que vivem em ambientes protegidos são expostas repetidamente a biocidas, por exemplo, durante a atividade de limpeza, elas podem desenvolver resistência a desinfetantes ou, em outros casos, a antibióticos. Estudos anteriores apontaram que tais bactérias contribuem para infecções hospitalares.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Estamos tentando desenvolver inibidores de bombas de efluxo. Inibidores eficientes poderão reduzir a probabilidade da emergência de novos mecanismos de resistência nas bactérias. Infelizmente os métodos atuais não funcionam eficientemente com uma ampla gama de patógenos, o que não os torna ideais para prevenir a resistência”, disse Kaatz.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Uma boa alternativa no futuro será a combinação de um inibidor de bomba de efluxo com um agente antimicrobiano, o que reduzirá a emergência de linhagens resistentes e seu impacto clínico”, apontou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O pesquisador destaca a importância do uso cuidadoso e adequado tanto de antibióticos como de biocidas que ainda não são reconhecidos pelas bombas de efluxo produzidas pelas bactérias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O artigo &lt;i&gt;Multidrug efflux pump overexpression in &lt;/i&gt;Staphylococcus aureus&lt;i&gt; after single and multiple in vitro exposures to biocides and dyes&lt;/i&gt;, de Glenn Kaatz e outros, pode ser lido por assinantes da &lt;i&gt;Microbiology&lt;/i&gt; em &lt;b&gt;&lt;a target="_blank" href="http://mic.sgmjournals.org/"&gt;http://mic.sgmjournals.org&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-6516536574521744665?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/6516536574521744665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=6516536574521744665&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6516536574521744665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6516536574521744665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2008/10/desinfetantes-deixam-bactrias-mais.html' title='Desinfetantes deixam bactérias mais fortes'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-3861205430497891519</id><published>2008-05-12T13:13:00.000-03:00</published><updated>2008-05-12T13:15:46.983-03:00</updated><title type='text'>No mundo, a era da comida barata ficou para trás, dizem especialistas</title><content type='html'>Maio 12, 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumento de custos como o de fertilizantes impede a queda nos preços&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O brasileiro já sente no bolso os efeitos da crise global dos alimentos: aqui e no resto do mundo, a era da comida barata ficou para trás. Os preços de alimentos como arroz, feijão, carne e óleo de soja recuperaram a alta, após mais de uma década de estabilidade no Brasil. E, segundo especialistas, tratase de um caminho sem volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Fabiana Ribeiro e Luciana Rodrigues, do O Globo, 11/05/2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja: o consumidor terá de se acostumar - e se adaptar - a um novo patamar de preços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Há produtos que não sofriam aumentos há 15 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frango a R$ 1 vai ficar na memória do brasileiro - disse José de Sousa, presidente da Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio. O presidente da Associação dos Supermercados do Estado do Rio (Asserj), Aylton Fornari, lembra que o consumo interno de alimentos está muito próximo da produção. Caso do feijão: serão 3,4 milhões de toneladas em 2008, segundo o IBGE - quase o mesmo volume consumido pelos brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O encarecimento começou com algumas commodities, num claro reflexo de uma economia globalizada. Mas esse movimento se ampliou entre os alimentos - disse Fornari, acrescentando que as expectativas são positivas para as próximas safras de grãos, o que pode ajudar a controlar os preços nos próximos meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos dois anos, os preços dos alimentos em dólar subiram 60% no mercado mundial, lembra Geraldo Barros, da Esalq/USP. Ele destaca que o Brasil sofreu bem menos porque, nesse mesmo período, o dólar caiu 18% frente ao real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fertilizantes subiram até 100% em dólar Mesmo que o Brasil amplie o plantio, não haverá espaço para queda significativa de preços, aqui e no mundo, porque os custos de produção aumentaram muito, afirma Anderson Gomes, da consultoria Céleres. Os fertilizantes, em alguns casos, subiram 100% em dólar no mercado brasileiro. É conseqüência direta da alta do petróleo: a produção desses insumos é muito intensiva em energia, explica Gomes. E uma ampliação na oferta de fertilizantes não significaria queda nos preços: - Fertilizantes são recursos minerais, escassos. Quanto mais se usa, mais caro fica o custo de produção, porque é preciso ir mais fundo nas minas. Na cadeia de defensivos químicos, quando o petróleo sobe, o impacto é imediato - diz Galvão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mauro Lopes, da FGV, lembra que toda a cadeia agrícola está cada vez mais associada ao preço do petróleo. Ele ressalta que a agricultura brasileira roda a diesel: - E quem paga a conta acaba sendo o consumidor. Há, sem dúvida, um clima de pânico. Nos EUA, as donas de casa estocam arroz, mesmo num país onde arroz não é muito consumido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lopes pondera, no entanto, que os preços brasileiros não estão nos níveis europeus: - Na França, cortes nobres como faux filet, entrecôte e rumsteck custam 21,95 euros o quilo. O quilo do carro Audi A3 vale bem menos do que isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barros, da USP, explica que houve uma mudança de preços relativos, e os consumidores terão que se habituar a gastar mais com alimentos e menos com outros bens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consumidor muda hábitos para lidar com preços altos Segundo Mauro Andreazzi, gerente de pesquisas agrícolas do IBGE, o comportamento recente dos preços no Brasil reflete o desconforto em relação a oferta e demanda no país. Ele cita o arroz, cuja produção está abaixo do consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No momento, os estoques mundiais estão baixos. Mas o cenário pode melhorar: o preço mais alto estimula o aumento de produção e, em seguida, preços melhores para o consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arroz, óleo de soja e carne encareceram a lista de compras da artesã Maria da Graça Matias, que gasta cerca de R$ 200 em alimentos por mês. A nova era provocou novos hábitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Antigamente eu comprava pensando também na qualidade. Tenho usado muito macarrão para não ficar só no arroz. Mas está tudo tão caro que até substituir fica difícil. Tenho trocado carne por salsicha, para não gastar muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de preços salgados, os especialistas não recomendam fazer estoques em casa. O consumidor pode fazer substituições - como trocar o arroz pela batata - ou mesmo reduzir o consumo de alguns itens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesa mais cara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUÇÃO E CONSUMO NO BRASIL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AUMENTO DOS CUSTOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre abril de 2007 e abril de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agricultura depende muito de diesel. Para produzir uma safra com 1 tonelada, são consumidos 300 litros de diesel. Além disso, a produção de fertilizantes é intensiva em energia e, por isso, sobe proporcionalmente à alta do petróleo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 2002 e 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma colheitadeira, que custava 5 mil sacas de soja em 2002, hoje custa mais de 10 mil sacas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um trator, que custava 1,3 mil sacas de soja, hoje custa mais de 3 mil sacas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTOQUES MUNDIAIS BAIXOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo tem apenas 13% do consumo em estoque Apenas 19% do consumo de soja Apenas 16% do consumo de trigo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-3861205430497891519?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/3861205430497891519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=3861205430497891519&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/3861205430497891519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/3861205430497891519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2008/05/no-mundo-era-da-comida-barata-ficou.html' title='No mundo, a era da comida barata ficou para trás, dizem especialistas'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-4045210973445509595</id><published>2008-04-30T08:10:00.000-03:00</published><updated>2008-04-30T08:11:47.395-03:00</updated><title type='text'>A era dos biocombustíveis</title><content type='html'>&lt;span class="newstit2"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="newstexto1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="boletimdata1"&gt;30/04/2008               &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                              &lt;span class="newstexto1"&gt;              &lt;br /&gt;              &lt;/span&gt;&lt;span class="boletimtexto3"&gt;                                                 &lt;b&gt;Por Fábio de Castro&lt;/b&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt; – Com a era dos combustíveis fósseis chegando ao fim, o nível atual de conhecimentos biológicos pode levar à construção de uma “biocivilização moderna de alta produtividade”, na qual o Brasil pode se tornar um ator da primeira importância, de acordo com o economista Ignacy Sachs, professor emérito da École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, segundo ele, nada disso acontecerá sem determinadas políticas públicas que sejam capazes de construir sistemas integrados de produção de alimentos e energia com base na agricultura familiar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Sachs apresentou uma palestra, na última segunda-feira (28/4), na segunda sessão do ciclo &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://iptv.usp.br/overmedia/home.jsp" target="_blank"&gt;Impactos socioambientais dos biocombustíveis&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, realizado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (USP). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O professor, naturalizado francês, nasceu na Polônia e se formou em economia no Rio de Janeiro, onde sua família se refugiou durante a Segunda Guerra Mundial. O evento foi promovido pelo Núcleo de Economia Socioambiental (Nesa) e pelo Núcleo de Estudos Regionais e Urbanos (Nereus), ambos da USP. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com Sachs, o debate sobre os biocombustíveis se insere numa discussão mais ampla a respeito daquilo que ele define como “a biocivilização moderna”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A biomassa pode ser alimento, ração animal, adubo verde e material de construção, além de ser matéria-prima para fármacos, cosméticos e para a química verde, que produzirá um leque cada vez maior de produtos. O conceito de biorrefinaria irá se firmar à imagem do que representou a refinaria de petróleo”, disse Sachs. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sachs defende a produção de biocombustíveis privilegiando o uso de áreas desmatadas e, no caso brasileiro, principalmente das pastagens degradadas. “Temos que parar de raciocinar por justaposição de cadeias de produção, imaginando separação total de áreas para etanol, biodesel, grãos e gado. Temos que pensar mais seriamente em sistemas integrados de produção de alimentos e energia”, afirmou. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com Sachs, no entanto, para que essa biocivilização seja construída, as políticas públicas precisarão ser reorientadas de uma forma que permita solucionar, ao mesmo tempo, os problemas sociais e ambientais. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “O desafio que se coloca é atacar simultaneamente o problema ambiental e o problema do déficit crônico de oportunidades de trabalho decente e as desigualdades sociais. Se não partirmos para um ciclo de desenvolvimento com base na agricultura familiar, o que teremos não será essa biocivilização, mas uma produção de agroenergia amplamente mecanizada e favelas apinhadas de ex-agricultores”, declarou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Políticas públicas necessárias&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;As políticas públicas necessárias, segundo Sachs, incluem cinco instrumentos principais: a implantação de um zoneamento ecológico-econômico, as certificações sociais e ambientais, a intensa pesquisa científica, a discriminação positiva do agricultor familiar e, por último, a reorganização dos mercados internacionais. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A questão do zoneamento ecológico-econômico, necessário nas diferentes áreas de produção do país, liga-se ao reordenamento da estrutura fundiária e ao combate à informalidade e à ilegalidade que predominam”, afirmou. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sachs observa que a certificação socioambiental, que, segundo ele deve, ser exigida também para o mercado interno, tem um obstáculo nos custos, já que os pequenos produtores não podem arcar com esses mecanismos. “Teremos que discutir até que ponto o Estado poderá co-financiar esse produtor”, disse. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pesquisa científica, segundo o economista, deve se concentrar numa questão crucial: até onde se pode avançar no aproveitamento da energia solar pela fotossíntese. “É fundamental que o Brasil tenha uma posição bem documentada sobre seu potencial fotossintético. É preciso também investigar de forma mais sistemática os potenciais da biodiversidade e estudar sistemas integrados de produção alimentar e energética adaptados aos diferentes biomas”, disse. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A política de discriminação positiva do agricultor familiar, segundo Sachs, consiste num feixe de políticas públicas que abrangem desde educação e assistência técnica permanente, até linhas de crédito específicas e acesso aos mercados. “Seria preciso também desenvolver de uma vez por todas a idéia de reorganizar os mercados internacionais conectando as produções dos países em desenvolvimento”, afirmou. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o economista, a produção de biocombustíveis não terá impacto no acesso aos alimentos. “Não discuto o fato de que, com o encarecimento dos alimentos, a situação dos mais pobres vai ficar mais difícil. Mas é risível atribuir o problema da fome à insuficiência de oferta. Sabemos que o problema não é esse e sim a falta de poder aquisitivo. Os biocombustíveis não são o vilão. Ao contrário, poderiam ser um instrumento essencial para tirar os países da insegurança alimentar e energética”, disse. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não se pode, no entanto, pensar que o problema da energia enfrentado pelo planeta possa ser resolvido com a simples substituição de combustíveis, segundo Sachs. “Temos que colocar em primeiro plano o tema da mudança de paradigma energético: outro perfil de demanda energética, que nos remeterá a um debate complexo e decisivo sobre estilos de vida e de desenvolvimento”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-4045210973445509595?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/4045210973445509595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=4045210973445509595&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/4045210973445509595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/4045210973445509595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2008/04/era-dos-biocombustveis.html' title='A era dos biocombustíveis'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-8338671034677987331</id><published>2008-04-29T14:48:00.000-03:00</published><updated>2008-04-29T14:49:21.306-03:00</updated><title type='text'>A estória das coisas</title><content type='html'>&lt;embed id="VideoPlayback" style="width:400px;height:326px" flashvars="" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-3412294239230716755&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-8338671034677987331?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/8338671034677987331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=8338671034677987331&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8338671034677987331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8338671034677987331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2008/04/estria-das-coisas.html' title='A estória das coisas'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-1137951265077533105</id><published>2008-04-12T21:04:00.000-03:00</published><updated>2008-04-12T21:05:12.830-03:00</updated><title type='text'>A crise financeira é pouco diante da crise alimentar mundial</title><content type='html'>Os altos preços dos alimentos, a escassez e a especulação estão provocando duros conflitos políticos. E tudo indica que estamos na presença de um fenômeno global, grave e sem precedentes, escreve Moisés Naím em artigo publicado no El País, 06-04-2008. A tradução é do Cepat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preço internacional do arroz disparou. Num único dia subiu 10%; nas últimas duas semanas, 50%. Nem sequer em épocas de guerra foi tão caro. Basta recordar que o arroz é parte fundamental da dieta diária de três milhões de pessoas para que os problemas do setor financeiro ou do imobiliário pareçam uma distração menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os preços do arroz subiram porque tanto os países produtores como os consumidores entraram em pânico. Diante de um possível desabastecimento, os países importadores de arroz aumentaram drasticamente suas compras. E os países produtores, preocupados com a possibilidade de deixar sua população sem arroz, limitaram suas exportações. A combinação de compras nervosas e a monopolização preventiva levou os preços à estratosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é só o arroz; é o preço dos alimentos em geral. O problema afeta a todos, mas infelizmente, e como sempre, mais os pobres. No Egito, há desabastecimento de pão. Os preços internacionais do trigo duplicaram no último ano e os controles de preços e subsídios governamentais fazem com que o pão subsidiado, em vez de chegar aos pobres, seja vendido mais caro no mercado negro. Ao menos seis pessoas foram mortas asfixiadas pela multidão ou apunhaladas ao tentarem furar as filas para o pão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fome generalizada está voltando a fazer parte da vida de milhões de africanos. Mas agora, em vez de afetar as populações rurais e isoladas, está acontecendo nas cidades. Na Argentina, onde a carne é tão importante quanto o pão no Egito ou o arroz na Ásia, há falta de bife. Em todas as partes os altos custos dos alimentos, a escassez, a monopolização e a especulação estão ocasionando duros conflitos políticos, conflitos entre produtores e consumidores, entre o campo e as cidades e entre países exportadores e importadores. A classe média dos países ricos também se vê afetada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente, estamos na presença de um fenômeno global, grave e sem precedentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fome é uma experiência muito antiga. As fomes aparecem na narrativa de todas as religiões. Mas a atual precariedade do sistema alimentar mundial tem causas muito modernas que incluem tanto grandes sucessos governamentais como importantes fracassos; avanços científicos milagrosos e estancamento tecnológico, o uso do mercado para solucionar problemas e a incapacidade para intervir adequadamente quando este falha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma parte do recente aumento dos preços dos alimentos se deve a um fabuloso e recente triunfo da humanidade: mais pessoas do que nunca podem comer três vezes ao dia. Brasil, Vietnã, Turquia, China e Índia são apenas alguns dos países onde milhões de pessoas hoje comem mais e melhor. As revoluções científicas aumentaram a produtividade agrícola e provavelmente voltarão a fazê-lo outra vez. Se a produção de alimentos aumentou muitíssimo, não foi tão rapidamente quanto o consumo; daí os aumentos dos preços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, há outros fatores que inibem o crescimento da produção. Um fator novo é a mudança climática. A produção de arroz na Ásia se viu afetada por um padrão irregular de secas e chuvas torrenciais. Em outros países, os ciclos de colheita estão se encurtando e as mudanças de temperatura dão origem a novas pragas. O alto preço do petróleo colocou na moda os biocombustíveis. Para os agricultores, agora se torna mais lucrativo produzir milho para encher os tanques dos carros do que para encher estômagos. O aumento do preço do milho estimula a demanda e os preços de outros cereais. E produz manifestações de rua no México.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que mais determina a produção mundial de alimentos são as políticas governamentais. E estas políticas favorecem os produtores, enquanto seus custos repercutem nos consumidores. Em todos os países, o lobby agrícola está melhor organizado, tem mais dinheiro e é politicamente mais influente que os consumidores de alimentos que, paradoxalmente, somos todos nós. Isto explica o surrealista e ineficiente emaranhado de tarifas, subsídios, controles, estímulos e regras que molda e corrompe a atividade agrícola e o comércio mundial de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A boa notícia é que a crise alimentar mundial torna cada vez mais onerosas e insustentáveis muitas das distorções e obstáculos que existem atualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(www.ecodebate.com.br) publicado pelo IHU On-line, 10/04/2008 [IHU On-line é publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-1137951265077533105?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/1137951265077533105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=1137951265077533105&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1137951265077533105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1137951265077533105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2008/04/crise-financeira-pouco-diante-da-crise.html' title='A crise financeira é pouco diante da crise alimentar mundial'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-1426885980143075816</id><published>2008-04-08T10:25:00.001-03:00</published><updated>2008-04-08T10:31:11.506-03:00</updated><title type='text'>Estudo revela complexidade do trabalho na agricultura orgânica</title><content type='html'>Via Ecodebate: Agricultura orgânica vem crescendo e ganhando mercado no Brasil e já é praticada em mais de 120 países. Aqui, chegam a 15 mil os produtores, com 90% das unidades de produção do tipo familiar e 10% do tipo empresarial. Prosperam no mesmo ritmo os estudos sobre a agricultura orgânica focando seus aspectos ecológicos, econômicos e sociais, elegendo-a como alternativa para o desenvolvimento sustentável. Entretanto, ainda são escassas as informações referentes, propriamente, ao trabalho deste agricultor. Por Luiz Sugimoto, do Jornal da &lt;a href="http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/marco2008/ju390pag05.html"&gt;UNICAMP&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gestores sugerem pesquisas à academia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sandra Francisca Bezerra Gemma, enfermeira do trabalho especializada em ergonomia, está entre os primeiros pesquisadores a olhar a agricultura orgânica pelo viés de quem a pratica. Complexidade e agricultura: organização e análise ergonômica do trabalho na agricultura orgânica é o título da tese de doutorado que ela apresentou na Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Unicamp, com a orientação do professor Mauro José Andrade Tereso e co-orientação do professor Roberto Funes Abrahão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua pesquisa de mestrado, a autora já havia destacado a predominância das tarefas manuais neste segmento agrícola, devido principalmente à eliminação do uso de agrotóxicos. Agora, no doutorado, ela acompanhou a intensa atividade dos gestores de unidades de produção em municípios da região de Campinas. “Tendo atuado por vários anos na indústria e no setor de serviços, conhecer a agricultura a partir da ótica dos agricultores foi um desafio extremamente interessante”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tese discorre sobre a complexidade do trabalho na agricultura orgânica, por incorporar preceitos ecológicos, econômicos e sociais de sustentabilidade. “Muitos autores afirmam que questões ecológicas e econômicas são conflitantes na maior parte das vezes. Mas é o gestor quem precisa traduzir esses preceitos em práticas agrícolas, zelando para que a unidade de produção seja viável economicamente, sustentável ecologicamente e, além de tudo, justa socialmente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num levantamento em dez propriedades, Sandra Gemma registrou a média de 39 itens de produção, sendo que algumas superam os 80 itens. “Trata-se de um macro sistema a ser gerenciado, pois boa parte das unidades tem associada a produção animal (ovos, leite, mel) e processa produtos como geléias, compotas, polpas de frutas, queijos, manteiga, iogurte. Cerca de 40% delas ainda mantêm um segmento de serviços, com turismo rural, recepção a estudantes, cursos e eventos ligados a agricultura orgânica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capacidade de cada trabalhador em cultivar dezenas de espécies, artesanalmente, impressionou a enfermeira desde o mestrado. Ela também ouviu as queixas, sobretudo em relação a tarefas manuais, movimentos repetitivos, posições incômodas, dores nas costas, exposição a intempéries. “São problemas comuns no trabalho agrícola, mas que podem se agravar ou se tornar mais freqüentes na agricultura orgânica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ervas daninhas da horta, por exemplo, na agricultura convencional são eliminadas com herbicidas. Na agricultura orgânica, elas são arrancadas manualmente. “Outra atividade repetitiva e desgastante é o ensacamento de frutas no pé, como da goiaba, embrulhada uma a uma para protegê-la de doenças e pragas. Muitas vezes, esse trabalho é feito em cima de escada e em terreno inclinado, com os braços esticados acima da cabeça”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber tácito – Na estrutura predominantemente familiar (quando há empregados, são poucos) destaca-se a figura do gestor, objeto central do estudo de Sandra Gemma. “Ele deve ter um olhar clínico sobre o agroecossistema (terra, clima, água, policultivos, animais) e suas interações. É um conhecimento chamado de saber tácito, desenvolvido no cotidiano do trabalho. Se na agricultura convencional existe um receituário pronto, na orgânica cada unidade deve ser vista e cuidada como um ser vivo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao gestor cabe tomar uma série de decisões relacionadas com os múltiplos cultivos, desde o preparo do solo e o plantio, passando pelos tratos culturais, a colheita, até o beneficiamento pós-colheita. “Ele se responsabiliza por tarefas de produção e ainda se incumbe de toda a parte administrativa, planejando e coordenando as diversas atividades, contratando pessoal e gerindo as finanças e o patrimônio familiar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de planejar e executar a produção, o gestor tem de vendê-la, o que é mais um elemento de complexidade em seu trabalho. “A maior parte dos gestores mantém vários clientes: o consumidor da feira, as redes de supermercados, os lojistas e aqueles que compram pela Internet, entre outros. Um dos entrevistados possui mais de cem clientes de naturezas diversas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisadora lembra que os produtos da agricultura orgânica devem ser certificados para comercialização, o que leva o gestor a cuidar do atendimento à prescrição das certificadoras, cujas normas equivalem, grosso modo, aos de programas ISO para empresas. “Além da certificação, ele deve lidar também com a legislação ambiental, pois outra tarefa importante é a de reflorestamento e recuperação da mata ciliar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Complexidade – Sandra Gemma limitou a primeira parte da pesquisa a duas unidades de produção, em Itu e Jarinu, simplesmente por que outros gestores não puderam recebê-la devido à carga de trabalho. Ainda assim, por dez meses, teve de recorrer mais à observação direta do que a entrevistas com os dois produtores, até reunir conhecimentos para elaborar um questionário destinado a outros proprietários, em Santo Antonio de Posse, Jaguariúna, Paulínia, Valinhos, Serra Negra e Indaiatuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O trabalho do gestor é vital para a produção orgânica, já que tudo é arquitetado por ele. Mesmo que para o observador seja difícil saber tudo o que contém a ‘caixa preta’, procuramos ver o que ele faz, por que faz, como faz e, principalmente, quais são as estratégias que desenvolve para superar as dificuldades”, explica a pesquisadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí, a tese de doutorado estar fundamentada na Teoria da Complexidade, de Edgar Morin, segundo a qual a organização vai sendo construída constantemente, através da ordem, da desordem e da interação. A cada dia surgem novos desafios, que exigem capacidade de improvisação. “É exatamente o que vimos: o agricultor lidando com uma diversidade enorme de cultivos, em ambiente de pouca tecnologia e conhecimento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande demanda por pesquisas na agricultura orgânica, conforme ressalta a autora, é um desafio para a academia. “Os produtores pedem o desenvolvimento de variedades de plantas adaptadas para manejo orgânico, técnicas de controle de pragas e doenças (em plantas e animais), estudos que favoreçam a logística de comercialização e um herbicida orgânico para que não precisem arrancar ervas daninhas com as mãos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem estresse – A saúde física e mental demonstrada pelos produtores, apesar do trabalho excessivo e das dificuldades para sustentar a atividade, é um tema que mereceria outra tese, na opinião de Sandra Gemma. “Afora algumas queixas de dores, não encontrei ninguém incapacitado ou com problemas crônicos. Poderíamos tentar descobrir por que, havendo tanto risco, essas pessoas adoecem tão pouco”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multiplicidade de tarefas e a possibilidade de gerenciar o próprio tempo, pausando o trabalho quando há dor ou cansaço, são fatores que contribuem para evitar a sobrecarga. No entanto, a impressão da pesquisadora é de que a força maior vem do significado que eles atribuem ao próprio trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os produtores encaram os seus desafios como nobres, têm orgulho do que fazem. Sentem-se comprometidos com o meio ambiente e a saúde das pessoas. Acho que a ergonomia pode contribuir para aprimorar a produção orgânica, na tentativa de que ela também carregue em si as bases para um trabalho humano mais sustentável na agricultura”, finaliza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dados no Brasil e no mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os países com as maiores áreas cultivadas organicamente são a Austrália (11,8 milhões de hectares), Argentina (3,1 milhões), China (2,3 milhões) e EUA (1,6 milhão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil vem na 6ª posição mundial, com 842 mil hectares (o triplo da área ocupada em 2001), e a 2ª posição na América Latina, atrás da Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os países com maior número de produtores são México (83.174), Itália (44.733), Uganda (40.000), Sri Lanka (35.000) e Filipinas (34.990); o Brasil ocupa a 14ª posição (15.000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil evoluiu de 50.000 hectares sob manejo orgânico com produção certificada em 2000, para 841.769 hectares em 2004, o que representa um crescimento de 1.583%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As grandes unidades brasileiras (com mais de 100 hectares) se destacam na produção de frutas (manga e uva), além de cana-de-açúcar, café, soja e milho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, começa a despontar a pecuária orgânica em áreas extensivas. No país, o total de bovinos que estão em conversão para o manejo orgânico chega a 600.000 animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa mundial aponta para cerca de 31 milhões de hectares cultivados organicamente, por 634 mil agricultores, sendo que a Oceania detém 39% da área agrícola, seguida pela Europa com 23% e América Latina com 19%&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-1426885980143075816?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/1426885980143075816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=1426885980143075816&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1426885980143075816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1426885980143075816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2008/04/estudo-revela-complexidade-do-trabalho.html' title='Estudo revela complexidade do trabalho na agricultura orgânica'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-1740689402983375620</id><published>2008-03-14T16:01:00.000-03:00</published><updated>2008-03-14T16:03:21.502-03:00</updated><title type='text'>10 Reasons Why Organic Can Feed the World</title><content type='html'>Ed Hamer and Mark Anslow&lt;br /&gt;The Ecologist, March 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Can organic farming feed the world? Ed Hamer and Mark Anslow say yes, but we must farm and eat differently&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Yield&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Switching to organic farming would have different effects according to where in the world you live and how you currently farm. Studies show that the less industrialised world stands to benefit the most. In southern Brazil, maize and wheat yields doubled on farms that changed to green manures and nitrogen fixing leguminous vegetables instead of chemical fertilisers. In Mexico, coffee-growers who chose to move to fully organic production methods saw increases of 50 per cent in the weight of beans they harvested. In fact, in an analysis of more than 286 organic conversions in 57 countries, the average yield increase was found to be an impressive 64 per cent.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The situation is more complex in the industrialised world, where farms are large, intensive facilities, and opinions are divided on how organic yields would compare. Research by the University of Essex in 1999 found that, although yields on US farms that converted to organic initially dropped by between 10 and 15 per cent, they soon recovered, and the farms became more productive than their all-chemical counterparts. In the UK, however, a study by the Elm Farm Research Centre predicted that a national transition to all-organic farming would see cereal, rapeseed and sugar beet yields fall by between 30 and 60 per cent. Even the Soil Association admits that, on average in the UK, organic yields are 30 per cent lower than non-organic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So can we hope to feed ourselves organically in the British Isles and Northern Europe? An analysis by former Ecologist editor Simon Fairlie in The Land journal suggests that we can, but only if we are prepared to rethink our diet and farming practices. In Fairlie's scenario, each of the UK's 60 million citizens could have organic cereals, potatoes, sugar, vegetables and fruit, fish, pork, chicken and beef, as well as wool and flax for clothes and biomass crops for heating. To achieve this we'd each have to cut down to around 230g of beef (1/2lb), compared to an average of 630g (11/2lb) today, 252g of pork/bacon, 210g of chicken and just under 4kg (9lb) of dairy produce each week - considerably more than the country enjoyed in 1945. We would probably need to supplement our diet with homegrown vegetables, save our food scraps as livestock feed and reform the sewage system to use our waste as an organic fertiliser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Energy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Currently, we use around 10 calories of fossil energy to produce one calorie of food energy. In a fuel-scarce future, which experts think could arrive as early as 2012, such numbers simply won't stack up. Studies by the Department for Environment, Food and Rural affairs over the past three years have shown that, on average, organically grown crops use 25 per cent less energy than their chemical cousins. Certain crops achieve even better reductions, including organic leeks (58 per cent less energy) and broccoli (49 per cent less energy).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;When these savings are combined with stringent energy conservation and local distribution and consumption (such as organic box schemes), energy-use dwindles to a fraction of that needed for an intensive, centralised food system. A study by the University of Surrey shows that food from Tolhurst Organic Produce, a smallholding in Berkshire, which supplies 400 households with vegetable boxes, uses 90 per cent less energy than if non-organic produce had been delivered and bought in a supermarket.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Far from being simply 'energy-lite', however, organic farms have the potential to become self-sufficient in energy - or even to become energy exporters. The 'Dream Farm' model, first proposed by Mauritius-born agroscientist George Chan, sees farms feeding manure and waste from livestock and crops into biodigesters, which convert it into a methane-rich gas to be used for creating heat and electricity. The residue from these biodigesters is a crumbly, nutrient-rich fertiliser, which can be spread on soil to increase crop yields or further digested by algae and used as a fish or animal feed.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Greenhouse gas emissions and climate change&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despite organic farming's low-energy methods, it is not in reducing demand for power that the techniques stand to make the biggest savings in greenhouse gas emissions. The production of ammonium nitrate fertiliser, which is indispensable to conventional farming, produces vast quantities of nitrous oxide - a greenhouse gas with a global warming potential some 320 times greater than that of CO2. In fact, the production of one tonne of ammonium nitrate creates 6.7 tonnes of greenhouse gases (CO2e), and was responsible for around 10 per cent of all industrial greenhouse gas emissions in Europe in 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The techniques used in organic agriculture to enhance soil fertility in turn encourage crops to develop deeper roots, which increase the amount of organic matter in the soil, locking up carbon underground and keeping it out of the atmosphere. The opposite happens in conventional farming: high quantities of artificially supplied nutrients encourage quick growth and shallow roots. A study published in 1995 in the journal Ecological Applications found that levels of carbon in the soils of organic farms in California were as much as 28 per cent higher as a result. And research by the Rodale Institute shows that if the US were to convert all its corn and soybean fields to organic methods, the amount of carbon that could be stored in the soil would equal 73 per cent of the country's Kyoto targets for CO2 reduction.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organic farming might also go some way towards salvaging the reputation of the cow, demonised in 2007 as a major source of methane at both ends of its digestive tract. There's no doubt that this is a problem: estimates put global methane emissions from ruminant livestock at around 80 million tonnes a year, equivalent to around two billion tonnes of CO2, or close to the annual CO2 output of Russia and the UK combined. But by changing the pasturage on which animals graze to legumes such as clover or birdsfoot trefoil (often grown anyway by organic farmers to improve soil nitrogen content), scientists at the Institute of Grassland and Environmental Research believe that methane emissions could be cut dramatically. Because the leguminous foliage is more digestible, bacteria in the cow's gut are less able to turn the fodder into methane. Cows also seem naturally to prefer eating birdsfoot trefoil to ordinary grass.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Water use&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agriculture is officially the most thirsty industry on the planet, consuming a staggering 72 per cent of all global freshwater at a time when the UN says 80 per cent of our water supplies are being overexploited. This hasn't always been the case. Traditionally, agricultural crops were restricted to those areas best suited to their physiology, with drought-tolerant species grown in the tropics and water-demanding crops in temperate regions. Global trade throughout the second half of the last century led to a worldwide production of grains dominated by a handful of high-yielding cereal crops, notably wheat, maize and rice. These thirsty cereals - the 'big three' - now account for more than half of the world's plant-based calories and 85 per cent of total grain production.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organic agriculture is different. Due to its emphasis on healthy soil structure, organic farming avoids many of the problems associated with compaction, erosion, salinisation and soil degradation, which are prevalent in intensive systems. Organic manures and green mulches are applied even before the crop is sown, leading to a process known as 'mineralisation' - literally the fixing of minerals in the soil. Mineralised organic matter, conspicuously absent from synthetic fertilisers, is one of the essential ingredients required physically and chemically to hold water on the land. Organic management also uses crop rotations, undersowing and mixed cropping to provide the soil with near-continuous cover. By contrast, conventional farm soils may be left uncovered for extended periods prior to sowing, and again following the harvest, leaving essential organic matter fully exposed to erosion by rain, wind and sunlight. In the US, a 25-year Rodale Institute experiment on climatic extremes found that, due to improved soil structure, organic systems consistently achieve higher yields during periods both of drought and flooding.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Localisation&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The globalisation of our food supply, which gives us Peruvian apples in June and Spanish lettuces in February, has seen our food reduced to a commodity in an increasingly volatile global marketplace. Although year-round availability makes for good marketing in the eyes of the biggest retailers, the costs to the environment are immense. Friends of the Earth estimates that the average meal in the UK travels 1,000 miles from plot to plate. In 2005, Defra released a comprehensive report on food miles in the UK, which valued the direct environmental, social and economic costs of food transport in Britain at £9 billion each year. In addition, food transport accounted for more than 30 billion vehicle kilometres, 25 per cent of all HGV journeys and 19 million tonnes of carbon dioxide emissions in 2002 alone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The organic movement was born out of a commitment to provide local food for local people, and so it is logical that organic marketing encourages localisation through veg boxes, farm shops and stalls. Between 2005 and 2006, organic sales made through direct marketing outlets such as these increased by 53 per cent, from GBP95 to GBP146 million, more than double the sales growth experienced by the major supermarkets.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As we enter an age of unprecedented food insecurity, it is essential that our consumption reflects not only what is desirable, but also what is ultimately sustainable. While the 'organic' label itself may inevitably be hijacked, 'organic and local' represents a solution with which the global players can simply never compete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Pesticides&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is a shocking testimony to the power of the agrochemical industry that in the 45 years since Rachel Carson published her pesticide warning Silent Spring, the number of commercially available synthetic pesticides has risen from 22 to more than 450.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;According to the World Health Organization there are an estimated 20,000 accidental deaths worldwide each year from pesticide exposure and poisoning. More than 31 million kilograms of pesticide were applied to UK crops alone in 2005, 0.5 kilograms for every person in the country. A spiralling dependence on pesticides throughout recent decades has resulted in a catalogue of repercussions, including pest resistance, disease susceptibility, loss of natural biological controls and reduced nutrient-cycling.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organic farmers, on the other hand, believe that a healthy plant grown in a healthy soil will ultimately be more resistant to pest damage. Organic systems encourage a variety of natural methods to enhance soil and plant health, in turn reducing incidences of pests, weeds and disease.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;First and foremost, because organic plants grow comparatively slower than conventional varieties they have thicker cell walls, which provide a tougher natural barrier to pests. Rotations or 'break-crops', which are central to organic production, also provide a physical obstacle to pest and disease lifecycles by removing crops from a given plot for extended periods. Organic systems also rely heavily on a rich agro-ecosystem in which many agricultural pests can be controlled by their natural predators.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inevitably, however, there are times when pestilence attacks are especially prolonged or virulent, and here permitted pesticides may be used. The use of organic pesticides is heavily regulated and the International Federation of Organic Agriculture Movements (IFOAM) requires specific criteria to be met before pesticide applications can be justified. There are in fact only four active ingredients permitted for use on organic crops: copper fungicides, restricted largely to potatoes and occasionally orchards; sulphur, used to control additional elements of fungal diseases; Retenone, a naturally occurring plant extract, and soft soap, derived from potassium soap and used to control aphids. Herbicides are entirely prohibited.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Ecosystem impact&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Farmland accounts for 70 per cent of UK land mass, making it the single most influential enterprise affecting our wildlife. Incentives offered for intensification under the Common Agricultural Policy are largely responsible for negative ecosystem impacts over recent years. Since 1962, farmland bird numbers have declined by an average of 30 per cent. During the same period more than 192,000 kilometres of hedgerows have been removed, while 45 per cent of our ancient woodland has been converted to cropland.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;By contrast, organic farms actively encourage biodiversity in order to maintain soil fertility and aid natural pest control. Mixed farming systems ensure that a diversity of food and nesting sites are available throughout the year, compared with conventional farms where autumn sow crops leave little winter vegetation available. Organic production systems are designed to respect the balance observed in our natural ecosystems. It is widely accepted that controlling or suppressing one element of wildlife, even if it is a pest, will have unpredictable impacts on the rest of the food chain. Instead, organic producers regard a healthy ecosystem as essential to a healthy farm, rather than a barrier to production.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In 2005, a report by English Nature and the RSPB on the impacts of organic farming on biodiversity reviewed more than 70 independent studies of flora, invertebrates, birds and mammals within organic and conventional farming systems. It concluded that biodiversity is enhanced at every level of the food chain under organic management practices, from soil micro-biota right through to farmland birds and the largest mammals.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Nutritional benefits&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;While an all-organic farming system might mean we'd have to make do with slightly less food than we're used to, research shows that we can rest assured it would be better for us. In 2001, a study in the Journal of Complementary Medicine found that organic crops contained higher levels of 21 essential nutrients than their conventionally grown counterparts, including iron, magnesium, phosphorus and vitamin C. The organic crops also contained lower levels of nitrates, which can be toxic to the body.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Other studies have found significantly higher levels of vitamins - as well as polyphenols and antioxidants - in organic fruit and veg, all of which are thought to play a role in cancer-prevention within the body. Scientists have also been able to work out why organic farming produces more nutritious food. Avoiding chemical fertiliser reduces nitrates levels in the food; betterquality soil increases the availability of trace minerals, and reduced levels of pesticides mean that the plants' own immune systems grow stronger, producing higher levels of antioxidants. Slower rates of growth also mean that organic food frequently contains higher levels of dry mass, meaning that fruit and vegetables are less pumped up with water and so contain more nutrients by weight than intensively grown crops do.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milk from organically fed cows has been found to contain higher levels of nutrients in six separate studies, including omega-3 fatty acids, vitamin E, and beta-carotene, all of which can help prevent cancer. One experiment discovered that levels of omega-3 in organic milk were on average 68 per cent higher than in non-organic alternatives. But as well as giving us more of what we do need, organic food can help to give us less of what we don't. In 2000, the UN Food and Agriculture Organization (FAO) found that organically produced food had 'lower levels of pesticide and veterinary drug residues' than non-organic did. Although organic farmers are allowed to use antibiotics when absolutely necessary to treat disease, the routine use of the drugs in animal feed - common on intensive livestock farms - is forbidden. This means a shift to organic livestock farming could help tackle problems such as the emergence of antibiotic-resistant bacteria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Seed-saving&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seeds are not simply a source of food; they are living testimony to more than 10,000 years of agricultural domestication. Tragically, however, they are a resource that has suffered unprecedented neglect. The UN FAO estimates that 75 per cent of the genetic diversity of agricultural crops has been lost over the past 100 years.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traditionally, farming communities have saved seeds year-on-year, both in order to save costs and to trade with their neighbours. As a result, seed varieties evolved in response to local climatic and seasonal conditions, leading to a wide variety of fruiting times, seed size, appearance and flavour. More importantly, this meant a constant updating process for the seed's genetic resistance to changing climatic conditions, new pests and diseases. By contrast, modern intensive agriculture depends on relatively few crops - only about 150 species are cultivated on any significant scale worldwide. This is the inheritance of the Green Revolution, which in the late 1950s perfected varieties Filial 1, or F1 seed technology, which produced hybrid seeds with specifically desirable genetic qualities. These new high-yield seeds were widely adopted, but because the genetic makeup of hybrid F1 seeds becomes diluted following the first harvest, the manufacturers ensured that farmers return for more seed year on year.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;With its emphasis on diversity, organic farming is somewhat cushioned from exploitation on this scale, but even Syngenta, the world's third-largest biotech company, now offers organic seed lines. Although seedsaving is not a prerequisite for organic production, the holistic nature of organics lends itself well to conserving seed. In support of this, the Heritage Seed Library, in Warwickshire, is a collection of more than 800 open-pollinated organic varieties, which have been carefully preserved by gardeners across the country. Although their seeds are not yet commercially available, the Library is at the forefront of addressing the alarming erosion of our agricultural diversity.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seed-saving and the development of local varieties must become a key component of organic farming, giving crops the potential to evolve in response to what could be rapidly changing climatic conditions. This will help agriculture keeps pace with climate change in the field, rather than in the laboratory.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Job creation&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There is no doubt British farming is currently in crisis. With an average of 37 farmers leaving the land every day, there are now more prisoners behind bars in the UK than there are farmers in the fields. Although it has been slow, the decline in the rural labour force is a predictable consequence of the industrialisation of agriculture. A mere one per cent of the UK workforce is now employed in land-related enterprises, compared with 35 per cent at the turn of the last century.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The implications of this decline are serious. A skilled agricultural workforce will be essential in order to maintain food security in the coming transition towards a new model of post-fossil fuel farming. Many of these skills have already been eroded through mechanisation and a move towards more specialised and intensive production systems. Organic farming is an exception to these trends. By its nature, organic production relies on labour-intensive management practices. Smaller, more diverse farming systems require a level of husbandry that is simply uneconomical at any other scale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organic crops and livestock also demand specialist knowledge and regular monitoring in the absence of agrochemical controls. According to a 2006 report by the University of Essex, organic farming in the UK provides 32 per cent more jobs per farm than comparable non-organic farms. Interestingly, the report also concluded that the higher employment observed could not be replicated in non-organic farming through initiatives such as local marketing. Instead, the majority (81 per cent) of total employment on organic farms was created by the organic production system itself. The report estimates that 93,000 new jobs would be created if all farming in the UK were to convert to organic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organic farming also accounts for more younger employees than any other sector in the industry. The average age of conventional UK farmers is now 56, yet organic farms increasingly attract a younger more enthusiastic workforce, people who view organics as the future of food production. It is for this next generation of farmers that Organic Futures, a campaign group set up by the Soil Association in 2007, is striving to provide a platform.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ed Hamer is a freelance journalist&lt;br /&gt;Mark Anslow is the Ecologist's senior reporter&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-1740689402983375620?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/1740689402983375620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=1740689402983375620&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1740689402983375620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1740689402983375620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2008/03/10-reasons-why-organic-can-feed-world.html' title='10 Reasons Why Organic Can Feed the World'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-8820090370807202024</id><published>2008-02-08T14:26:00.000-02:00</published><updated>2008-02-08T14:28:38.320-02:00</updated><title type='text'>Celulose contribui para o aquecimento global</title><content type='html'>Reportagem: Agência Chasque por Raquel Casiraghi &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porto Alegre (RS) - Empresas de celulose também são responsáveis pelo&lt;br /&gt;aumento da temperatura do planeta. A afirmação é do ativista norte-americano&lt;br /&gt;Julian Drix, da organização Maré Crescente, que combate o aquecimento&lt;br /&gt;global. Para ele, três argumentos colocam as empresas entre as principais&lt;br /&gt;causadoras do problema ambiental:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Primeiro, para plantar eucalipto, eles destroem completamente a Mata&lt;br /&gt;Atlântica. Segundo, os agrotóxicos que eles usam. Os agrotóxicos são&lt;br /&gt;baseados em petróleo, que são a maior fonte de aquecimento global. E também&lt;br /&gt;o processo para produzir o papel precisa muita energia e tem muitas emissões&lt;br /&gt;de carbono. Estas grandes indústrias e os latifúndios são a fonte do&lt;br /&gt;aquecimento global", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o norte-americano, estas e outras empresas poluidoras usam o&lt;br /&gt;mercado de crédito de carbono e a propaganda para melhorarem suas imagens,&lt;br /&gt;sem atacarem o verdadeiro problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Grandes empresas de petróleo, de carvão mineral, de outras coisas estão&lt;br /&gt;"lavando" suas imagens, por comprarem créditos de carbono que vem de&lt;br /&gt;plantações daqui ou de outros países do sul. Tem uma coisa nos Estados&lt;br /&gt;Unidos que se chama US CAP, que é um grupo de grandes empresas que dizem que&lt;br /&gt;estão fazendo algum coisa contra o aquecimento global, para buscar&lt;br /&gt;alternativas de energia, mas são as mesmas empresas que são o problema",&lt;br /&gt;declarou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as empresas que devem utilizar o crédito de carbono como propaganda de&lt;br /&gt;preservação do meio ambiente, o ativista destaca o banco Bradesco, a&lt;br /&gt;multinacional de petróleo Exxon Mobil e as empresas de celulose Aracruz e&lt;br /&gt;Stora Enso. Somente no Rio Grande do Sul, Aracruz e Stora Enso detêm cerca&lt;br /&gt;de 150 mil hectares plantados de pínus e eucalipto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julian Drix esteve no Brasil pesquisando para a produção de um filme sobre a&lt;br /&gt;monocultura de eucalipto, produção de celulose e o aquecimento global, que&lt;br /&gt;deverá ser realizado ainda este ano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-8820090370807202024?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/8820090370807202024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=8820090370807202024&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8820090370807202024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8820090370807202024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2008/02/celulose-contribui-para-o-aquecimento.html' title='Celulose contribui para o aquecimento global'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-6594697334802463865</id><published>2008-02-08T11:59:00.000-02:00</published><updated>2008-02-08T12:00:05.798-02:00</updated><title type='text'>Caminhada energética</title><content type='html'>08/02/2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP – Acabou a bateria do celular, do tocador MP3 ou do GPS? Que tal recarregar aparelhos eletrônicos sem precisar voltar para casa, usar uma tomada e esperar? Melhor ainda: que tal fazer isso no meio da rua, enquanto caminha e usa energia gerada pelos próprios movimentos do corpo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A novidade está descrita na edição desta sexta-feira (8/2) da revista Science. Um grupo de cientistas de laboratórios nos Estados Unidos e Canadá desenvolveu um dispositivo para ser instalado nas pernas e que gera eletricidade enquanto o usuário caminha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que os automóveis híbridos acumulam energia dissipada ao pisar nos freios – e a “reciclam” para uso no deslocamento do veículo –, o dispositivo armazena parte da energia cinética dos movimentos das pernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instalados nas duas pernas, os equipamentos geram 5 watts de eletricidade durante caminhadas leves. Energia suficiente para fazer funcionar dez celulares simultaneamente ou os laptops de baixo custo que estão sendo testados em países em desenvolvimento. Ao correr, a energia produzida chegou a 54 watts.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O fato é que há muita energia disponível em vários locais do corpo humano e que pode ser convertida em eletricidade. O joelho, por exemplo, é um dos melhores pontos”, disse Arthur Kuo, da Universidade de Michigan, um dos autores do estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores testaram dispositivos em seis voluntários. Cada aparelho era composto por um pequeno motor montado em um chassi de alumínio, com gerador, correias, potenciômetros e conectores. Somados às bandas de borracha para fixar na perna, resultaram em um peso de 1,6 quilo cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O objetivo era demonstrar o conceito. O protótipo é desajeitado e pesado e afeta o modo de andar, mas esperamos melhorá-lo de modo que seja mais fácil de usar e mais eficiente na geração de energia”, disse Kuo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os pesquisadores, além de servir como fonte de eletricidade em locais remotos, a tecnologia tem potencial para ser empregada no funcionamento de próteses robotizadas. Outros usos estariam em bombas de insulina implantadas ou para diminuir o fardo de soldados, que não precisariam carregar pesadas baterias de modo a operar dispositivos eletrônicos cada vez mais comuns em campos de combate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo Biomechanical energy harvesting: generating electricity during walking with minimal user effort, de J.M. Donelan e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-6594697334802463865?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/6594697334802463865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=6594697334802463865&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6594697334802463865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6594697334802463865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2008/02/caminhada-energtica.html' title='Caminhada energética'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-6994566628353460202</id><published>2008-01-14T09:15:00.000-02:00</published><updated>2008-01-14T09:17:07.682-02:00</updated><title type='text'>Pesquisa identifica desertificação na nascente do rio Araguaia</title><content type='html'>Por Celira Caparica para ComCiência&lt;br /&gt;09/01/2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um trabalho da Universidade Federal de Goiás (UFG) acompanha há mais de uma década o processo de desertificação na parte sul da alta bacia do rio Araguaia, situada entre os estados de Goiás e Mato Grosso, e mostra que o problema vem aumentando. Os principais vilões são a monocultura da soja e a formação de pastos para a criação de gado que extinguem a vegetação nativa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A geógrafa Rosane Amaral Alves da Silva, especialista em erosão e desertificação de solos do Laboratório de Geologia e Geografia Física (Labogef) participa do projeto e explica como a desertificação está ocorrendo. “Com o tempo essas áreas são abandonadas e, com a remoção da cobertura vegetal, se transformam em areia pura”, diz Silva. O grupo de pesquisa é coordenado pela geógrafa Selma Simões de Castro, também do Labogef, unidade pertencente ao Instituto de Estudos Sócio-Ambientais da UFG. Castro é especialista em estudo de solos e coordenadora geral das pesquisas sobre desertificação no cerrado e no estado de Goiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O período focado por Silva em seu estudo na nascente do rio Araguaia coincide com o aumento da produção de soja na região, atividade que, segundo a pesquisadora, pode ajudar a acelerar o aquecimento global. A geógrafa conta que nas fotos aéreas de 1965 e nas imagens de satélite entre 1970 e 1980, não há nenhum areal visível, o que permite afirmar que o processo de desertificação teve início no fim da década de 1980 e se prolongou durante a década de 1990. Porém, imagens de satélite mais recentes de 2000, 2003 e 2005, já mostram areais de até 367 km2 indicando, portanto, processo de desertificação. Para medir a velocidade do fenômeno, as pesquisadoras usaram imagens do CBERS, satélite sino-brasileiro, e do norte-americano Landsat. São feitas também perícias nos locais afetados para dimensionar os problemas ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As análises das imagens mostram a formação de grandes areais esbranquiçados, de areias soltas, progressivamente estéreis, ou seja, de difícil sobrevivência para as plantas, mesmo das pastagens. As pesquisadoras afirmam que o processo também forma grandes voçorocas (erosões que rasgam a terra até atingirem o nível freático) e logo após vem o assoreamento do rio. A enxurrada e os caminhos subsuperficias das águas infiltradas arrastam a areia solta para dentro dos rios e encostas trazendo graves conseqüências para o meio ambiente.  Além disso, a degradação do solo aumenta a área improdutiva, agravando o problema de produção de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silva afirma que para evitar a desertificação seria necessário, além de divulgar as áreas que estão sendo afetadas e as possíveis causas, fazer também um trabalho de conscientização dos agricultores e pecuaristas e incentivar o plantio de vegetação nativa nas áreas arenosas, porque a cobertura vegetal protege o solo contra a erosão e pode contribuir para sua recuperação. “Poucos produtores de soja se preocuparam em fazer a recuperação das áreas danificadas”, diz Silva, “a recuperação dos areais, quando realizada, é feita com replantio de gramíneas, continuando sua destinação para pastagem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O impacto da desertificação nas mudanças climáticas do planeta é considerável. Segundo Hama Arba Diallo, ex-secretário-executivo da Convenção Internacional de Luta contra a Desertificação (UNCCD), 4% do total das emissões globais são produzidas em terras secas, como resultado da desertificação e das conseqüentes perdas de vegetação. Isso gera um aumento das emissões de gases causadores do efeito estufa e uma redução da absorção de carbono por falta de vegetação. Esforços de recuperação de terras degradadas através da restauração da vegetação nativa podem ajudar a alcançar rápida e eficazmente resultados combinados para combater a desertificação e o aquecimento global ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, a desertificação não pode ser vista de forma isolada. Em um encontro de cúpula realizado em Lisboa, em dezembro passado, analistas da União Européia admitiram que é preciso usar os progressos de forma unida, para conseguir, ao mesmo tempo, inverter o avanço da desertificação, melhorar as condições micro-climáticas e reduzir a degradação dos solos. Para tanto, segundo o documento feito no encontro, é fundamental, entre outras medidas, “melhorar os conhecimentos em matéria de degradação e desertificação das terras; promover a gestão integrada dos recursos naturais e conservação da diversidade biológica; abordar os problemas da degradação das terras e da aridez crescente de forma a responder às necessidades locais e a tirar partido dos esforços e dos sucessos locais e individuais”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-6994566628353460202?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.comciencia.br/comciencia/?section=3&amp;noticia=381' title='Pesquisa identifica desertificação na nascente do rio Araguaia'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/6994566628353460202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=6994566628353460202&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6994566628353460202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6994566628353460202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2008/01/pesquisa-identifica-desertificao-na.html' title='Pesquisa identifica desertificação na nascente do rio Araguaia'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-3621187948375666445</id><published>2008-01-05T14:57:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T20:54:17.111-02:00</updated><title type='text'>Uma aula sobre de onde as coisas vém.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/R3-3_jlHkYI/AAAAAAAAAe4/mAvqjMNuMfw/s1600-h/480x60_SoS_BannerHorz.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/R3-3_jlHkYI/AAAAAAAAAe4/mAvqjMNuMfw/s400/480x60_SoS_BannerHorz.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152038801245704578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/P56-zWupDcI&amp;rel=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/P56-zWupDcI&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-3621187948375666445?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/3621187948375666445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=3621187948375666445&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/3621187948375666445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/3621187948375666445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2008/01/uma-aula-sobre-de-onde-as-coisas-vm.html' title='Uma aula sobre de onde as coisas vém.'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/R3-3_jlHkYI/AAAAAAAAAe4/mAvqjMNuMfw/s72-c/480x60_SoS_BannerHorz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-7620693743323967524</id><published>2007-12-28T12:41:00.000-02:00</published><updated>2007-12-28T12:43:45.334-02:00</updated><title type='text'>Os direitos sobre os créditos de carbono</title><content type='html'>Waldemar Deccache&lt;br /&gt;28/12/2007 para Valor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) foi instituído com a finalidade de aumentar a participação da energia elétrica produzida por empreendimentos concebidos com base em fontes eólicas, pequenas centrais hidrelétricas e biomassa no sistema interligado nacional. O programa foi criado pelo artigo 3° da Lei n° 10.438, de 26 de abril de 2002, e consistiu na aquisição, pela Eletrobrás, de energia produzida a partir das fontes alternativas de geração, tais como as eólicas e as pequenas centrais hidrelétricas e biomassa, a ser feita em duas etapas. A primeira visou à implantação de 3.300 megawatts de capacidade, para início de funcionamento até 30 de dezembro de 2008, com garantia de compra da energia produzida pelo prazo de 20 anos, a ser distribuída igualmente por cada fonte participante. A segunda etapa previu o aumento da energia produzida a partir das mesmas fontes até atingir 10% do consumo anual de energia no país, a ser alcançado em até 20 anos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A legislação instituidora do Proinfa não estabeleceu como condição de adesão ao programa a obrigação dos produtores transferirem à Eletrobrás o proveito econômico resultante do mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL), vale dizer, os créditos de carbono provindos de seus empreendimentos. Pelo contrário, além de ter silenciado em relação às aquisições de energia feitas na primeira etapa, com respeito à segunda etapa do programa, ainda não implementada, limitou-se o artigo 4°, inciso II, alínea "e" da Lei nº 10.438 a mencionar que os produtores iriam apresentar à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) um certificado de energia renovável (CER) "para fiscalização e controle das metas anuais". Isto quer dizer que o legislador, quando da edição da lei, estava atento à existência do direito originado na geração de energia limpa pelos empreendimentos alternativos, e ainda assim não estabeleceu, como condição de adesão ao programa, a sua transferência em favor da Eletrobrás.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante, em 30 de março de 2004 foi editado o Decreto n° 5.025, que, a pretexto de regulamentar a primeira etapa do Proinfa, dispôs, em seu artigo 11, inciso V, que os contratos de compra de energia a serem firmados com a Eletrobrás deveriam conter "cláusula de redução do preço contratado na hipótese de o produtor vir a ser beneficiado com novos incentivos às tecnologias consideradas no Proinfa". Na mesma linha, o artigo 16° do mesmo decreto incluiu entre as receitas da "conta Proinfa", a ser administrada pela Eletrobrás, "eventuais benefícios financeiros provenientes do MDL".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, em 31 de agosto de 2006, foi editado o Decreto nº 5.882, que pretendeu ratificar a apropriação, pela Eletrobrás, dos créditos de carbono de titularidade dos empreendimentos geradores de energia limpa no âmbito do Proinfa, antes feita pelo Decreto nº 5.025, adicionando que cumpriria a Eletrobrás "desenvolver, direta ou indiretamente, os processos de preparação e validação dos documentos de concepção de projeto (DCP), registro, monitoramento e certificação das reduções de emissões, além da comercialização dos créditos de carbono obtidos no Proinfa".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Somente uma lei poderia impor a obrigação de transferir à Eletrobrás o direito sobre benefícios de crédito de carbono&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, é evidente que as mencionadas previsões regulamentares carecem de legitimidade, pois somente uma lei em sentido formal, assim entendida aquela emanada do Poder Legislativo, poderia impor aos empreendimentos geradores de energia limpa a obrigação de transferir à Eletrobrás o direito de propriedade sobre os benefícios do MDL ou créditos de carbono à luz do princípio da legalidade inscrito no artigo 5°, inciso II da Constituição Federal. Não poderiam fazê-lo, a toda evidência, os Decretos nº 5.025 e 5.886, sob pretexto de regulamentar a lei, uma vez que estariam invadindo a competência legislativa conferida pelo artigo 2, inciso II da Constituição Federal, incorrendo, assim, no campo da ilegalidade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pacífico que o artigo 84, inciso IV da Constituição Federal conferiu ao presidente da República competência para expedir decretos e regulamentos apenas e somente para a fiel execução das leis. Sendo assim, em nosso sistema legal é vedado ao chefe do Poder Executivo, por meio do regulamento, estabelecer, alterar ou extinguir direitos. Neste sentido, ensina Celso Antônio Bandeira de Mello que "onde se estabelecem, alteram ou extinguem direitos, não há regulamentos - há abuso do poder regulamentar, invasão da competência legislativa".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disto, carece de suporte legal a pretensão inserida nos referidos Decretos nº 5.025 e 5.882 de transferir a titularidade dos benefícios oriundos do mecanismo de desenvolvimento limpo ou créditos de carbono dos empreendimentos produtores à Eletrobrás no âmbito do programa Proinfa.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Waldemar Deccache é advogado, sócio do escritório Deccache Advogados e procurador do Estado do Rio de Janeiro  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este artigo reflete as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-7620693743323967524?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/7620693743323967524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=7620693743323967524&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/7620693743323967524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/7620693743323967524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/12/os-direitos-sobre-os-crditos-de-carbono.html' title='Os direitos sobre os créditos de carbono'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-5217913578770747043</id><published>2007-12-21T07:45:00.000-02:00</published><updated>2007-12-21T07:49:55.781-02:00</updated><title type='text'>Para alguns, luta pelo clima se trata de sobrevivência</title><content type='html'>20/12/2007&lt;br /&gt;*Tradução:* George El Khouri Andolfato&lt;br /&gt;Do site do I&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/herald/2007/12/20/ult2680u617.jhtm"&gt;nternational Herald Tribune&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elisabeth Rosenthal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certa forma, os heróis anônimos das duas semanas da conferência da ONU sobre o aquecimento global em Bali, encerrada no último fim de semana, foram os representantes dos países em desenvolvimento, particularmente aqueles das pequenas ilhas-Estado, que se tornaram os defensores mais fortes da busca para limitação do aquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notadamente, foi o representante de Papua Nova Guiné que afastou a principal negociadora americana, Paula Dobriansky, na última sessão no plenário, quando ela ameaçou bloquear um acordo que poderia levar a um novo tratado para o clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se por algum motivo você não está disposta a liderar, deixe isso por nossa conta", disse o representante, Kevin Conrad. "Por favor, saia do caminho."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, a Aliança dos Pequenos Estados Insulares, ou Aosis, criticou a meta da ONU de limitar o aumento da temperatura a 2ºC, a chamando de "insuficientemente ambiciosa". Durante o ano de negociações que antecedeu a divulgação no mês passado do relatório síntese do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), cientistas e políticos dos países em&lt;br /&gt;desenvolvimento "exerciam um papel muito mais ativo" do que antes, disse Rajendra Pachauri da Índia, o presidente do painel. Eles freqüentemente argumentavam que a ciência fosse declarada nos termos mais absolutos, sem diluição da linguagem, disseram observadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Imagine o que o aquecimento global representa para países como as Maldivas, Papua Nova Guiné e Granada e você entenderá rapidamente: a mudança climática é uma questão de vida ou morte para eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mesmo um aumento de 2ºC em comparação aos níveis pré-industriais traria conseqüências devastadoras para os pequenos Estados insulares", disse Maumoon Abdul Gayoom, presidente das Maldivas, aos representantes em Bali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, tais Estados insulares são lugares de baixa altitude cujas cidades freqüentemente são portos. Suas áreas mais populosas -em alguns casos todo seu território- correm o risco de serem engolidas pelo mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós já estamos comprometidos com um aumento do nível dos mares em 0,4 a 1,4 metro mesmo se as emissões foram estabilizadas hoje", me disse Pachauri na divulgação do relatório de seu painel. "Isto é muito para alguns lugares."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um aumento do nível dos mares de 50 centímetros poderia levar ao desaparecimento de 60% das praias de algumas áreas de Granada, segundo um relatório da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima divulgado neste ano. Para as Maldivas, uma elevação de um metro dos mares representaria o desaparecimento completo do país. Outros países em atóis,&lt;br /&gt;como Kiribati, Ilhas Marshall e Tuvalu também correm o risco de serem engolidos pelo mar, já que seus territórios raramente atingem mais de dois metros acima do nível do mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo se não forem completamente inundados, eles provavelmente se tornarão inabitáveis porque suas reservas de água doce interiores serão contaminadas por ondas causadas por tempestade e infiltração da água marinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo, muitos Estados insulares são pequenos e pobres, de forma que possuem pouca capacidade de se adaptarem à mudança climática, seja física ou financeiramente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós temos que fazer tudo o que pudermos agora, porque não queremos que nossos recifes e nossa ilha desapareçam", disse Banuve Kaumaitotoya, ministro do Turismo e Meio Ambiente de Fiji.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro, os pequenos Estados insulares estão altamente à mercê dos grandes países no jogo climático, já que as emissões que os afogarão vêm de longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os pequenos Estados insulares contribuem pouco para a concentração de gases do efeito estufa na atmosfera, mas são afetados direta e negativamente pelos impactos da mudança climática", disse o relatório da Aosis. "Os maiores emissores históricos devem agora atuar de forma agressiva para facilitar a redução das emissões globais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na conferência em Bali, Gayoom, o presidente das Maldivas, disse que metade da ilha das Maldivas está sofrendo erosão "em um ritmo alarmante". Os recifes de coral que antes protegiam as ilhas estão morrendo devido ao aquecimento, resultando em um aumento de enchentes após tempestades, colocando muitas pessoas "em grave risco".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os efeitos do aquecimento global já agudos, tudo o que esses pequenos países podem fazer é participar das conferências e fazer barulho, na esperança de que a comunidade internacional os ouça. Como notou Gayoom, eles não dispõem de dinheiro e nem de tecnologia para se adaptarem. Eles não contam com meios diretos de forçar os Estados Unidos ou a China a reduzirem suas emissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o mundo está ouvindo? Será que os países desenvolvidos estão dispostos a transferir dinheiro e tecnologia para estes pequenos Estados insulares para protegê-los da elevação dos mares, como o Plano de Ação de Bali pediu que considerassem? Mais importante, eles trabalharão para reduzir rapidamente suas emissões, mesmo sendo capazes de se adaptarem a um aquecimento de 2ºC?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou agirão como minha filha, que, quando lhe falei pela primeira vez sobre aquecimento global e elevação do nível dos mares há alguns anos, respondeu: "Não é um problema para nós, já que moramos no 15º andar".&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/herald/2007/12/20/ult2680u617.jhtm" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-5217913578770747043?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/5217913578770747043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=5217913578770747043&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/5217913578770747043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/5217913578770747043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/12/para-alguns-luta-pelo-clima-se-trata-de.html' title='Para alguns, luta pelo clima se trata de sobrevivência'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-2840061045715176135</id><published>2007-12-18T11:11:00.000-02:00</published><updated>2007-12-18T11:14:22.119-02:00</updated><title type='text'>Petição por Dom Cappio</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(204, 204, 204);font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;p style="text-align: justify;" align="left"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Assine em:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://www.petitiononline.com/dcappio/" target="_blank"&gt;http://www.PetitionOnline.com&lt;wbr&gt;/dcappio/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;To:  Exmo. Senhor Presidente da República –  Luiz Inácio Lula da Silva &lt;/div&gt; &lt;p align="left"&gt;Exmo. Senhor Ministro da Integração Nacional – Geddel Vieira Filho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 27 de novembro de 2007, Dom Luiz Cappio, bispo da Diocese de Barra  (Bahia), retomou seu jejum e suas orações para tentar sensibilizar a sociedade  brasileira e o Governo Federal sobre os graves problemas que a transposição do  rio São Francisco pode levar ao rio, aos povos que vivem dele e ao Nordeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em carta enviada ao presidente, Dom Luiz lembra que Lula não cumpriu o  acordo assumido em outubro de 2005. Na ocasião, Dom Luiz suspendeu um jejum de  onze dias, após o presidente ter se comprometido a suspender o processo da  transposição e iniciar um amplo diálogo sobre o projeto com a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A transposição do rio São Francisco não levará água para 12 milhões de  nordestinos empobrecidos. Ao contrário, ela ajudará as empresas que realizam as  obras e projetos com produção voltada para a exportação, enriquecendo ainda mais  alguns ricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para atender à população do semi-árido, há alternativas  melhores e mais baratas, por exemplo: as 530 obras sugeridas pela Agência  Nacional de Águas (ANA) e que abasteceriam os 1,3 mil municípios da região a um  custo de R$ 3,6 bilhões (quase metade dos R$ 6,6 bilhões da transposição); e o  projeto Um Milhão de Cisternas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, as pessoas, entidades e  organizações abaixo-assinadas pedem que sejam suspensas as obras da  transposição, que vem sendo realizadas pelo Exército Brasileiro. Pedem que seja  ouvido o grito dos povos do São Francisco presente no jejum de Dom Luiz Cappio.  &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Sincerely, &lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?dcappio" target="_blank"&gt;The  Undersigned&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-2840061045715176135?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/2840061045715176135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=2840061045715176135&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/2840061045715176135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/2840061045715176135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/12/petio-por-dom-cappio.html' title='Petição por Dom Cappio'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-8126418130965623719</id><published>2007-12-18T10:05:00.000-02:00</published><updated>2007-12-18T10:06:45.013-02:00</updated><title type='text'>From Oil Wars to Water Wars</title><content type='html'>&lt;b&gt;By    &lt;a href="http://www.alternet.org/authors/5721/" title="View all stories by Amy Goodman"&gt;Amy Goodman&lt;/a&gt;,   &lt;a href="http://www.kingfeatures.com/"&gt;King Features Syndicate&lt;/a&gt;. Posted &lt;a href="http://www.alternet.org/ts/archives/?date%5BF%5D=12&amp;amp;date%5BY%5D=2007&amp;amp;date%5Bd%5D=12&amp;amp;act=Go/" title="View all stories published on December 12, 2007"&gt;December 12, 2007&lt;/a&gt;.&lt;/b&gt;&lt;p&gt;The world's leading scientists are predicting climate change to cause water wars and mass migrations from rural to urban areas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;The Nobel Peace Prize was awarded this week, in Oslo, Norway. Al Gore shared the prize with the United Nations' Intergovernmental Panel on Climate Change, which represents more than 2,500 scientists from 130 countries. The solemn ceremony took place as the United States is blocking meaningful progress at the U.N. Climate Change Conference in Bali, Indonesia, and the Republicans in the U.S. Senate have derailed the energy bill passed by the House of Representatives, which would have accelerated the adoption of renewable energy sources at the expense of big-oil and coal corporations.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gore set the stage: "So, today, we dumped another 70 million tons of global-warming pollution into the thin shell of atmosphere surrounding our planet, as if it were an open sewer. And tomorrow, we will dump a slightly larger amount, with the cumulative concentrations now trapping more and more heat from the sun.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"As a result, the Earth has a fever. And the fever is rising. The experts have told us it is not a passing affliction that will heal by itself. We asked for a second opinion. And a third. And a fourth. And the consistent conclusion, restated with increasing alarm, is that something basic is wrong. We are what is wrong, and we must make it right."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;He went on: "Last Sept. 21, as the Northern Hemisphere tilted away from the sun, scientists reported with unprecedented distress that the north polar ice cap is 'falling off a cliff.' One study estimated that it could be completely gone during summer in less than 22 years. Another new study, to be presented by U.S. Navy researchers later this week, warns it could happen in as little as seven years. Seven years from now."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;How will climate-change skeptics explain that one? (Already, big business is celebrating the break up of the polar ice cap, as a northern sea route from the Atlantic to the Pacific is opening, creating a cheaper route for more needless shipping.) It is hard to imagine the north pole, the storied, frozen expanse of ice and snow, completely gone in just a few years. Lost as well will be the vast store of archeological data trapped in the ice: thousands of years of the Earth's climate history are told in the layers of ice that descend for miles there. Scientists are just now learning how to read and interpret the history. The great meltdown will surely have catastrophic effects on the ecosystem in the north, with species like the polar bear already edging toward extinction.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Rajendra Pachauri, an Indian scientist, accepted for the IPCC. He is a careful scientist with the political finesse to chair the work of the IPCC despite the enduring antagonism of the United States. He pointed to the disproportionate effect of climate change on the world's poor:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"[T]he impacts of climate change on some of the poorest and the most vulnerable communities in the world could prove extremely unsettling ... in terms of: access to clean water, access to sufficient food, stable health conditions, ecosystem resources, security of settlements."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pachauri predicts water wars and mass migrations. "Migration, usually temporary and often from rural to urban areas, is a common response to calamities such as floods and famines."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gore invoked the memory of Mohandas Gandhi, saying he "awakened the largest democracy on earth and forged a shared resolve with what he called 'Satyagraha' -- or 'truth force.' In every land, the truth -- once known -- has the power to set us free." Satyagraha, as Gandhi practiced it, is the disciplined application of nonviolent resistance, which is exactly what Ted Glick is doing back in Washington, D.C.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Glick heads up the Climate Emergency Council. On his 99th day of a liquids-only fast, the day after the Nobel ceremony, he joined with 20 people in the office of Senate Minority Leader Mitch McConnell for a sit-in. The Senate Republicans are now blocking a federal energy bill that would create funding for the development of renewable energy sources in the U.S., while stripping away billions of dollars worth of tax breaks for big oil and coal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Glick told me: "We have to be willing to go to jail. Al Gore, himself, a couple of months ago talked about how young people need to be sitting in in front of the coal plants to prevent coal plants from being built. That's true. Young people need to be doing that. Middle-age people need to be doing that. Older people need to be doing that. And Al Gore needs to be doing that. Let's get serious about this crisis."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;While Glick was sitting in, news reports began to circulate about Republican presidential candidate Rudolph Giuliani's law firm's lobbying activities against the energy bill. According to Bloomberg news, Bracewell &amp;amp; Giuliani LLP was hired by energy giant Southern Co. to defeat the bill. At a $1,000-a-plate fundraiser last August, addressing members of the coal industry, Giuliani said, "We have to increase our reliance on coal."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As Giuliani's coffers get fat with money from big oil, gas and coal, Glick has lost more than 40 pounds, and the Earth's temperature continues to rise.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;       &lt;!-- extra digg icon --&gt;    &lt;p&gt;&lt;a href="http://digg.com/submit?phase=2&amp;amp;url=http://www.alternet.org/environment/70448&amp;amp;title=From%20Oil%20Wars%20to%20Water%20Wars&amp;amp;topic=politics" rel="external" title="Digg it!" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.alternet.org/images/social/85x10-digg-link.gif" alt="Digg!" border="0" height="10" width="85" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;!-- if tagged posts --&gt;  &lt;p class="smalltitle"&gt;See more stories tagged with: &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.alternet.org/tags/water/"&gt;water&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.alternet.org/tags/climate%20change/"&gt;climate change&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.alternet.org/tags/global%20warming/"&gt;global warming&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.alternet.org/tags/amy%20goodman/"&gt;amy goodman&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.alternet.org/tags/nobel%20prize/"&gt;nobel prize&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.alternet.org/tags/ipcc/"&gt;ipcc&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.alternet.org/tags/al%20gore/"&gt;al gore&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;&lt;i&gt;Amy Goodman is the host of the nationally syndicated radio news program, Democracy Now!&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-8126418130965623719?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/8126418130965623719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=8126418130965623719&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8126418130965623719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8126418130965623719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/12/from-oil-wars-to-water-wars.html' title='From Oil Wars to Water Wars'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-5684228472037253314</id><published>2007-12-18T09:10:00.000-02:00</published><updated>2007-12-18T09:11:50.504-02:00</updated><title type='text'>Proteger os pobres é proteger o planeta</title><content type='html'>Por Vandana Shiva*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Délhi, 17 de dezembro (Terramérica) - As reclamações internacionais por igualdade na hora de reduzir a contaminação relacionada com a mudança climática devem derivar da igualdade local e nacional. Os pobres da Indonésia não são responsáveis pelos gases causadores do efeito estufa emitidos pela indústria da palma usada para produzir óleo. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou, em novembro, seu informe Lutando contra a Mudança Climática: Solidariedade Humana em um Mundo Dividido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento divulgado pouco antes da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, na Indonésia, prescreve redução de 50% das emissões de gases que provocam o efeito estufa, causadores do aquecimento global, em relação às de 1990, até 2050. Para isso, pede-se que os países desenvolvidos reduzam suas emissões em 80% até essa data, com reduções entre 20% e 30% antes de 2020. Para os principais países emissores do mundo em desenvolvimento – Brasil, China e Índia – o Pnud não recomenda cortes obrigatórios até 2020, mas reduções de 20% a partir desse ano até meados do século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Montek Singh Ahluwalia, um fundamentalista do mercado que arroja a eqüidade ao vento quando forja suas políticas neoliberais e que é vice-presidente da Comissão de Planejamento da Índia, rechaçou o informe do Pnud em nome da igualdade. Toda estratégia de redução baseada apenas nas emissões globais de gases e que não distinga entre países com maiores e menores emissões por pessoa é errônea e vai contra os princípios da igualdade, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria útil para os cidadãos indianos, especialmente os pobres, que quem encabeça a Comissão de Planejamento fizesse seu trabalho, precisamente, com base na igualdade, em lugar de fazê-la sobre o lucro empresarial.&lt;br /&gt;Seria útil que apoiasse um acesso igual por pessoa a água potável, em lugar de apoiar as privatizações de água, que apoiasse um acesso igual ao sustento para os vendedores ambulantes e os pequenos comerciantes, em lugar de promover as vendas no varejo das corporações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria útil que protegesse os pequenos agricultores, em lugar de estimular as grandes empresas agropecuárias, ou que defendesse o acesso eqüitativo aos alimentos, em lugar de permitir que dois terços das crianças da Índia sejam desnutridas por promover a especulação da indústria alimentícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma igualdade esquizofrênica: os globalizadores corporativos destroem a igualdade para concentrar a riqueza e os recursos em mãos de uma minoria, enquanto querem que os pobres, aos quais despojaram de seus meios de vida e de suas terras, compartilhem a responsabilidade por uma contaminação que não provocaram. Seria equivocado, por exemplo, contar os gases causadores do efeito estufa provocados pela queima de florestas na parte da Ilha de Bornéu pertencente à Indonésia como uma contribuição às emissões de todos os cidadãos indonésios, incluindo os camponeses e indígenas expulsos de suas terras para transformá-las em plantações de palma dedicada à produção de óleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução não é distribuir a responsabilidde do total de emissões entre toda a população da Indonésia, mas conseguir que os responsáveis deixem de contaminar. O informe da organização Greenpeace Cozinhando o Clima identifica os contaminadores, estabelece a porcentagem que lhes cabe na contaminação e os passos a seguir para deter o processo que está levando à mudança climática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multinacional Cargill está por trás da produção de óleo de palma em todas as frentes. Procter &amp; Gamble, Kraft e Nestlé, bem como Unilever, promovem o desmatamento por meio do uso do óleo de palma em seus produtos. Os principais fornecedores de matéria-prima são Sinar Mas, com 1,65 milhão de hectares de plantações de palma e uma exportação de 400 mil toneladas de óleo, e ADM-Kuok-Wilmar, com 493 mil hectares plantados e vendas ao exterior de um milhão de toneladas de óleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas comuns da Indonésia não são culpadas pela queima de florestas e que contribui com 11% das emissões de gases que provocam o efeito estufa do país, mas sim as grandes corporações. Quando a fonte da contaminação é conhecida, a igualdade exige que o responsável pague. A igualdade não se traduz em transferir a responsabilidade para quem não contamina. É preciso rever o conceito de igualdade e restaurar a integridade. Igualdade com integridade implica tanto honestidade quanto coerência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, a igualdade deverá prevalecer nas políticas e nas ações econômicas e não se converter em desculpa dos criadores da desigualdade econômica para evitar suas culpas sociais, econômicas e ecológicas. Em segundo lugar, a eqüidade em nível global deverá derivar da eqüidade local e nacional. Aqueles que despojam os pobres em seu próprio país e fraturam a sociedade não têm direito moral de invocar a igualdade em assuntos globais para continuar vivendo às custas dos pobres e do planeta. O que proteger os pobres protege o planeta. As leis da igualdade e as leis da ecologia são coerentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A autora é escritora, ambientalista e defensora dos direitos da mulher. Direitos reservados IPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crédito de imagem: Fabricio Vanden Broeck&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo produzido para o Terramérica, projeto de comunicação dos Programas das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e para o Desenvolvimento (Pnud), realizado pela Inter Press Service (IPS) e distribuído pela Agência Envolverde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Terramérica)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-5684228472037253314?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/5684228472037253314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=5684228472037253314&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/5684228472037253314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/5684228472037253314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/12/proteger-os-pobres-proteger-o-planeta.html' title='Proteger os pobres é proteger o planeta'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-6235187540330702193</id><published>2007-12-17T20:06:00.000-02:00</published><updated>2007-12-17T20:07:13.485-02:00</updated><title type='text'>Asian countries face water crisis</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.theecologist.org/news_detail.asp?content_id=1141"&gt;The Ecologist&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Date: 29/11/2007  Author:news &lt;br /&gt;The twin affects of climate change and rapid industrialisation has left developing countries in Asia facing an “unprecedented” water crisis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A report from the Asian Development Bank has warned that water resources in countries such as Bangladesh, Cambodia and Vietnam cannot cope with the population growth after years of mismanagement.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Climate change was likely to increase the risk of droughts and floods, which a poorly managed water industry would be unable to cope with. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In addition, continued urbanisation was seen as a particular problem, according to the report, as developing countries in the region continue to fall behind in the collection, treatment and safe disposal of wastewater.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The report’s author, Professor Asit Biswas said government leaders in the region needed to take decisive action to protect their nations’ water resources.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“There is now enough knowledge, technology and expertise available in Asia to solve all its existing and future water problems. If some Asian DMCs face a water crisis in the future, it will not be because of physical scarcity of water, but because of inadequate or inappropriate water governance,” said Professor Biswas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-6235187540330702193?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/6235187540330702193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=6235187540330702193&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6235187540330702193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6235187540330702193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/12/asian-countries-face-water-crisis.html' title='Asian countries face water crisis'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-6576880931397470232</id><published>2007-12-12T16:01:00.000-02:00</published><updated>2007-12-12T16:04:49.836-02:00</updated><title type='text'>We Are What We Eat</title><content type='html'>By &lt;a title="View all stories by Jamey Lionette" href="http://www.alternet.org/authors/8836/"&gt;Jamey Lionette&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.southendpress.org/"&gt;South End Press&lt;/a&gt;. Posted &lt;a title="View all stories published on December 10, 2007" href="http://www.alternet.org/ts/archives/?date[F]=12&amp;amp;date[Y]=2007&amp;amp;date[d]=10&amp;amp;act=Go/"&gt;December 10, 2007&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;The following is an excerpt from &lt;a href="http://www.southendpress.org/2007/items/87774"&gt;Manifestos on the Future of Food and Seed&lt;/a&gt; edited by Vandana Shiva (South End, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I am not a scientist, journalist, or other specialist. I sell food. I help run a family-owned and operated neighborhood market and café that buys and sells predominantly local, clean, and sustainable food. I cannot speak about the reality of our food supply around most of the world. I can only can speak of what is happening in the first world, where, unfortunately, only the privileged elite can choose to put real food on their dinner tables.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lately it seems every mass media newspaper or magazine, from the New York Times to Rolling Stone, has an article digging into the true filth that most food in the U.S. really is. Some people are actually questioning mass produced and monoculture organic food. Even Time magazine proclaimed "Local Is the New Organic" on its cover. Everywhere I turn people tell me that there is a new wind in the U.S.; that people are now concerned about eating local, clean, and sustainable food. From my vantage point in the market, behind the counter, I just don't see it. Yes, in Massachusetts there are more farms today than in the last 20 or so years, but fewer total acres than ever recorded. Farmers markets are becoming popular or perhaps trendy. Chain supermarkets are "listening to their customers" and capitalizing on cheap "organic" food. But the chain-supermarket owners are some of the same people who screwed up our food supply in the first place. How can we trust them?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outdoor food markets are a mainstay in most cultures in the world and were once a given in our culture. Now most people go there to shop for the luxury food treats (locally grown food) and get their staples at the supermarket. I think that because of the Depression (when there was no money to spend on food) and World War II (when there was rationing and everyone was focused on the war effort) Americans lost their taste-buds. Along came the mass-produced foods of the 1950s at cheap prices. Supermarkets were a "progressive" thing, as suburban living was progressive. Rural culture and production was frowned upon as old-fashioned and primitive. Food from all over the world suddenly became available and at prices lower than local food.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protecting America's foreign interest, the beginning of what we now call globalization, became a new form of colonialism. Foreign resources, raw materials as well as labor, were now easily exploitable by the nation's new superpower status. As the economy grew, money filtered down to the managerial and to some of the working class and was coupled with an influx of cheap products made cheaply and available to most classes of the U.S. Consumerism took off. Our food changed as well, especially with faster transport and technologies trickery to extend the shelf life of food. Seasonal produce became available year round; exotic food (such as bananas and oranges in Boston) became readily available and affordable. Everything was cheaper, the shopping was more convenient, and exotic foods became staples in our diet. Small and local farms shut down or were forced into monoculture farming. A disconnect sprouted between our diets and our food sources. An orange, once a special and rare treat, became an everyday commodity.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Supermarkets are part of mainstream America's identity. Working-class people have little choice but to shop at conventional supermarkets. Middle-class people can shop at places like Whole Foods and appease their consciences with the notion that that food is safer and tastier than conventional supermarket food. And those of the flat earth society -- middle- and upper-class people who do not believe that their climate is changing, that a global market is a bad thing, or that our food systems are in trouble -- favor the conventional supermarket. However, both conventional and progressive supermarkets operate on the same model: mass-produced foods, made cheaply, and sold at cheap prices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Supermarkets sell commodities. They buy mass-produced food from big business. This model of efficiency, which mirrored the production of things like automobiles and VCRs, is what created the mess our food supply is in. Efficient ordering and deliveries, no seasonal variety of stock, little to no blemishes (whether natural or from human error), significant quantities -- enough to keep all those shelves constantly filled with whatever the customer might want. I describe this model as "I want what I want when I want it," and it goes against everything about food that is local, clean, and sustainable. It cannot be done at a mass level. [...]&lt;br /&gt;1 &lt;a href="http://www.alternet.org/environment/69262/?page=2"&gt;2&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.alternet.org/environment/69262/?page=3"&gt;3&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.alternet.org/environment/69262/?page=4"&gt;4&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.alternet.org/environment/69262/?page=5"&gt;5&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.alternet.org/environment/69262/?page=2"&gt;Next page »&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-6576880931397470232?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/6576880931397470232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=6576880931397470232&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6576880931397470232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6576880931397470232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/12/we-are-what-we-eat.html' title='We Are What We Eat'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-718788003805286766</id><published>2007-12-10T11:26:00.000-02:00</published><updated>2007-12-10T11:29:36.438-02:00</updated><title type='text'>Rio estuda instalar lixão industrial próximo a ribeirão que abastece 8 milhões de pessoas na Região Metropolitana</title><content type='html'>Da FOLHA DE SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo do Estado do Rio iniciou o processo de licenciamento para a instalação de um depósito de lixo industrial e químico a 5 km do ribeirão das Lajes, que forma o rio Guandu, fonte de abastecimento de água para 8 milhões de pessoas na região metropolitana do Rio.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso a licença venha a ser concedida, resíduos do depósito poderão alcançar o lençol freático e os cursos d"água da região, chegando ao ribeirão, o que ameaçaria o sistema de abastecimento do Guandu, acusam ambientalistas que tiveram acesso ao projeto.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fevereiro deste ano, a Feema (Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente), vinculada à Secretaria do Ambiente do Estado, determinou à empresa Essencis Soluções Ambientais, autora do projeto, a elaboração de um EIA (Estudo de Impacto Ambiental) e de um Rima (Relatório de Impacto Ambiental).   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preparação do EIA-Rima é a primeira parte do processo burocrático para o licenciamento. Caso as informações prestadas pela empresa no documento sejam consideradas satisfatórias pela Feema, a tendência é a de que o depósito tenha a instalação aprovada.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo ainda sem a licença, a empresa já começou a realizar obras no terreno, situado na área rural do município de Paracambi (a 75 km do Rio), na vizinhança do Depósito Central de Munição do Exército. O solo já passou por uma primeira terraplanagem. Na margem da estrada que liga a via Dutra (Rio-São Paulo) ao centro da cidade, o terreno já está todo cercado.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Rio, Felipe Brasil, há risco grave de a água do sistema Guandu ser contaminada. "A área é baixa e contribui para a drenagem da área. Sem dúvida, os resíduos líquidos vazarão para o lençol freático, atingindo o rio em seguida."   Brasil disse que, como Paracambi tem vocação rural, sem indústrias importantes, a lista de clientes do depósito deverá ser formada por grandes empresas da região metropolitana e de Estados vizinhos, como São Paulo e Minas. "É injusto que a população de Paracambi enfrente problemas graves causados por um lixo que não foi ela que produziu."     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso já levou a Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Assembléia Legislativa a realizar uma audiência pública para discutir a instalação do que os ambientalistas chamam de "lixão tóxico" nas proximidades da APA (Área de Proteção Ambiental) do Guandu.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o gestor ambiental Sérgio Ricardo de Lima, ex-membro do Comitê de Bacia do Rio Guandu, "há risco real ao abastecimento público da região metropolitana e da capital". "É uma irresponsabilidade os órgãos ambientais do Estado cogitarem essa hipótese. Considero um ato de "racismo" ambiental. Os governantes e as grandes empresas poluidoras escolhem municípios pobres, de organização social frágil, condenando-as a serem vistas eternamente como um grande cemitério de lixo químico."     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No pedido de licenciamento, a Essencis diz ter a intenção de construir em Paracambi "uma central de tratamento de resíduos industriais", da qual farão parte um aterro, uma estação de tratamento de efluentes líquidos e um galpão de estocagem de rejeitos.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresa diz que o aterro não poluirá o rio. O diretor da Essencis Soluções Ambientais no Rio, Elson Rodrigues, disse que o depósito de lixo industrial planejado para Paracambi não atingirá o rio Guandu. Segundo ele, o depósito será " estanque" e "pequeno".   "O aterro de Gramacho [em Duque de Caxias] recebe 8.000 toneladas de lixo por dia. O de Paracambi receberá 300 toneladas diárias, se tanto. E estaremos muito longe de todos os rios. Mais de 5 km em vôo de passarinho. É tecnicamente impossível o resíduo chegar até lá."   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o executivo, a Essencis se propõe a instalar "um depósito de resíduos sólidos com toda proteção técnica". Entretanto, falou que entende a reação à proposta.   "As pessoas atacam esse tipo de investimento, mas ele é necessário. Eu trato o resíduo. Quem o produz são as empresas." Segundo ele, a empresa está na "primeiríssima" etapa do projeto.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário do Ambiente do Estado do Rio, Carlos Minc, confirmou que foi autorizado o início do processo de licenciamento do projeto. Mas que a licença só sairá caso haja a aprovação do estudo de impacto ambiental, ainda não apresentado. (ST).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-718788003805286766?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/718788003805286766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=718788003805286766&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/718788003805286766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/718788003805286766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/12/rio-estuda-instalar-lixo-industrial.html' title='Rio estuda instalar lixão industrial próximo a ribeirão que abastece 8 milhões de pessoas na Região Metropolitana'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-6187104291873089846</id><published>2007-12-03T09:36:00.000-02:00</published><updated>2007-12-03T09:37:27.793-02:00</updated><title type='text'>Os países ricos começaram a emitir gás-estufa no século 19</title><content type='html'>[Entrevista com Everton Vargas, subsecretário de Política do Itamaraty: Diplomata afirma que é preciso ponderar histórico de emissões e diferentes usos de combustíveis fósseis em cada economia. Entrevista realizada por Cristina Amorim, publicada pelo O Estado de S.Paulo, 02/12/2007] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil pode implantar medidas mensuráveis de controle das emissões de gases-estufa num próximo regime de combate às mudanças climáticas, a partir de 2013 - mas não metas de corte das emissões, que predispõem cobranças internacionais, como acontece hoje com os países industrializados. A proposta será apresentada na 13ª Conferência do Clima (COP-13), que começa amanhã em Bali, na Indonésia, de acordo com o embaixador Everton Vargas, subsecretário de Política do Itamaraty. Ele será o negociador principal da delegação brasileira na reunião até que o corpo ministerial chegue, na segunda semana do encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil pode aceitar metas de redução de suas emissões?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, quem tem de tomar a liderança são os países desenvolvidos do Anexo 1. É uma questão de responsabilidade histórica. Eles já começaram a emitir no século 19. Outros países, como Brasil, Índia e México, só passaram a se industrializar na década de 1950. Também é preciso levar em conta uma noção de eqüidade: o que é mais nocivo para a humanidade? O emprego de derivados de combustíveis fósseis para levar eletricidade ou para alimentar um padrão de consumo extremamente alto? Os SUV (automóveis utilitários-esportivos, populares nos EUA), por exemplo, emitem 55% mais gases do efeito estufa do que os sedãs normais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o País vai defender em Bali?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil vai para Bali com a proposta de que os países desenvolvidos façam mais. Não estamos na defensiva; temos, pelo contrário, uma posição proativa - aliás, como o Brasil sempre teve nesse assunto. O País já fez a proposta de criar incentivos para a redução derivada do combate ao desmatamento. Na reunião, não vamos negociar conteúdo, mas o processo que será levado até 2009 - quando então deve ser fechado um acordo sobre um regime pós-2012. Além disso, o texto da convenção de mudanças climáticas possibilita aos países em desenvolvimento que façam mais, como programas nacionais com medidas de mitigação. O Brasil já está trabalhando para estabelecer uma política do clima. Ela deve também ter capacidade de ser mensurável e verificável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa nacional pode estabelecer uma meta interna de controle de emissões de gases-estufa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode, se puder ser verificável e se o País tiver condição de cumpri-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que o Brasil é reticente em aceitar metas internacionais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim. Nós, os países em desenvolvimento, enfrentamos um desafio duplo: precisamos aumentar a geração de energia, porém sem emitir tantos gases do efeito estufa. O Brasil está em posição privilegiada porque produz uma boa parcela de energia limpa. A questão aqui é o desmatamento, que representa 75% das emissões brasileiras - mas não é a principal fonte mundial de emissão. Para países como a China e a Índia - que dependem muito do carvão - terem medidas verificáveis, eles precisam da garantia de acesso a recursos financeiros para conseguir tecnologias que emitam menos. É preciso esforço internacional para que a indústria deles não perca competitividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil irá se manter alinhado ao G-77 neste assunto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos um dos fundadores do grupo, então tudo em que se consiga uma posição consensual no G-77 vamos seguir. Se ela não houver, então o Brasil pode ser protagonista na busca de apoio de outros países, inclusive os do Anexo 1. A posição da União Européia, por exemplo, é a de que esses países (em desenvolvimento) não tenham metas. Mas espera que a gente se engaje de forma mais substantiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o País pode se engajar mais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A responsabilidade comum, porém diferenciada, é o pilar para o futuro do regime do clima. Estamos dispostos a aumentar nossa contribuição para a mitigação de gases-estufa. Podemos trabalhar com políticas mensuráveis, que sejam reportadas ao secretariado da Convenção-Quadro (de Mudanças Climáticas). Agora, precisamos também de transferência de tecnologia e da abertura de mercados. É o que acontece no caso dos biocombustíveis: se EUA e União Européia estão tão interessados em fazer algo pelo clima, por que não tomam essa medida que irá onerar menos seus cofres do que lidar com as mudanças climáticas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o País espera da conferência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos montar um mapa do caminho. Primeiro, queremos salvaguardar o sistema jurídico. Segundo, que a decisão seja universal, sob a égide das Nações Unidas, pois não existe órgão mais legítimo do que esse. Terceiro, devemos trabalhar com as evidências científicas, os dados do IPCC. A proposta de 2°C, por exemplo, como patamar seguro não é consensual. Para as ilhas insulares, um aumento de 2°C na temperatura média ameaça que sejam submersas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é: Everton Vargas&lt;br /&gt;Diplomata de carreira. Autor de vários artigos sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Foi diretor-geral do Departamento de Meio Ambiente e Temas Especiais do Ministério das Relações Exteriores e chefe da Divisão de Ciência e Tecnologia, entre outros cargos. Doutor em Sociologia pela Universidade de Brasília (UnB)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-6187104291873089846?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/6187104291873089846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=6187104291873089846&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6187104291873089846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6187104291873089846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/12/os-pases-ricos-comearam-emitir-gs.html' title='Os países ricos começaram a emitir gás-estufa no século 19'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-6033745897758469180</id><published>2007-11-30T13:41:00.000-02:00</published><updated>2007-11-30T13:46:04.160-02:00</updated><title type='text'>SOS SEROPÉDICA</title><content type='html'>Prezados Ambientalistas, miltantes sociais e comunitários&lt;br /&gt;Precisamos do apoio de vocês. Por favor divulguem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A população da cidade de Seropédica encontra-se revoltada contra uma decisão arbitrária da Câmara de Vereadores Municipal. Sete vereadores (maioria de um total de 10) aprovaram em uma única sessão, sem levar a discussão às entidades da Sociedade Civil Organizada, a instalação de um Aterro Sanitário prevendo o recebimento de lixo industrial, urbano e hospitalar, além de outros resíduos, na área da cidade. &lt;strong&gt;Uma das principais áreas previstas para instalação do Aterro encontra-se na região onde, em seu subsolo, está o AQUÍFERO PIRANEMA&lt;/strong&gt;. A presença deste aquífero é de primordial importânica como &lt;strong&gt;reservatório de água para o país, especialmente para as populações do entorno e região metropolitana do Rio de Janeiro para o futuro&lt;/strong&gt;. A proteção deste aquífero impediu a vinda do Polo Industrial para a cidade e agora eles aprovam a vinda de um imenso aterro sanitário a ser instalado com investimento privado. A outra área é uma Área de Proteção Ambiental que teve seus limites redefinidos para permitir a possível instalação do Aterro ou&lt;br /&gt;parte dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interesse é da Empresa S/A Paulista que teve várias reuniões secretas com os vereadores e os "convenceu" a encaminhar tal projeto. Este projeto já havia sido encaminhado pelo Prefeito Municipal mas diante da manifestação contrária do Conselho da Cidade de Seropédica, cuja presidência é exercida por mim, foi retirado. &lt;em&gt;O Conselho da Cidade de Seropédica reuniu-se com técnicos da Universidade Rural do Rio de Janeiro e vários vereadores, promovendo uma ampla discussão sobre o assunto. Desta reunião saiu um documento desaprovando os projetos e solicitando ao Prefeito a retirada em definitivo destes projetos da Câmara&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em ato de extrema covardia, os vereadores solicitaram os tais projetos ao Prefeito e os encaminharam em nome da Mesa Diretora. O projeto foi votado e analisado pelas Comissões de Justiça, Meio Ambiente e demais Comissões em uma *&lt;strong&gt;única sesssão!!!&lt;/strong&gt;* _Este fato é ilegal e inédito_, pois inclusive contraria as regras da tramitação de projetos na casa legislativa. Foi planejado "com o intuito de" impedir a mobilização popular e a discussão diante da sociedade sobre o interesse mesmo a viabilidade técnica do projeto. Este ato foi uma afronta ao povo de Seropédica, que ao se manifestar contrário na Sessão da Câmara nesta segunda-feira, foi&lt;br /&gt;recebido com a Polícia Militar, fortemente armada dentro da sala das Sessões, chamada pelo Presidente da Câmara, Vereador Mauro de Brito, que impediu o povo de se manifestar, apesar da sala estar lotada de pessoas protestanto, mais de duzentas pessoas, apenas a Presidente do Conselho pode falar demonstrando a indignação do Conselho com o desrespeito com que está&lt;br /&gt;sendo tratado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este conselho foi aprovado em Lei Municipal e tem poderes deliberativos e consultivos em diversas questões e Planejamento Urbano e Meio Ambiente e não foi ouvido nem seu parecer considerado pelos vereadores que sucumbem ao poder econômico em detrimento da vontade popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Aterrro prevê o recebimento de lixo industrial e urbano da cidade do Rio de Janeiro, Itaguaí e mais 4 outras cidades da região metropolitana, em áreas de proteção ambiental e outra com com riscos ao Aquífero Piranema, prejudicando o futuro da água que poderia abastecer estas mesmas cidades!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecemos a ampla divulgação de nossa mobilização! Pela manutenção do Estado Democrático e respeito a Sociedade Civil Organizada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Engª Agronoma Rosângela Straliotto.&lt;br /&gt;Presidente do Conselho da Cidade de Seropédica&lt;br /&gt;Pesquisadora III - Embrapa Agrobiologia - Chefe Adjunta de Administração&lt;br /&gt;Doutora em Ciência do Solo&lt;br /&gt;Telefone para contato: (21) 9965-2424&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isabel Vasconcelos: (21) 9260-6949 2667-1058&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-6033745897758469180?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/6033745897758469180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=6033745897758469180&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6033745897758469180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6033745897758469180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/11/sos-seropdica.html' title='SOS SEROPÉDICA'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-76655099756626598</id><published>2007-11-25T20:23:00.000-02:00</published><updated>2007-11-25T20:24:08.714-02:00</updated><title type='text'>Contaminated</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1wmjiI1plyI&amp;rel=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/1wmjiI1plyI&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-76655099756626598?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/76655099756626598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=76655099756626598&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/76655099756626598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/76655099756626598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/11/contaminated.html' title='Contaminated'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-47535881401727858</id><published>2007-11-06T08:07:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T20:54:17.378-02:00</updated><title type='text'>New ‘Disaster’ Movie Warns World of Oil Apocalypse</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/RzA9ksn9ewI/AAAAAAAAAb4/YNddT1r9jLQ/s1600-h/1105_03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5129667676238347010" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/RzA9ksn9ewI/AAAAAAAAAb4/YNddT1r9jLQ/s400/1105_03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Published on Monday, November 5, 2007 by &lt;a href="http://www.guardian.co.uk/environment/2007/nov/04/energy.fossilfuels" target="_new"&gt;The Guardian/UK&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The latest gloves-off documentary to hit screens predicts a global meltdown as vital fuel runs out&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;by Robin McKie&lt;br /&gt;Oil is ‘the bloodstain of the earth’s economy’ and will soon trigger a global conflict that will cost millions of lives. That is the stark claim of a controversial new film, which says a crash in oil production is about to set off worldwide recession and economic collapse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Crude Awakening: The Oil Crash, which opens in UK cinemas this week, shows stark images of rusting Texan and Venezuelan wells and fuel riots in Asia and Africa. Such scenes will be repeated thousands of times around the planet in the near future, argue the film’s makers, who say the world is facing changes ‘more frightening than a horror movie’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The film is the latest of several polemical documentaries to achieve nationwide release. Others include Al Gore’s An Inconvenient Truth, Michael Moore’s Sicko, and the forthcoming Darfur Now, in which Don Cheadle provides a voice-over about the Sudanese civil war.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;However, A Crude Awakening has had a boost not available to the rest. Just as its screenings were scheduled to begin here, crude oil prices soared to their highest level for decades, reaching $96 a barrel last week. Petrol and diesel at more than £1 a litre at UK garages is now common.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘This is a bleak and very worrying topic, but we have tried very hard to make it entertaining and exciting,’ said Basil Gelpke, who - with Ray McCormack - wrote, directed and produced the film.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And to judge by film festival screenings, they may have succeeded. A Crude Awakening has won prizes at the Zurich and Palm Beach festivals. It is a dramatic depiction of the arguments of economists and geologists who say that the day of ‘peak oil’ has either occurred or is imminent. Peak oil is defined as the time when the world produces its maximum output of oil and enters a period when prices start to soar as demand rises - thanks in part to the industrialisation of China and India - while supplies dwindle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The US Energy Information Administration said recently it believed production had peaked last year. Others say it has not yet occurred but is imminent, a point backed by geologist Professor Stuart Haszeldine, of Edinburgh University. ‘If we have not reached peak oil already, then I am sure it will be upon us within the next two years.’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In the North Sea, oil production has been declining for years, America reached its maximum output decades ago, and in other parts of the world stocks of easily accessible oil are slowly being used up. ‘We have reached the peak of oil production, the question is: how steep is the slope downwards on the other side,’ said Matt Simmons, author of Twilight in the Desert: The Coming Saudi Oil Shock and the World Economy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oil companies say that there are still major reserves to be exploited. In particular, Arctic and Antarctic fields - which are being freed of ice and snow as the world heats up - are being sized up for their reserve potential.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Burma, protests over rising fuel prices led to a crackdown by the country’s military authorities while in China, where there have been critical fuel shortages recently, one man was shot for trying to jump a petrol queue. Such events are destined to become the norm across the planet, it is argued.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As prices soar and production falters, the world will hurtle into a future of pitched battles over dwindling oil supplies. ‘It is not just the threat to transport, ‘ added David Strahan, author of The Last Oil Shock. ‘All across Asia, particularly in India and Bangladesh, farmers use diesel generators to pump water in and out of their fields. If oil prices soar, they will not be able to afford to irrigate their crops. The result could be starvation and food riots.’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In addition, crude oil is a basic necessity in the manufacture of materials such as asphalt and plastic. The construction of a desktop computer consumes 10 times its weight in fossil fuels, for example. Without cheap oil, such products will no longer be affordable.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is an alarming scenario, although a note of caution was sounded by John Loughhead, director of the UK Energy Research Centre. ‘It is true that we may very soon run out of oil from accessible sources, but there are many other types of fuel that we could exploit,’ he said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At present, energy companies exploit a field only if they think they can get oil out of the ground at a cost of less than $18 a barrel. This is a very conservative estimate, given current prices. At present oil is being sold at over $90 a barrel. ‘If, in future, companies use a more realistic figure of $40 a barrel instead of $18, that would make many, many more reserves suddenly become economical - the oil tar fields of Alaska, deep water reservoirs, and others,’ Loughhead said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘The trouble is that it is very difficult to estimate future oil prices. Ten years ago they stood at around $10 a barrel. Now they are almost 10 times that. Certainly, I doubt oil will be cheaper than $40 a barrel again, so that means many more fields which once seemed uneconomical will become better bets for exploitation.’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Loughhead said oil was just a small part of the range of hydrocarbons found in the ground. ‘It is becoming easier and easier to turn substances like coal and gas into liquid form and use that as a substitute for oil, so fuels based on hydrocarbons will still be with us in some form for a few decades yet,’ he said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fuel figures&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· The United States has 2 per cent of the world’s oil reserves and consumes 25 per cent of its annual production.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· 98 per cent of all energy used for road, rail, ocean and aviation transport is provided by oil products.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· A barrel of oil is 42 US gallons, or 34.97 British gallons or 159 litres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· It is thought there are between 1,000 and 2,000 billion barrels of oil left in the planet’s reserves. The world produces 75,000 barrels a day.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· It would take a man working for 25,000 hours to generate the same amount of energy that is stored in one barrelful of oil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© 2007 The Guardian &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-47535881401727858?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/47535881401727858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=47535881401727858&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/47535881401727858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/47535881401727858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/11/new-disaster-movie-warns-world-of-oil.html' title='New ‘Disaster’ Movie Warns World of Oil Apocalypse'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/RzA9ksn9ewI/AAAAAAAAAb4/YNddT1r9jLQ/s72-c/1105_03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-1837160664684142897</id><published>2007-10-31T10:56:00.000-02:00</published><updated>2007-10-31T10:57:52.947-02:00</updated><title type='text'>Sensores suspensos do aquecimento</title><content type='html'>31/10/2007 &lt;br /&gt;Por Thiago Romero &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP – Estudos publicados em revistas científicas internacionais sugerem que plantas epífitas, que não enraizam no solo e se fixam em outras árvores para receber mais luz solar, são especialmente vulneráveis às variações de temperatura e, por isso, poderiam ser utilizadas como importantes indicadores biológicos do aquecimento global. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O potencial foi reforçado por Gerhard Zotz, responsável pelo Laboratório de Ecologia Funcional da Universidade de Oldenburg, na Alemanha, durante a palestra magistral “Flora epífitica e mudanças climáticas globais”, realizada no 58º Congresso Nacional de Botânica, terça-feira (30/10), em São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O epifitismo ocorre principalmente em florestas tropicais em que a competição por luz e espaço não permite que prosperem sobre o solo algumas espécies, que acabam germinando sobre as árvores. As raízes superficiais das plantas epífitas se espalham pelo tronco e galhos para absorver a matéria orgânica em decomposição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Alguns trabalhos sinalizam que, se a fisiologia das epífitas for afetada, esse talvez seja o primeiro passo para que o resto da floresta sofra as consequências das mudanças climáticas”, disse Zotz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As epífitas não só recebem uma carga de radiação solar maior como também ficam mais longe do solo, onde estão nutrientes e água. Mesmo assim, pesquisas recentes destacaram que elas são extremamente sensíveis a umidade e a eventos como a seca”, explicou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, enquanto as árvores são responsáveis por cerca de 90% da biomassa das florestas tropicais, as epífitas a elas associadas representam aproximadamente 10% do total de plantas vasculares (com raiz, caule e folhas) presentes na biodiversidade mundial. “Por isso, as epífitas afetam diretamente a dinâmica das florestas tropicais no que diz respeito à absorção de nutrientes e à manutenção dos ciclos hidrológicos”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor chamou a atenção para a potencial contribuição das plantas epífitas em um sistema de monitoramento de florestas nos países tropicais, de modo que informações sobre o comportamento das epífitas frente às variações climáticas seja colocado em perspectiva nos próximos anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Precisamos analisar com mais profundidade a criação de um sistema de alerta ao aquecimento global, principalmente em regiões montanhosas, nas quais as epífitas têm forte impacto sobre o ecossistema. Isso porque a biomassa das epífitas pode ser tão grande que a biomassa das próprias árvores”, disse à Agência FAPESP. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zotz ressaltou a importância de que mais trabalhos sobre os teores de biomassa nas epífitas e sua contribuição para a medição do aquecimento sejam realizados. “Pesquisadores que já desenvolvem estudos sobre monitoramento climático a longo prazo precisam publicar seus resultados para que a comunidade científica mundial possa ter um melhor entendimento sobre esse assunto”, disse.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-1837160664684142897?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/1837160664684142897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=1837160664684142897&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1837160664684142897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1837160664684142897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/10/sensores-suspensos-do-aquecimento.html' title='Sensores suspensos do aquecimento'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-6191015163282341036</id><published>2007-10-24T12:35:00.000-02:00</published><updated>2007-10-24T12:37:27.795-02:00</updated><title type='text'>OMS alerta sobre perigo de contato de crianças com produtos químicos</title><content type='html'>OMS alerta sobre perigo de contato de crianças com produtos químicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Letícia Camargo, da Rádio ONU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organização Mundial da Saúde, OMS, lançou um relatório, em Genebra, na Suíça, sobre o perigo de crianças estarem expostas a produtos químicos em diferentes etapas da vida. Segundo a OMS, mais de 30% das doenças que afetam as crianças estão relacionadas a fatores ligados ao meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O estudo analisou todas as fases de desenvolvimento desde o embrião até o final da adolescência. Segundo o documento, a exposição da criança a fatores de risco, condições biológicas, socio-econômicas e nutricionais, é determinante no crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com especialistas, os menores não devem ser tratados como pequenos adultos porque seus corpos respondem, de forma diferente, dependendo do estágio de crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as ameaças mais sérias à saúde infantil estão a contaminação da água e do ar e pesticidas em comidas. A situação pode ser agravada com a falta de higiene, saneamento e água potável em casa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a OMS, uma em cada cinco crianças, que vivem nas áreas mais pobres do mundo, morrem antes do quinto aniversário devido a precárias condições de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouça esta notícia em &lt;a href="http://webcast.un.org/radio/portuguese/mp3/2007/0707273.mp3"&gt;http://webcast.un.org/radio/portuguese/mp3/2007/0707273.mp3&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.un.org/av/radio/portuguese/index.asp"&gt;http://www.un.org/av/radio/portuguese/index.asp&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Envolverde/Rádio ONU&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-6191015163282341036?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/6191015163282341036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=6191015163282341036&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6191015163282341036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6191015163282341036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/10/oms-alerta-sobre-perigo-de-contato-de.html' title='OMS alerta sobre perigo de contato de crianças com produtos químicos'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-1845603136309936078</id><published>2007-10-23T17:31:00.000-02:00</published><updated>2007-10-23T17:32:56.695-02:00</updated><title type='text'>Lugar do milho não é no tanque de gasolina, diz jornal americano</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/10/071023_pressreview.shtml"&gt;BBC&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A produção de etanol a partir do milho, como ocorre em larga escala nos Estados Unidos, não é uma solução para o aquecimento global nem uma maneira de reduzir a dependência do petróleo, afirma editorial publicado nesta terça-feira pelo diário americano The Christian Science Monitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hoje, metade da gasolina vendida nos Estados Unidos contém um pouco de etanol. Mas os problemas da produção em massa desse tipo de etanol estão começando a pipocar”, diz o jornal.&lt;br /&gt;O editorial cita um estudo publicado neste mês que avalia que o aumento projetado no uso do milho para produzir etanol pode provocar danos consideráveis ao suprimento e à qualidade da água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O avanço das plantações de milho para regiões mais secas pode secar os reservatórios e competir com outras necessidades de água como a para geração de energia hidroelétrica e para o&lt;br /&gt;habitat dos peixes”, diz o texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O uso pesado de nitrogênio necessário para fertilizar as plantações de milho podem prejudicar a qualidade da água subterrânea, dos rios e das águas costeiras, gerando ‘zonas mortas’”, afirma o jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preços em alta&lt;br /&gt;Segundo o editorial, o estudo, do Conselho Nacional de Pesquisas, concluiu que uma única refinaria de etanol de milho que produz 100 milhões de galões do combustível por ano, usa uma quantidade de água suficiente para suprir uma cidade de 5 mil habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro problema apontado pelo jornal é o impacto da produção do etanol de milho sobre os preços dos alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os preços já estão subindo, e os fazendeiros americanos estão plantando a maior safra de milho desde 1944”, diz o editorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Isso pode ser suficiente agora para suprir tanto as necessidades de alimentos quanto de combustível, mas o que acontecerá conforme mais terras sejam destinadas à produção de etanol? Quais outros cultivos não deixarão de ser plantados para dar lugar ao milho, colocando também pressão sobre os preços?”, questiona o diário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar disso, o jornal afirma que isso não significa deixar de lado o uso do etanol e defende pesquisas sobre o uso de celulose para produzir etanol ou sobre uma variedade de milho tropical que reduz a necessidade do uso de fertilizantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O editorial defende ainda o fim das tarifas de importação do etanol brasileiro, produzido a partir da cana-de-açúcar. “Os estudos mostram que tanto o etanol de cana-de-açúcar quanto o de celulose têm um retorno de várias unidades de energia para cada unidade empregada em sua produção. O milho gera apenas 1,5 unidade”, argumenta o jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O etanol ainda pode se provar uma maneira importante de diversificar as fontes de energia. Mas tirar o milho das cumbucas de cereal para colocá-los nos tanques de gasolina não é a resposta”, conclui o editorial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-1845603136309936078?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/1845603136309936078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=1845603136309936078&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1845603136309936078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1845603136309936078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/10/lugar-do-milho-no-no-tanque-de-gasolina.html' title='Lugar do milho não é no tanque de gasolina, diz jornal americano'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-347146649911139515</id><published>2007-10-23T17:23:00.000-02:00</published><updated>2007-10-23T17:26:58.098-02:00</updated><title type='text'>Terra sem humanos</title><content type='html'>Uma nova forma de avaliar o impacto da humanidade sobre o ambiente é pensar como o mundo se sairia se todas as pessoas desaparecessem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com ALAN WEISMAN* para &lt;a href="http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/uma_terra_sem_humanos.html"&gt;SciAm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;É uma fantasia comum imaginar que você é a última pessoa viva na Terra. Mas e se todos os seres humanos fossem varridos de repente do planeta? Tal premissa é o ponto de partida de The world without us (O mundo sem nós), nova obra do autor de livros científicos Alan Weisman, professor associado de jornalismo da University of Arizona. Nesse longo exercício de pensamento, Weisman não especifica exatamente o que elimina o Homo sapiens, em vez disso ele simplesmente assume o desaparecimento repentino de nossa espécie e projeta a seqüência de eventos que provavelmente ocorreria nos anos, décadas e séculos a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Weisman, uma grande parte de nossa infra-estrutura física começaria a ruir quase que imediatamente. Sem equipes para a manutenção das ruas, nossos grandes bulevares e rodovias começariam a rachar e a ficar abaulados em questão de meses. Nas décadas seguintes, muitas casas e edifícios comerciais ruiriam, mas alguns itens comuns resistiriam à degradação por um tempo extraordinariamente longo. Panelas de aço inoxidável, por exemplo, poderiam durar milênios, especialmente se ficassem enterradas nos sítios pré-históricos cobertos por ervas daninhas em que nossas cozinhas se transformariam. E certos plásticos comuns permaneceriam intactos por centenas de milhares de anos, não se decompondo até que micróbios evoluíssem para adquirir a capacidade de consumi-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O editor da SCIENTIFIC AMERICAN Steve Mirsky entrevistou Weisman recentemente para descobrir por que ele escreveu o livro e que lições podem ser tiradas de sua pesquisa. Veja trechos da entrevista nas páginas seguintes.&lt;br /&gt;1 &lt;a class="pags" href="http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/uma_terra_sem_humanos_2.html"&gt;2&lt;/a&gt; &lt;a class="pags" href="http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/uma_terra_sem_humanos_3.html"&gt;3&lt;/a&gt; &lt;a class="pags" href="http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/uma_terra_sem_humanos_4.html"&gt;4&lt;/a&gt; &lt;a class="pags" href="http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/uma_terra_sem_humanos_5.html"&gt;5&lt;/a&gt; &lt;a class="pags" href="http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/uma_terra_sem_humanos_6.html"&gt;6&lt;/a&gt; &lt;a class="pags" href="http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/uma_terra_sem_humanos_7.html"&gt;7&lt;/a&gt; &lt;a class="pags" href="http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/uma_terra_sem_humanos_8.html"&gt;8&lt;/a&gt; &lt;a class="pags" href="http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/uma_terra_sem_humanos_2.html"&gt;»&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Alan Weisman é autor de cinco livros, incluindo The world without us (St. Martin’s Press, 2007). Seu trabalho já apareceu na Harpers, New York Times Magazine, Los Angeles Times Magazine, Discover, Atlantic Monthly, Condé Nast Traveler, Orion e Mother Jones. Weisman tem um programa na National Public Radio e na Public Radio International e é produtor sênior da Homelands Productions, organização jornalística que produz séries independentes de documentários para a rádio pública. Ele leciona jornalismo internacional na University of Arizona.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-347146649911139515?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/347146649911139515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=347146649911139515&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/347146649911139515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/347146649911139515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/10/terra-sem-humanos.html' title='Terra sem humanos'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-6952757830014487338</id><published>2007-09-05T18:40:00.000-03:00</published><updated>2007-09-05T18:41:47.352-03:00</updated><title type='text'>Especial Reporter Brasil: O avanço da cana-de-açúcar</title><content type='html'>GRANDES REPORTAGENS&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=517"&gt;O lado azedo da cana &lt;/a&gt;A cana atravessa um novo ciclo. As exportações de açúcar e o consumo interno enchem de esperanças os grandes usineiros. Por outro lado, as condições de trabalho degradante a que são submetidos os cortadores de cana ainda preocupam sindicalistas e movimentos sociais&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=13"&gt;O Engenho Resiste&lt;/a&gt;No Brasil, a história da cana-de-açúcar confunde-se com a do país. Da fundação dos primeiros vilarejos até o desenvolvimento das tecnologias de ponta, a exploração da cana criou em torno de si relações que determinaram muito do que somos hoje. Mas enquanto a casa-grande evoluiu, a senzala se manteve.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=15"&gt;Mesma Vida Severina&lt;/a&gt;Através do sertão, agreste e zona da mata de Pernambuco, refez-se os passos de Severino, protagonista de Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto. Comparou-se a realidade para se constatar que pouco mudou nos últimos 45 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=1146"&gt;Risco do etanol está associado ao modelo de produção&lt;/a&gt;Sustentabilidade vai muito além da escolha do combustível que queima nos motores dos automóveis. Principal desafio está na mudança da estrutura de produção da cana-de-açúcar pautada apenas no lucro que concentra renda&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=1122"&gt;"Conselhão" analisará situação dos trabalhadores na cana&lt;/a&gt;Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social aprovou proposta feita pela CUT de criar um grupo de trabalho para analisar a situação dos trabalhadores envolvidos na produção de bioenergia&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=984"&gt;Cana pode prejudicar meio ambiente e produção de alimentos&lt;/a&gt;Antônio Thomaz Júnior, da Unesp, questiona argumentos apresentados pelo presidente Lula e diz que novas lavouras destinadas à produção de álcool podem ameaçar biomas importantes, como a Amazônia e o Pantanal&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=941"&gt;Via Campesina ocupa usina de cana em protesto contra capital estrangeiro&lt;/a&gt;Em manifestação pacífica, 800 mulheres ocuparam a maior usina produtora de cana para álcool do país, localizada na região de Ribeirão Preto (SP). No ano passado, 63% das ações da Cevasa foram compradas pela Cargill&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=880"&gt;Número de usinas deve aumentar 30% em cinco anos&lt;/a&gt;Demanda por álcool combustível nos mercados interno e externo é o grande incentivo. A cana avança rumo a Goiás, leste do Mato Grosso do Sul e Triângulo Mineiro, mas situação dos cortadores ainda mancha imagem das usinas&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=936"&gt;Sindicalistas e organizações camponesas discutem avanço da cana&lt;/a&gt;Seminário realizado em São Paulo reuniu militantes de movimentos sociais de seis países para debater os impactos ambientais e trabalhistas que o crescente interesse pelos biocombustíveis pode gerar na América Latina&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=583"&gt;Apesar do sucesso da cana, trabalhador continua na mesma&lt;/a&gt;O açúcar e o álcool combustível estão valorizados no mercado internacional, o que aumenta a procura pela cana brasileira. Porém, condições que levaram 13 pessoas à morte por excesso de trabalho não devem mudar tão cedo&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=505"&gt;Ministério Público quer acabar com remuneração por produção&lt;/a&gt;Depois da morte de 13 cortadores de cana, possivelmente por excesso de trabalho, órgão quer que usinas discutam nova forma de remuneração. Trabalhadores temem que medida resulte em redução de renda&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=416"&gt;Guariba, 1984: o ano que não quer acabar&lt;/a&gt;Mudou pouco a vida dos cortadores de cana que trabalham no interior de São Paulo desde que estourou grande revolta de 1984. Enquanto se recupera de um acidente, o maranhense Francisco Silva da Conceição sonha em voltar ao trabalho, que lhe dá R$ 2,50 por tonelada cortada&lt;br /&gt;GRANDES REPORTAGENS&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=517"&gt;O lado azedo da cana &lt;/a&gt;A cana atravessa um novo ciclo. As exportações de açúcar e o consumo interno enchem de esperanças os grandes usineiros. Por outro lado, as condições de trabalho degradante a que são submetidos os cortadores de cana ainda preocupam sindicalistas e movimentos sociais&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=13"&gt;O Engenho Resiste&lt;/a&gt;No Brasil, a história da cana-de-açúcar confunde-se com a do país. Da fundação dos primeiros vilarejos até o desenvolvimento das tecnologias de ponta, a exploração da cana criou em torno de si relações que determinaram muito do que somos hoje. Mas enquanto a casa-grande evoluiu, a senzala se manteve.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=15"&gt;Mesma Vida Severina&lt;/a&gt;Através do sertão, agreste e zona da mata de Pernambuco, refez-se os passos de Severino, protagonista de Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto. Comparou-se a realidade para se constatar que pouco mudou nos últimos 45 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTÍCIAS&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=1146"&gt;Risco do etanol está associado ao modelo de produção&lt;/a&gt;Sustentabilidade vai muito além da escolha do combustível que queima nos motores dos automóveis. Principal desafio está na mudança da estrutura de produção da cana-de-açúcar pautada apenas no lucro que concentra renda&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=1122"&gt;"Conselhão" analisará situação dos trabalhadores na cana&lt;/a&gt;Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social aprovou proposta feita pela CUT de criar um grupo de trabalho para analisar a situação dos trabalhadores envolvidos na produção de bioenergia&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=984"&gt;Cana pode prejudicar meio ambiente e produção de alimentos&lt;/a&gt;Antônio Thomaz Júnior, da Unesp, questiona argumentos apresentados pelo presidente Lula e diz que novas lavouras destinadas à produção de álcool podem ameaçar biomas importantes, como a Amazônia e o Pantanal&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=941"&gt;Via Campesina ocupa usina de cana em protesto contra capital estrangeiro&lt;/a&gt;Em manifestação pacífica, 800 mulheres ocuparam a maior usina produtora de cana para álcool do país, localizada na região de Ribeirão Preto (SP). No ano passado, 63% das ações da Cevasa foram compradas pela Cargill&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=880"&gt;Número de usinas deve aumentar 30% em cinco anos&lt;/a&gt;Demanda por álcool combustível nos mercados interno e externo é o grande incentivo. A cana avança rumo a Goiás, leste do Mato Grosso do Sul e Triângulo Mineiro, mas situação dos cortadores ainda mancha imagem das usinas&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=936"&gt;Sindicalistas e organizações camponesas discutem avanço da cana&lt;/a&gt;Seminário realizado em São Paulo reuniu militantes de movimentos sociais de seis países para debater os impactos ambientais e trabalhistas que o crescente interesse pelos biocombustíveis pode gerar na América Latina&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=583"&gt;Apesar do sucesso da cana, trabalhador continua na mesma&lt;/a&gt;O açúcar e o álcool combustível estão valorizados no mercado internacional, o que aumenta a procura pela cana brasileira. Porém, condições que levaram 13 pessoas à morte por excesso de trabalho não devem mudar tão cedo&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=505"&gt;Ministério Público quer acabar com remuneração por produção&lt;/a&gt;Depois da morte de 13 cortadores de cana, possivelmente por excesso de trabalho, órgão quer que usinas discutam nova forma de remuneração. Trabalhadores temem que medida resulte em redução de renda&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=416"&gt;Guariba, 1984: o ano que não quer acabar&lt;/a&gt;Mudou pouco a vida dos cortadores de cana que trabalham no interior de São Paulo desde que estourou grande revolta de 1984. Enquanto se recupera de um acidente, o maranhense Francisco Silva da Conceição sonha em voltar ao trabalho, que lhe dá R$ 2,50 por tonelada cortada&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-6952757830014487338?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/6952757830014487338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=6952757830014487338&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6952757830014487338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6952757830014487338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/09/especial-reporter-brasil-o-avano-da.html' title='Especial Reporter Brasil: O avanço da cana-de-açúcar'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-8813994939039716809</id><published>2007-09-05T08:54:00.000-03:00</published><updated>2007-09-05T08:55:38.269-03:00</updated><title type='text'>The Great Plastic Plague</title><content type='html'>By &lt;a title="View all stories by Tara Lohan" href="http://www.alternet.org/authors/8104/"&gt;Tara Lohan&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.alternet.org/"&gt;AlterNet&lt;/a&gt;. Posted &lt;a title="View all stories published on September 5, 2007" href="http://www.alternet.org/ts/archives/?date[F]=09&amp;date[Y]=2007&amp;amp;date[d]=05&amp;act=Go/"&gt;September 5, 2007&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;It turns out 'paper or plastic' is a life or death question for our environment.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They're ubiquitous. They accompany us home each time we shop. They swirl about our oceans, they cling to our trees, they drift down our city sidewalks, they adorn metal fences, they're consumed by animals.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They are an urban tumbleweed, a flag of the consumer era.&lt;br /&gt;Each year across the world some 500 billion plastic bags are used, and only a tiny fraction of them are recycled. Most of them will have a short lifetime with a consumer -- they'll be used for the few minutes it takes to get from the store to home and then they're thrown away.&lt;br /&gt;But what does "away" really mean? Plastic shopping bags can last up to a thousand years in a landfill. In the environment, they break down into tiny, toxic particles that become part of the soil and water. Fortunately, some communities in America have started taking serious action.&lt;br /&gt;Stephanie Barger has seen what washes up on the shores of Southern California. The executive director of &lt;a href="http://earthresource.org/"&gt;Earth Resource Foundation&lt;/a&gt;, Barger has helped clean up the sands of Orange County and has helped educate people about the effects of a society that embraces disposability.&lt;br /&gt;For every bag, there's a cost. &lt;a href="http://www.environmentcalifornia.org/oceans/reduce-ocean-pollution"&gt;Environment California&lt;/a&gt; reports that plastic bags, and other plastic refuse that end up in the ocean, kill up to one million sea creatures every year, such as birds, whales, seals, sea turtles, and others. And the number of marine mammals that die each year because of eating or being entanglement in plastic is estimated at 100,000 in the North Pacific Ocean alone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The &lt;a href="http://www.algalita.org/research.html"&gt;Algalita Marine Research Foundation&lt;/a&gt; learned that "broken, degraded plastic pieces outweigh surface zooplankton in the central North Pacific by a factor of 6-1. That means six pounds of plastic for every single pound of zooplankton." Which means, when birds and sea animals or looking for food -- more often, they are finding plastic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Our history with plastic bags is short but significant. &lt;a href="http://www.plasticsindustry.org/about/fbf/environment.htm#plasticbaghistory"&gt;The Film and Bag Federation&lt;/a&gt;, an industry group, reports that plastic sandwich bags were unveiled in 1957 and quickly became a part of our routine, with department stores adopting plastic shopping bags in the late '70s and supermarkets employing them by the early '80s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Although bags are given out free these days, they are not without their costs. Retailers in the United States spend $4 billion a year on plastic bags, which gets passed on to customers as higher prices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A global problem&lt;br /&gt;According to Vincent Coob, founder of &lt;a href="http://www.reusablebags.com/facts.php"&gt;reusablebags.com&lt;/a&gt;, about 500 billion to 1 trillion plastic bags are used worldwide every year and are causing a global epidemic. The enormous demand for plastic bags ties into the surging global demand for oil -- plastic bags are made from ethylene, a petroleum byproduct. In the United States alone, an estimated 12 million barrels of oil is used annually to make plastic bags that Americans consume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eliminating the use of disposable plastic bags is about more than just the environment," said Barger, "it is about health, sustainability, economics and focusing on what kind of quality of life we want."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A growing list of communities and countries are beginning to rethink their dependence on plastic bags. Already a complete or partial ban on the bags has been approved in Australia, South Africa, parts of India, China, Italy, Bangladesh and Taiwan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Africa has seen an increasing problem with bags as Environmental News Network reports, "South Africa was once producing 7 billion bags a year; Somaliland residents became so used to them they renamed them "flowers of Hargeisa" after their capital; and Kenya not so long ago churned out about 4,000 tons of polythene bags a month."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Asia, the bags were banned in 2002 in Bangladesh after they were considered to be major factors in blocking sewers and drains and contributing to the severe flooding that devastated the country in 1988 and 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taking a different route, in 2002, Ireland imposed a 15-cent tax on bags, which led to a rapid 90 percent reduction in use. Ireland uses the tax to help fund other environmental initiatives. Bags are also taxed in Sweden and Germany, and are set to be banned outright in Paris this year.&lt;br /&gt;In the United States, Californians Against Waste estimate that Americans consume 84 billion plastic bags annually. The United States has been slow out of the gate in addressing the growing problem with plastic, but recently momentum has started for positive change.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Currently 30 rural Alaskan villages and towns have banned plastic bags. And in March the city of San Francisco became the first major municipality to ban the use of plastic bags, and nearby Oakland has followed suit, but not without controversy and litigation from industry groups.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-8813994939039716809?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/8813994939039716809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=8813994939039716809&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8813994939039716809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8813994939039716809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/09/great-plastic-plague.html' title='The Great Plastic Plague'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-504572606055305223</id><published>2007-08-27T18:57:00.000-03:00</published><updated>2007-08-27T18:59:53.894-03:00</updated><title type='text'>Grilagem e desmatamento</title><content type='html'>É necessário que as políticas públicas para a Amazônia parem de estimular a invasão de terras. &lt;br /&gt;por Roberto Smeraldi para &lt;a href="http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/grilagem_e_desmatamento.html"&gt;SciAmerican&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo anuncia planos antidesmatamento para a Amazônia, mas a derrubada de árvores aumenta. Uma explicação é que falta foco no que mais influencia o problema. A grilagem de terras se confirmou, em 2004, fator primordial, abrindo novas fronteiras antes mesmo da chegada de atividades econômicas. Há duas ações concretas e complementares, ao alcance do governo e de grande impacto, a se realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira seria reverter os estímulos à grilagem gerados pela perspectiva de valorização da terra, principalmente graças ao anúncio de obras de infra-estrutura que atraem fluxos invasores. Tais obras demoram para iniciar ou até não acontecem, mas seu anúncio é suficiente para gerar especulação. Os dados de 2004 são claros. Os principais aumentos do desmatamento - Jacareacanga, PA, com mais 688%, assim como as vizinhas Itaituba e Novo Progresso - refletem diretamente o anúncio, em 2003, do asfaltamento do trecho paraense da BR-163: mesmo sem ter asfaltado um só quilômetro até hoje, o chamado foi suficiente para atingir os picos na taxa de desmatamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo não retirou do plano plurianual (PPA) obras que provocam expectativa de ocupação de terras públicas, principalmente na Amazônia sul-ocidental, a partir de Rondônia: o asfaltamento da BR-319 (Manaus-Porto Velho) e BR-210 (Humaitá-Lábrea), o gasoduto Urucu-Porto Velho, as usinas e hidrovia do Alto Madeira. No caso da BR-319, chegou-se ao paradoxo de destinar verbas orçamentárias, em 2005, para uma obra inviável e ilegal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fluxos de grilagem oriundos de Rondônia foram responsáveis pelo recorde absoluto de desmatamento, em Aripuanã-MT-, com 1.041 km2, um aumento de 47%. Os mesmos fluxos levaram, pela primeira vez, um município do Amazonas à lista dos dez mais desmatados: Lábrea registrou aumento de 87%. Dentro de Rondônia, associados ao avanço da estrada federal ilegal BR-421 provocaram o quarto maior aumento no Brasil, em Buritis (mais 188%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também Altamira, PA, registra um forte desmatamento (quinto em absoluto, com 682 km2) em função do efeito BR-163 (que atinge parte de seu território), além dos anúncios de asfaltamento da Transamazônica e de construção da Hidrelétrica de Belo Monte. Todos os anúncios reforçaram a indústria de grilagem na região.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-504572606055305223?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/504572606055305223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=504572606055305223&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/504572606055305223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/504572606055305223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/08/grilagem-e-desmatamento.html' title='Grilagem e desmatamento'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-1947200712836953614</id><published>2007-08-26T23:16:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T20:54:17.727-02:00</updated><title type='text'>O dilema do ser humano</title><content type='html'>Esses dias foi exibido no Rio o festival de cinema ambiental &lt;a href="http://www.fica.art.br/ultimasnoticias_023.php"&gt;FICA&lt;/a&gt; , não pude ver a todos, mas aquele que recomendo é MEU PRIMEIRO CONTATO, um documentário comovente sobre a história de uma tribo amazônica transferida para o Xingú pela equipe do Orlando Villas Boas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme mostra o primeiro contato dessas pessoas com a cultura dos "brancos" e o processo de interferência causado por nós ao tentarmos olhar culturas alheias sob nossas perspectivas. Há o registro da inocência e do medo de seus personagens no primeiro encontro, em contraste à situação de arrependimento de hoje. A história termina com depoimentos de pessoas enclausuradas em suas esperanças de retornar à terra de suas origens e que agora são utilizadas para pasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E em meio à exibição dos filmes, pessoas de grande importância na disseminação da linguagem ambiental vieram expor suas posições frente aos nossos dilemas atuais. Leonardo Boff, André Trigueiro e Marcos Sá Correa foram perfeitos e complementares em suas conclusões e limitações como seres humanos que tentam "fazer a sua parte" abrindo o debate ambiental a todas às culturas e populações desse Brasil. Iniciativas como o FICA, assim como os novos meios de comunicação desenvolvidos pelas novas ferramentas tecnológicas servem, especialmente, à disseminação do debate ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluímos que não é preciso anos de academia, ou a leitura de milhares de títulos, para chegarmos a simples conclusão do tamanho do problema que enfrentamos, assim como a falta de perspectivas vergonhosamente empurrada às futuras gerações. "Qual o futuro para a humanidade?", "Temos jeito?" foram questionamentos colocados a todos os participantes pela platéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como resposta, todos os palestrantes foram uníssonos ao apontar o consumo como a grande origem desse desequilíbrio catastrófico. Pois é o consumo e, a forma como consumimos, que geram esse modelo de produção que vem literalmente consumido todos os recursos da Terra até sua exaustão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Contexto, personagem e roteiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Identificadas os papéis do drama ambiental planetário, a platéia volta para casa sabendo que algo tem de ser feito e que de alguma maneira vamos ter que "fazer a nossa parte". É extremamente desconfortante voltar para casa sem tentar pensar numa idéia, sem questionar uma solução antes que nossas vidas tornem-se desesperançosas. Uma idéia torna-se uma esperança e, uma ação, um alívio. E foi assim que decidi não comer mais carne alguns punhados de anos atrás, como uma atitude que me trouxesse algum alívio. Mas jamais imaginei a tamanha dor de cabeça que declarar-se vegetariano pode causar. Convido todos a experimentar, declare-se vegetariando, mesmo que de brincadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo que é desconfortante, não como o desconforto anterior de sentir-se perdendo a estrada por onde seguir, mas é o desconforto de tornar-se um espelho nítido; colocando na frente de todos a resposta para perguntas que ninguém ousa fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até quando deixaremos oculto, velado, trancado e maquiado nosso maior "bem" de consumo, aquele nosso maior "produto" que para ser "fabricado" utiliza quantos planetas forem necessários a saciar uma fome sem fim? E ainda quais as forças culturais que nos levam a esconder de nós mesmos tamanha verdade? Você conhece a violência gerada num prato de comida? Abaixo uma indicação de livro para quem não entendeu "patavinas" dessa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Clarissa Taguchi, decidida a encarar-se vegana (uma consumidora vegetariana ética) há quase uma semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/RtI8CQ3seyI/AAAAAAAAASg/1D-W4xJpkYs/s1600-h/dilema_onivoro_capa125x180.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103207337350167330" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/RtI8CQ3seyI/AAAAAAAAASg/1D-W4xJpkYs/s400/dilema_onivoro_capa125x180.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;O Dilema do Onívoro de Michael Pollan, Editora Intrínseca, 2006&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A insensatez do agronegócio é objeto deste livro fascinante, que faz sucesso crescente à medida que os leitores descobrem a importância de saber como se estrutura a indústria dos alimentos que chegam diariamente às suas mesas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Luiz Prado para &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/conteudo_243522.shtml"&gt;Planeta Sustentável&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos EUA, são necessárias duas calorias de fertilizantes sintetizados a partir do petróleo para produzir uma caloria de milho. E como o gado bovino é alimentado com milho, quase um barril de petróleo é consumido para cada animal abatido. Os excedentes da produção de milho estão na origem tanto da abundância quanto da obesidade. Os subsídios governamentais são generosos, o alimento industrializado tem preços baixos, mas dão origem aos altos índices de obesidade que custam algo em torno de 90 bilhões de dólares por ano em despesas médicas. Ou esses excedentes atravessam a fronteira do México, onde liquidam com os pequenos produtores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda uma complexa cadeia de interesses gira em torno da produção de milho, impedindo que cessem os subsídios. A insensatez do agronegócio é objeto de um fascinante livro intitulado "O Dilema do Onívoro", que faz sucesso crescente à medida que os leitores descobrem a importância de saber como se estrutura a indústria dos alimentos que chegam diariamente às suas mesas. O livro de Michael Pollan certamente é um importante alerta para um Brasil que se pretende transformar numa Arábia Saudita dos biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro começa pela descrição da gigantesca monocultura de milho no estado de Iowa e volta até a origem da alta produtividade, com raízes na produção de sementes híbridas na década de 30, permitindo a mecanização da lavoura e dando início a um processo que rapidamente transformará os agricultores em reféns - mais do que em beneficiários - da agroindústria. Ao final da segunda guerra mundial, quando os Estados Unidos detinham imensos estoques de nitrato de amônia para a fabricação de explosivos, a solução encontrada foi o uso intensivo de fertilizantes. Também a indústria de pesticidas se estrutura com base nos estoques de produtos químicos destinados à fabricação de gases venenosos para uso militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os excedentes da produção de milho precisam encontrar mercados e logo começam a ser utilizado na alimentação de animais, mesmo dos ruminantes, cujo sistema digestivo não é adaptado ao consumo de cereais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo em busca da cadeia produtiva da agroindústria, Pollan viaja até Garden City, no estado de Kansas, e descreve a criação de gado bovino confinado, alimentado com milho, antibióticos e outros medicamentos, suplementos alimentares e estrogênio, gordura liquefeita e uréia sintetizada a partir do gás natural. Trinta e sete mil cabeças numa instalação que na linguagem da agroindústria norte-americana é conhecida como Operação Concentrada de Alimentação Animal (CAFO - Concentrated Animal Feeding Operation).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essa instalação se parece como uma cidade pré-moderna, sem espaço, imunda e mal-cheirosa, com o esgoto a céu aberto, ruas sem pavimentação e o ar tornado visível pela poeira. (...) A concentração de animais em meio à falta de higiene sempre foi uma receita para doenças. A única razão pela qual não ocorrem epidemias como nas cidades humanas medievais é o uso intensivo de antibióticos. (...) Essa alimentação da à carne a textura e o sabor que os consumidores norte-americanos passaram a gostar. No entanto, essa carne é menos saudável para nós, já que contem teor mais elevado de gorduras saturadas e menos ômega-3 do que as carnes do bovino alimentado no pasto. (...) Na medida em que se avança na compreensão desse sistema de produção, torna-se inevitável questionar se o que parece racional não é também uma loucura total".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, o autor disseca o processamento dos alimentos consumidos nos EUA. Pode-se dizer que o cereal matinal é o protótipo desse modelo: a indústria transforma 4 centavos de dólar de milho comprado como commodity em 4 dólares de alimentos processados, com novas formas e sabores, vendidos em embalagens que atraem o olhar do consumidor, tudo com o apoio de grandes campanhas publicitárias. Para cada caloria de alimento assim processado são necessárias 10 calorias de combustível fóssil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Na General Mills eu ouvi, pela primeira vez, a expressão sistema alimentar. Essa expressão é mais atrativa e indicadora da alta tecnologia do que a palavra comida. E evita as conotações negativas de sua antecessora, alimento processado industrialmente. Os especialistas do setor falam, também, em proteína vegetal texturizada e em nutracêuticos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí, o caminho até o McDonald's é denso de truques apoiados em estudos de mercado e na "ciência da alimentação". Foi o esforço para aumentar a receita de cadeias de cinema que, depois de muitas experiências, levou à criação dos imensos sacos de pipoca e copos de soda que hoje estão presentes em todos os locais dos EUA, tendo as crianças como alvo principal. Três em cada cinco norte-americanos têm o peso mais elevado do que o recomendável, um em cada cinco é obeso, e cada criança nascida depois de 2000 tem 33% de possibilidades de desenvolver diabetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Atualmente, 19% das refeições norte-americanas são feitas em automóveis. Refeições compradas sem que a porta do veículo precise ser aberta, comidas sem que o carro tenha que parar, com o uso de uma só mão. De fato, essa é a genialidade dos nuggets de frango: poder consumir sem o uso de prato ou garfo. Não há dúvidas de que os pesquisadores do McDonald's estão neste momento trabalhando para que se possa fazer o mesmo com uma simples salada."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro de Pollan segue por caminhos fascinantes e sua leitura nos faz perguntar se é isso que queremos. A afirmação de que não haverá necessidade de desmatamento para a produção e a exportação de imensas quantidades de biodiesel se baseia na avaliação de que grandes áreas de pastagens podem ser convertidas para monoculturas de oleaginosas com um pouco de modernização de nossa agricultura... Isso, apenas para começar uma reflexão mais profunda sobre estilos de vida na era pós-petróleo.&lt;br /&gt;1 &lt;a class="f10" onclick="F_Pagina('1')" href="javascript:void(0)"&gt;2&lt;/a&gt; &lt;a class="f10" onclick="F_Pagina('2')" href="javascript:void(0)"&gt;3&lt;/a&gt; &lt;a class="f10 verde" onclick="F_Pagina('1')" href="javascript:void(0)"&gt;próximo &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-1947200712836953614?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/1947200712836953614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=1947200712836953614&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1947200712836953614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1947200712836953614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/08/o-dilema-do-ser-humano.html' title='O dilema do ser humano'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/RtI8CQ3seyI/AAAAAAAAASg/1D-W4xJpkYs/s72-c/dilema_onivoro_capa125x180.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-1497867531085199537</id><published>2007-08-26T17:15:00.000-03:00</published><updated>2007-08-26T17:19:30.012-03:00</updated><title type='text'>The Shift Movie -Trailer</title><content type='html'>"The biggest moviment in human history". Saiba qual é assistindo esse trailer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;THE SHIFT movie raises awareness to the story of our roles in an evolutionary shift in our collective consciousness.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As it chronicles the faces, the stories and leaders assisting in this social transformation, the film reveals its emergence &amp; meaning. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OOzG0z1K3Do"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/OOzG0z1K3Do" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-1497867531085199537?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/1497867531085199537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=1497867531085199537&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1497867531085199537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1497867531085199537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/08/shift-movie-trailer.html' title='The Shift Movie -Trailer'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-275009427876977194</id><published>2007-08-23T10:22:00.000-03:00</published><updated>2007-08-23T10:23:26.386-03:00</updated><title type='text'>Cientistas alertam: biocombustíveis podem gerar mais CO2 que gasolina</title><content type='html'>Produzir cada vez mais biocombustíveis com o intuito de combater as mudanças climáticas irá lançar na atmosfera uma quantidade ainda maior de gases derivados do carbono. A constatação é de um estudo publicado hoje na revista de divulgação científica Science.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores Renton Righelato e Dominick Spracklen, da Universidade de Leeds (Reino Unido), compararam por 30 anos a quantidade de CO2 emitido por veículos movidos a biocombustíveis com a quantidade de CO2 absorvida pelas florestas no mesmo período de tempo, num estudo chamado "Carbon Mitigation by Biofuels or by Saving and Restoring Forests?" (A Mitigação do Carbono pelos Biocombustíveis ou pela Conservação e Recuperação das Florestas?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os pesquisadores medidas ligadas à preservação de áreas verdes, como o reflorestamento, são de duas a nove vezes mais eficazes para a redução de CO2 na atmosfera do que o uso de biocombustíveis no lugar da gasolina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião dos autores da pesquisa, governos preocupados em reduzir a quantidade de gases poluentes deveriam incentivar medidas de conservação e cuidado das florestas enquanto são desenvolvidos motores totalmente limpos para o meio-ambiente, já que o uso de biocombustíveis não se mostrou tão eficiente com relação à gasolina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores utilizaram um período de 30 anos, pois acreditam que este será o tempo para o surgimento de novas tecnologias totalmente livres da emissão de CO2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;César Tizo para Auto Estrada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-275009427876977194?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://autoestrada.uol.com.br/interno.cfm?id=1637' title='Cientistas alertam: biocombustíveis podem gerar mais CO2 que gasolina'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/275009427876977194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=275009427876977194&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/275009427876977194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/275009427876977194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/08/cientistas-alertam-biocombustveis-podem.html' title='Cientistas alertam: biocombustíveis podem gerar mais CO2 que gasolina'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-6009876986931835317</id><published>2007-08-22T10:02:00.000-03:00</published><updated>2007-08-22T10:05:52.701-03:00</updated><title type='text'>Conheça os acordos internacionais que visam a um mundo mais sustentável</title><content type='html'>Por: Flávia Furlan Nunes&lt;br /&gt;21/08/07 - 15h45&lt;br /&gt;InfoMoney&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÃO PAULO - Políticas e ações de diversos países são necessárias para que se preserve o planeta. Afinal, a emissão de gases poluentes em uma nação gera o aquecimento em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fórum das Nações Unidas ajuda os países a seguirem o caminho do desenvolvimento sustentável e mostra que há milhares de pessoas dispostas a agir e contribuir neste sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acordos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para que este objetivo seja alcançado, são elaborados documentos, a serem assinados pelos países, com obrigações a cumprir durante alguns anos em prol da sociedade e do meio ambiente. Conheça, abaixo, alguns deles listados pela ONG Vitae Civilis - Instituto para o Desenvolvimento, Meio Ambiente e Paz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declaração Universal dos Direitos Humanos: é um importante documento aprovado, em 1948, pela Assembléia Geral das Nações Unidas, para definir e detalhar os direitos humanos que devem ser seguidos por todos os países;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declaração da ONU sobre o Ambiente Humano: mais comumente chamada de Declaração de Estocolmo, contém mais de vinte princípios que devem ser respeitados sobre cuidados relativos ao ambiente e aos seres humanos. Foi firmado em 1972;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declarações Nações Unidas Meio Ambiente e Desenvolvimento: firmadas durante o RIO-92, contêm 27 princípios que devem ser adotados pelos Estados para garantir a integridade da vida no planeta, inclusive sobre instrumentos e políticas que devem ser implementados para se garantir a participação dos cidadãos em processos de tomada de decisões. Em seu Princípio 10, por exemplo, afirma a importância de se permitir o acesso às informações que facilitem a participação e a tomada de decisões;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agenda 21: é um processo participativo que envolve o poder público, o setor privado e a sociedade civil, para a elaboração de uma agenda de compromissos, ações e metas, para transformar o desenvolvimento de uma região (Agenda 21 Local), de um país (Agenda 21 Brasileira) e até mesmo do mundo todo (Agenda 21 Global), com base nos princípios da sustentabilidade da Vida. Em outras palavras, sustentabilidade refere-se a proteger o meio ambiente, valorizar a diversidade cultural, promover a justiça e a melhoria da qualidade de vida para todos, da geração atual e das gerações futuras, e orientar as atividades econômicas e geração de renda para essas finalidades; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agenda ya wananchi: documento aprovado em conferência realizada em Paris, em dezembro de 1991 como uma plataforma de ONGs, povos indígenas e comunidades tradicionais para a Rio-92;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carta da Terra: trata-se de um documento com princípios éticos fundamentais e diretrizes de condutas para orientar pessoas, organizações e países para a sustentabilidade do planeta;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protocolo de Cartagena de Biossegurança: fruto da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), é o último importante passo em busca da conservação da biodiversidade no cenário internacional. O Governo Brasileiro, na qualidade de país rico em biodiversidade, isto é, um megabiodiverso, tem exercido importante atuação nas discussões internacionais que acontecem dentro da CDB, cujo avanço social importante é o reconhecimento da relevância dos conhecimentos, práticas e inovações dos Povos Indígenas para a preservação da biodiversidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conferência sobre as Metas de Desenvolvimento da ONU: os objetivos foram estabelecidos pela ONU, na Conferência do Milênio no ano de 2000, com base em compromissos da Agenda 21 (Rio-92), da Cúpula de Desenvolvimento Social (Copenhague, 1995) e de outras grandes conferências das Nações Unidas nos anos 1990. Para cada objetivo geral foram definidas várias metas, para serem concretizadas até 2005 em todos os países. Os oito objetivos são: a erradicação da pobreza e da fome; a universalização do acesso à educação primária; a promoção da igualdade entre os gêneros; a redução da mortalidade infantil; a melhoria da saúde materna; o combate à AIDS, malária e outras doenças; a promoção da sustentabilidade ambiental; o desenvolvimento de parcerias para o desenvolvimento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declaração de Collevecchio: Com seis compromissos que orientam os bancos, a declaração serve de exemplo para diversos setores da economia global que também precisam de práticas sustentáveis para evitar o envolvimento com indivíduos ou empresas que desconsideram ações que valorizam os direitos humanos, sociais, entre outros;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protocolo de Kyoto: estabelece uma meta média de cerca de 5% de redução das emissões de gases de efeito estufa nos países industrializados, a qual deverá ser atingida, individual ou conjuntamente, no período entre 2008 e 2012. As metas de redução das emissões acordadas no Protocolo são inferiores às esperadas por cientistas e ambientalistas, e para alguns países (como os da União Européia) são menores que as promessas feitas pelos seus próprios governantes. Os EUA e a Austrália anunciaram que não vão ratificar o Protocolo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-6009876986931835317?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/6009876986931835317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=6009876986931835317&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6009876986931835317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6009876986931835317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/08/conhea-os-acordos-internacionais-que.html' title='Conheça os acordos internacionais que visam a um mundo mais sustentável'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-1248649621154026336</id><published>2007-08-20T10:21:00.000-03:00</published><updated>2007-08-20T10:22:02.647-03:00</updated><title type='text'>Consumo é o grande tabu da mídia da catástrofe climática</title><content type='html'>Por Mariano Senna da Costa (*) para Ambiente Já&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentar entender a mudança climática pelos grandes veículos é um convite à esquizofrenia. Desde que o Painel Intergovernamental da Mudança Climática (IPCC, sigla em inglês) divulgou em fevereiro seu segundo relatório confirmando a responsabilidade humana sobre o fenômeno, alternam-se na mídia versões e contra-versões a respeito das causas e efeitos do problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo interessante foi o da edição de junho da revista alemã Cicero. "A mentira do clima - Um dossiê contra o Eco-pânico", dizia o título. Entre análises parciais sobre o interesse de ONGs no assunto e um glossário com as dúvidas que ainda persistem na discussão, a revista criticou a forma sensacionalista como a grande imprensa tem abordado a questão. Logo na primeira página do texto há uma reprodução da capa de dois jornais de Berlim, o Die Tageszeitung e o Berliner Zeitung. Ambos publicados no dia 03 de Fevereiro, noticiando a profecia da ONU para a catástrofe climática, mas exibindo em suas capas cenários opostos. Um trazia uma montagem do portão de Brandenburgo, símbolo turístico da capital alemã, inundado. O outro ilustrava o mesmo lugar transformado em um deserto. Independente das diferentes interpretações, o fato é que mesmo prevendo catástrofes, a grande mídia ainda se nega a debater o ponto nevrálgico para enfrentar a mudança climática: o consumo. Seja na Europa, nos EUA ou na América Latina e salvo raríssimas exceções, nenhum veículo toca no assunto. E ele não é nenhuma novidade. "Como pode a economia crescer infinitamente num planeta finito? De onde virão os recursos? Temos que mudar a forma de contabilizar o uso dos nossos recursos", defendia o ecologista José Lutzenberger jà na década de 90. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clima de consumo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente o alerta vem sendo reforçado por experts do aquecimento global. "Nós vamos ter problemas tanto com a quantidade de consumo quanto com o padrão das coisas que compramos", declarou o pesquisador do INPE, Carlos Nobre, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo no dia 8 de março deste ano. Como uma das maiores autoridades brasileiras sobre a mudança climática, Nobre faz coro com outros nomes conhecidos internacionalmente. Em seu último livro "The Revenge of Gaia" (A Vingança de Gaia), James Lovelock diz que o maior desafio mundial na luta contra a mudança climática é o que ele chamou de "inércia social". "Pense em como será difícil para nações como China, Índia e Estados Unidos mudar o comportamento de suas populações", traz o texto publicado em fevereiro de 2006. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das tentativas de abordar o tema de forma mais profunda e abrangente foi feita pelos norte-americanos Michael Maniates, Thomas Princen e Ken Conca no livro "Confronting Consumption" (Confrontando o Consumo). Publicado em 2002 o livro descreve cases, faz análises e reflexões sobre conceitos tipo "imersão social do consumo", "soberania do consumidor" e "políticas do consumo". "O desafio não é apenas confrontar o consumo, mas transformar as estruturas que o sustentam", diz a conclusão do livro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicidade é uma dessas estruturas. "Realmente é uma questão ainda sem respostas. Como mudar a mentalidade das pessoas, como fazê-las refletir sobre a abundância de que dispõe, se o sistema de comunicação que as condiciona e educa diariamente depende primordialmente da publicidade, das vendas e do consumo? Eu realmente não sei", declara Michael Maniates, &lt;br /&gt;professor de ciência política e ciência ambiental no Allegheny College na Pennsylvania. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciativa x Inércia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as iniciativas que tentam enfrentar o desafio está a revista "Adbusters". Com sede no Canadá e 90 mil "apoiadores" em todo o mundo, ela visa combater o que chama de "poluição física e mental" das grandes corporações. Na capa de Agosto do site há um artigo sobre a iniciativa da Prefeitura de São Paulo de regular a publicidade ao ar livre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia vem sendo seguida por outras capitais brasileiras, como Porto Alegre, mas em ambos os casos os argumentos para a implementação de leis que regulem a publicidade não tem a ver com a "racionalização do consumo", mas com o que se pode chamar de "bem-estar urbano". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De maneira geral mídia e governos falam confortavelmente sobre uma solução tecnológica ou política para o controle das emissões de gases estufa. Porém, parecem não querer ver que quando o foco é o indivíduo as contradições continuam cada vez maiores. "Conheço uma mulher absolutamente convencida de que algo precisa ser feito. Mas ela nem cogita deixar de ter a água da sua piscina na temperatura de uma taça de chá bem quente durante &lt;br /&gt;todo o inverno, não importa o que isto custe", exemplifica a jornalista britânica Deborah Orr em artigo no 'The Independent'. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das poucas vozes a atacar sistematicamente a incoerência de políticos e grandes empresas de comunicação, ela usa a autocrítica como forma de abordar temas escamoteados do noticiário. "Em alguns momentos, a habilidade para convencer a nós mesmos de que desastres são coisas que acontecem com outras pessoas é realmente muito poderosa", comenta ela em outro artigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentado confortavelmente em seu jardim no subúrbio de Berlim, o médico aposentado Claus Kuhlmann, sabe que o consumo é um ponto importante no debate para "salvar o mundo". Mas ele também sabe quão difícil é imaginar uma mudança de hábitos. "Dói só de pensar em reduzir aquilo que normalmente compro, mesmo que seja algo supérfluo", admite. Aos 64 anos, Claus acredita que só depois que "algo muito grave acontecer" é que as pessoas talvez acordem. "Dificíl imaginar um mundo sem crescimento econômico, sem capitalismo. É como pensar numa volta à idade média", comenta ele, concordando com o slogam da cúpula do G8 deste ano: "Nenhuma política do clima sem a economia". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Otimismo e Ceticismo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Wolfgang Pomrehn, geofísico e meteorologista que atua como jornalista especializado em assuntos do clima e energia desde meados da década de 90, a redução do consumo não é nem desejável, nem factível. "Eu sou cético quanto a isso. Primeiro há uma questão moral aí, pois mesmo na Alemanha, há pessoas que já consomem o mínimo, que dirá em outros países do mundo". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto, segundo ele, diz respeito a questões como a estrutura e a tecnologia de geração, sobre as quais o cidadão comum tem pouca ou nenhuma influência. "Para os proprietários de apartamentos e casas alugadas, por exemplo, pouco interessa se os inquilinos precisam gastar mais ou menos energia com aquecimento por conta das condições do isolamento térmico dos &lt;br /&gt;imóveis". Wolfgang defende assim, uma série de medidas políticas de difícil implementação. Entre elas está uma valorização do transporte coletivo, em detrimento da "cultura do automóvel". Isso sem afetar o bem estar social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Algumas medidas já estão sendo postas em prática, mas ainda são muito poucas e vem aparecendo muito devagar", avalia ele que em setembro estará lançando um livro sobre o tema. Apesar da inércia do debate, o otimismo continua sendo a base do discurso oficial. "Uma das coisas maravilhosas do capitalismo é que a economia consegue aperfeiçoar aquilo que o público deseja comprar", acredita o secretário de meio ambiente da Embaixada brasileira em Berlim, Flávio Mello. E essa visão também é válida para a "sustentabilidade da mídia". "Eu acho que é possível que os órgãos publicitários e a iniciativa privada de modo geral se antecipem a essa necessidade de mudança. Acho que o 'consumo destrutivo' tende a diminuir progressivamente porque ele é autodestrutivo e as pessoas têm instinto de preservação", pondera o secretário que é um dos interlocutores da política brasileira para biocombustíveis na Alemanha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, uma das grandes promessas para combater os problemas provocados pela queima de combustíveis fósseis é a sua substituição por produtos de origem vegetal. Pelo menos para o Brasil. "Para discutir a questão climática com seriedade, tem que olhar a questão dos biocombustíveis. E olhar com muito carinho", avisou o presidente Lula durante o encontro do G8 na Alemanha. O objetivo, segundo o presidente, seria convencer o mundo de que os biocombustíveis são a solução para a substituição dos combustíveis fósseis, para a despoluição do planeta e para a geração de renda. "Os países ricos precisam aceitar que os países em desenvolvimento têm o direito de crescer como eles cresceram, para conquistar a mesma qualidade de vida que eles conquistaram", arrematou Lula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na contramão desse discurso estão entidades malditas para o establishment. "Não creio que os países em desenvolvimento precisam ser ajudados pelos países desenvolvidos. Devemos lutar todos juntos por uma mudança de paradigma", acredita a agricultora francesa, Isabelle Rouet, de 27 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integrante da Via Campesina, ela defende que antes de falar em substituição de combustíveis é fundamental reduzir o seu consumo. "As pessoas na Europa devem entender que elas usam muito mais recursos do que dispõe. Esse excedente vem de fora, através de uma relação comercial bastante desequilibrada". Para Isabelle a simples mudança de produtos, ou insumos não tornará as relações entre ricos e pobres mais justa. "É uma questão de cultura e filosofia". Mas movimentos como a Via Campesina, que só na França tem cerca de 10 mil membros, estão fora do governo e da grande mídia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;(*) Mariano Senna da Costa é da Ambiente JÁ.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-1248649621154026336?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/1248649621154026336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=1248649621154026336&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1248649621154026336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1248649621154026336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/08/consumo-o-grande-tabu-da-mdia-da.html' title='Consumo é o grande tabu da mídia da catástrofe climática'/><author><name>Gustavo Barreto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_HT9MC-9CAAQ/STAm7VyuTiI/AAAAAAAAAuE/mess0N6_dXs/s1600-R/carinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-8053537601113717435</id><published>2007-08-09T10:54:00.000-03:00</published><updated>2007-08-09T10:55:10.915-03:00</updated><title type='text'>Linhagem quebrada</title><content type='html'>&lt;span class="newstit2"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="boletimtexto3"&gt;&lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt; – A evolução humana nos últimos dois milhões de anos é descrita como uma sucessão de espécies: do &lt;i&gt;Homo habilis&lt;/i&gt; ao &lt;i&gt;Homo erectus&lt;/i&gt; e desse para o &lt;i&gt;Homo sapiens&lt;/i&gt;. Fim de uma, começo da outra. Costumava ser assim, mas um novo estudo coloca seriamente em dúvida essa linhagem evolutiva.  &lt;p&gt; A análise de fósseis encontrados em 2000 no Lago Turkana, no Quênia, indica que as espécies &lt;i&gt;Homo habilis&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Homo erectus&lt;/i&gt; coexistiram no leste da África. E não por pouco tempo, mas por quase 500 mil anos. A descoberta está descrita na edição de 9 de agosto da revista &lt;i&gt;Nature&lt;/i&gt;.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “A coexistência faz com que seja improvável que uma tenha evoluído a partir da outra”, disse Meave Leakey, uma das líderes do estudo. Segundo a paleontóloga, as duas espécies teriam surgido entre 2 milhões e 3 milhões de anos atrás, período do qual apenas poucos fósseis foram encontrados até o momento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os pesquisadores apontam que, como as duas se mantiveram como espécies separadas por tanto tempo, elas provavelmente tiveram seus próprios nichos ecológicos e evitaram competição direta. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Até então, o &lt;i&gt;H. erectus&lt;/i&gt; era considerado o primeiro ancestral a compartilhar muitas similaridades com o homem moderno. Mas, de acordo com os pesquisadores responsáveis pela descoberta, o fóssil do &lt;i&gt;H. erectus&lt;/i&gt;, o menor até hoje encontrado, sugere que a espécie não era tão humana como se imaginava.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os fragmentos fósseis encontrados do &lt;i&gt;H. habilis&lt;/i&gt; têm idade estimada em 1,44 milhão de anos, o que o torna muito mais “jovem” do que seria de se esperar. O especialmente bem preservado crânio do &lt;i&gt;H. erectus&lt;/i&gt; é mais velho: tem 1,55 milhão de anos. A análise também indicou que as espécies apresentavam dimorfismo sexual, com os machos sendo muito maiores do que as fêmeas – como nos gorilas atuais. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O estudo foi liderado por Meave Leakey e por sua filha, Louise. Nascida no Quênia, Louise é filha de Richard Leakey, que por sua vez tem como pais Louis e Mary, todos antropólogos renomados e com importantes descobertas em seus currículos. A dupla Louise e Meave descobriu, em 1999, o &lt;i&gt;Kenyanthropus platyops&lt;/i&gt;, o “homem de rosto achatado do Quênia”, que teria vivido há cerca de 3,5 milhões de anos e que seria um ancestral do &lt;i&gt;Homo sapiens&lt;/i&gt;.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; O artigo &lt;i&gt;Implications of new early Homo fossils from Ileret, east of Lake Turkana, Kenya&lt;/i&gt;, de Louise Leakey e outros, pode ser lido por assinantes da &lt;i&gt;Nature&lt;/i&gt; em &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.nature.com/" target="_blank"&gt;www.nature.com&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-8053537601113717435?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=7570' title='Linhagem quebrada'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/8053537601113717435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=8053537601113717435&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8053537601113717435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8053537601113717435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/08/linhagem-quebrada.html' title='Linhagem quebrada'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-8360396957362500013</id><published>2007-08-08T16:35:00.000-03:00</published><updated>2007-08-08T16:39:50.087-03:00</updated><title type='text'>Ecoturismo ou Greenwashing?</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:11;"  &gt;&lt;strong&gt;Thiago Cássio D'Ávila Araújo (*) para Ambiente Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Greenwashing&lt;/em&gt; é um termo em língua inglesa usado quando uma empresa, organização não governamental (ONG), ou mesmo o próprio governo, propaga práticas ambientais positivas e, na verdade, possui atuação contrária aos interesses e bens ambientais. Trata-se do uso de idéias ambientais para construção de uma imagem pública positiva de "amigo do meio ambiente" que, porém, não é condizente com a real gestão, negativa e causadora de degradação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;greenwashing&lt;/em&gt; tem sido uma prática de gestão (nociva, diga-se de passagem) muito adotada por empresas ligadas a diversos ramos da atividade econômica (corporate greenwashing). Em brilhante artigo intitulado "Green is the colour of money" (www.goodmagazine.com), a jornalista norte-americana Amanda Witherell denuncia que empresas estão investindo dinheiro em iniciativas ambientais para encobrir ofensas do passado ao meio ambiente. Organizações não governamentais, mal intencionadas, praticam &lt;em&gt;greenwashing&lt;/em&gt; para captação de recursos públicos ou privados, que posteriormente serão em boa parte desviados para aplicação em atividades ou empreendimentos causadores de degradação ambiental. Governos praticam &lt;em&gt;greenwashing&lt;/em&gt; para seduzir cidadãos e determinar os rumos da economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;greenwashing&lt;/em&gt;, diga-se de passagem, não se confunde com o &lt;em&gt;greenmarketing&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Greenwashing&lt;/em&gt; é termo pejorativo, e é nocivo ao meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No turismo, o &lt;em&gt;greenwashing&lt;/em&gt; tem sido usado como instrumento para iludir turistas. De fato, muitos escolhem destinos turísticos acreditando que estão participando de projetos respeitadores da natureza e dos valores culturais locais, quando, na verdade, estão apenas contribuindo para destruição do ambiente. Por exemplo, é muito comum vermos hotéis divulgados como meios de hospedagem ecológicos, por estarem inseridos em uma floresta, quando na verdade tais hotéis não têm um programa de hospedagem sustentável e contribuem para a degradação do ambiente. Há prática de &lt;em&gt;greenwashing&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns casos concretos, temos visto até mesmo desentendimentos, existentes entre secretarias municipais de Turismo, de um lado, e secretarias municipais do Meio Ambiente, de outro, que acabam por gerar a prática de greenwashing governamental, para prevalência da atividade econômica em detrimento da efetiva política de proteção ambiental. É um absurdo, mas é verdade: governos têm praticado&lt;em&gt; greenwashing&lt;/em&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para combater essa praga que pretende macular os verdadeiros propósitos ambientalistas do desenvolvimento sustentável, na atividade turística é preciso que haja verdadeira compreensão, principalmente por cidadãos e órgãos fiscalizadores, do verdadeiro entendimento do que seja ecoturismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "ecoturismo"  conhece várias outras denominações correlatas, tais como: turismo de natureza, turismo verde, turismo ecológico, turismo ambiental, turismo de aventura, turismo de selva, turismo antropológico, turismo étnico e turismo rural. Importante é identificar que o ecoturismo se insere no contexto maior do "turismo sustentável", uma idéia propagada a partir do conceito de "desenvolvimento sustentável" advindo do Relatório Brundtland de 1987.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano de 2002, eleito pela ONU como "Ano Internacional do Ecoturismo", e também ano no qual se realizaria a Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável em Joanesburgo (como prorrogação da ECO-92), foi expedida, no mês de maio, a "Declaração de Québec", após discussão de representantes de 132 países que formaram a Cúpula de Especialistas em Ecoturismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Declaração de Québec reconhece que o ecoturismo abraça os princípios do turismo sustentável, adere aos princípios de contribuição ativa para a conservação do patrimônio natural e cultural, inclui as comunidades locais e indígenas em seu planejamento, desenvolvimento e exploração, contribuindo para seu bem-estar, interpreta o patrimônio natural e cultural do destino para os visitantes, e melhor se presta a viajantes independentes ou circuitos organizados para grupos de tamanho reduzido. Assim é que o verdadeiro ecoturismo proporciona emprego e renda de forma sustentável à comunidade local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para evitar maiores engodos, o Ministério do Turismo vem incentivando expedientes de certificação em ecoturismo. Aliás, a certificação de empreendimentos e pessoas inclusive está prevista no Plano Nacional de Turismo (2007-2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou um entusiasta da economia de mercado e da apropriação econômica dos bens ambientais como meio de crescimento. O importante, porém, é que tal crescimento se dê sob a ótica do desenvolvimento sustentável. Abrir os olhos para os males causados pelo&lt;em&gt; greenwashing&lt;/em&gt; é um passo importante para consagrarmos a adequada utilização dos recursos ambientais, inclusive no turismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Planeta Terra, a economia mundial e o turismo internacional não aceitam mais a mera maquiagem. Ecoturismo é turismo com ética, essa sim uma bandeira que, levantada por empresas, ONGs e governos, trará os verdadeiros benefícios, inclusive econômicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* É advogado, membro da Advocacia-Geral da União, consultor jurídico da Embratur em Brasília/DF e ex-procurador do INSS e do Incra. Autor dos livros "Direito Agrário" e "Direito Ambiental", ambos pela Editora Fortium. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;thiago-davila@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-8360396957362500013?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&amp;id=32741' title='Ecoturismo ou Greenwashing?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/8360396957362500013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=8360396957362500013&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8360396957362500013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8360396957362500013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/08/ecoturismo-ou-greenwashing.html' title='Ecoturismo ou Greenwashing?'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-3988294902891267722</id><published>2007-08-08T09:52:00.001-03:00</published><updated>2007-08-08T09:52:43.298-03:00</updated><title type='text'>Fusão colossal</title><content type='html'>&lt;span class="newstit2"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="newstexto1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="boletimdata1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="newstexto1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="boletimtexto3"&gt;&lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt; – Um dos maiores espetáculos espaciais já registrados acontece a cerca de 5 bilhões de anos-luz da Terra. Quatro galáxias estão se chocando umas com as outras e arremessando bilhões de estrelas como resultado das gigantescas colisões. &lt;p&gt; As galáxias foram observadas por astrônomos com a ajuda do telescópio espacial Spitzer, da Nasa, a agência espacial norte-americana, e do telescópio Wiyn, parceria entre as universidades de Indiana, Wisconsin e Yale com o Observatório Astronômico Nacional, nos Estados Unidos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Segundo os astrônomos envolvidos, as quatro eventualmente se fundirão em uma única e colossal galáxia, cerca de dez vezes maior do que a Via Láctea. O registro das colisões, de acordo com os cientistas, fornece um olhar inédito e valioso a respeito de como se forma a maioria das galáxias massivas no Universo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “A maioria das fusões de galáxias já observadas se parece com o choque de automóveis pequenos, mas o que temos aqui é algo como quatro enormes caminhões carregados de areia, batendo uns nos outros e jogando areia para tudo quanto é lugar”, disse Kenneth Rines, do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica, e um dos autores da descoberta, que será publicada futuramente pela revista &lt;i&gt;Astrophysical Journal Letters&lt;/i&gt;.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Colisões, ou fusões, entre galáxias são comuns. A gravidade faz com que galáxias que estejam próximas se enrosquem e ultimamente se reúnam após alguns milhões de anos. A própria Via Láctea se fundirá com a galáxia de Andrômeda em estimados 5 bilhões de anos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; A fusão quádrupla foi descoberta durante a análise de um distante agrupamento de galáxias, conhecido como CL0958+4702. O Spitzer e o Wiyn primeiramente identificaram uma emissão luminosa incomum, na forma de um leque, a partir de quatro galáxias elípticas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; “As imagens feitas pelo telescópio Wiyn mostram que as quatro galáxias têm centros bem definidos e que se mantiveram durante a fusão, de forma parecida com a qual gemas de ovos continuam juntas por mais tempo do que as claras quando mexidas em uma vasilha”, disse Jeffrey Rines, chefe do Departamento de Astronomia de Yale, outro dos autores do estudo. “Quando a fusão se completar, o resultado será uma das maiores galáxias no Universo.” &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Mais informações: &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.spitzer.caltech.edu/spitzer" target="_blank"&gt;www.spitzer.caltech.edu/spitzer&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-3988294902891267722?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/3988294902891267722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=3988294902891267722&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/3988294902891267722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/3988294902891267722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/08/fuso-colossal.html' title='Fusão colossal'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-149997196762955719</id><published>2007-08-01T11:39:00.000-03:00</published><updated>2007-08-01T11:40:45.487-03:00</updated><title type='text'>Risco transgênico</title><content type='html'>Peru proíbe variedade transgênica Bt da batatinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nagib Nassar, professor titular de genética da UnB, publica a seguinte nota no jornal Folha de S. Paulo, 30-07-2007:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em seu último número, a revista "Nature" relatou a notícia sobre a proibição da variedade transgênica Bt da batatinha pelo governo peruano. A decisão foi tomada porque aquele país é centro da origem e da biodiversidade dessa cultura e onde centenas de espécies nativas e cultivares indígenas crescem silvestremente. Há perigo de contaminá-las pelos genes do Bt. Antes de o governo peruano tomar essa decisão, o México proibiu totalmente o plantio ou o consumo do milho Bt pelas mesmas razões. A Grécia estendeu a proibição a 20 variedades do milho transgênico Bt. Será que essas notícias chegaram aos ouvidos de certos senhores da CTNBio?"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-149997196762955719?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.unisinos.br/ihu/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=8618' title='Risco transgênico'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/149997196762955719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=149997196762955719&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/149997196762955719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/149997196762955719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/08/risco-transgnico.html' title='Risco transgênico'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-1470148502279011004</id><published>2007-07-30T18:17:00.000-03:00</published><updated>2007-07-30T18:20:47.465-03:00</updated><title type='text'>Extinção</title><content type='html'>Antônio Abujamra lê o poema "Extinção", de Régis Bonvicino, no programa Provocações/TV Cultura. Lobo Guará ou bicho-homem, nas leis da sobrevivência a espécie não tem nome. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FCrO8_Vq_NY"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/FCrO8_Vq_NY" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-1470148502279011004?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.youtube.com/watch?v=FCrO8_Vq_NY' title='Extinção'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/1470148502279011004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=1470148502279011004&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1470148502279011004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1470148502279011004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/07/extino.html' title='Extinção'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-8661221267516185542</id><published>2007-07-28T20:14:00.000-03:00</published><updated>2007-07-28T20:22:54.276-03:00</updated><title type='text'>Sumiço de abelhas e caos no trânsito</title><content type='html'>GILBERTO DUPAS*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendiz de feiticeiro, nossa civilização só desperta para os perigos de seus caminhos tecnológicos quando tragédias acontecem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OQUE tem a ver o recente sumiço das abelhas em várias partes do mundo com os imensos congestionamentos que infernizam a vida dos cidadãos das grandes cidades? Mais do que parece. O caos do trânsito, resultado da primazia do transporte individual, tem dramáticos efeitos sobre o tempo e a saúde das pessoas. Ao lado da emissão de gases e toxinas industriais, a poluição do ar por veículos é variável crítica tanto do aquecimento global e dos efeitos no clima como de doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A British Air Foundation conduziu pesquisas provando que bastam seis horas pedalando no tráfego intenso para causar danos aos vasos sangüíneos, tornando-os menos flexíveis, reduzindo proteínas que previnem coágulos e favorecendo riscos cardíacos. O Laboratório de Poluição Atmosférica da USP estima que a poluição ambiental encurte em média dois anos da vida do paulistano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O índice de abortos também aumenta, porque o fluxo arterial na placenta diminui; e há suspeitas de efeitos severos na fertilidade. Dados do banco de sêmen do hospital Albert Einstein confirmam que a concentração de espermatozóides no sêmen dos paulistanos caiu significativamente nos últimos dez anos. Entre as hipóteses estão poluição, excessivo consumo de produtos industrializados, estresse, medicamentos, produtos para queda de cabelo, exposição à radiação, substâncias tóxicas dos plásticos de embalagem, pesticidas e outros venenos da vida moderna.&lt;br /&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","6.000, produzidos no padrão chinês, abarrotarão o mundo e farão crescer a degradação ambiental gerada ao fabricá-los e usá-los. Logo agora, quando questões vitais relativas ao clima e à saúde humana exigiriam o abandono radical do transporte individual em benefício do coletivo. \u003cbr\&gt;\nMas, como convencer o cidadão chinês, indiano ou brasileiro de que a festa vai acabar justo quando ela chega à sua porta? Ou as grandes corporações globais, que já fazem os cálculos dos lucros em grande escala propiciados por essa nova fronteira de acumulação no &amp;quot;mercado dos pobres&amp;quot;? Mas o que têm abelhas com isso? Muito. No último outono do hemisfério Norte, elas deram para desaparecer. O mesmo fenômeno foi notado em vários países, inclusive no Brasil, causando perplexidade entre cientistas, apicultores -que chegaram a perder 50% de suas colméias- e ecologistas, todos alarmados com os danos ao ambiente e à agricultura se uma crise permanente ocorrer. \u003cbr\&gt;\nAfinal, abelhas são os grandes polinizadores naturais que viabilizam a formação de frutos e sementes. Cientistas da Universidade Harvard fazem hipóteses que incluem intoxicação por inseticidas, infecções por vírus e até radiação de telefones celulares. Quanto aos pesticidas, há inúmeras tragédias humanas que alguns já causaram. Por que não atingiriam as abelhas? Nos anos 1970-80, utilizados nos bananeirais da América Central, esterilizaram 30 mil homens. \u003cbr\&gt;\nNa ilha de Kyushu, no Japão, milhares de pessoas que consumiram óleo de arroz contaminado por dibromo cloropropano ficaram doentes e 112 morreram de intoxicação aguda, câncer e outras afecções; seus filhos herdaram distúrbios imunológicos e do desenvolvimento. A OMS estimou em 3 milhões o número de casos de contaminação desse tipo no mundo. Resíduos tóxicos como metais pesados são encontrados em animais das regiões mais distantes do mundo, numa poluição sistêmica global que atinge vegetais e humanos. \u003cbr\&gt;\nQuanto às ondas magnéticas, o planeta se tornou um imenso emissor delas, produto das múltiplas transmissões de rádio, TV, celular e radar, cujas conseqüências exatas sobre o meio ambiente e a saúde humana estamos longe de conhecer. Basta imaginar a brutal quantidade de emissão de ondas que poluem o espaço para que funcionem os 2 bilhões de celulares que abarrotam nosso globo. É razoável supor que afetem as abelhas? ",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;"São coisas que as pessoas vão incorporando em sua dieta e fazem um estrago tremendo nas mitocôndrias e no DNA, causando não só a morte celular como também danos à motilidade e à morfologia", afirma Dirceu Mendes Pereira, da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana. Porém, o século 21 ficará conhecido como a era do automóvel popular. Carros de US$ 6.000, produzidos no padrão chinês, abarrotarão o mundo e farão crescer a degradação ambiental gerada ao fabricá-los e usá-los. Logo agora, quando questões vitais relativas ao clima e à saúde humana exigiriam o abandono radical do transporte individual em benefício do coletivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como convencer o cidadão chinês, indiano ou brasileiro de que a festa vai acabar justo quando ela chega à sua porta? Ou as grandes corporações globais, que já fazem os cálculos dos lucros em grande escala propiciados por essa nova fronteira de acumulação no "mercado dos pobres"? Mas o que têm abelhas com isso? Muito. No último outono do hemisfério Norte, elas deram para desaparecer. O mesmo fenômeno foi notado em vários países, inclusive no Brasil, causando perplexidade entre cientistas, apicultores -que chegaram a perder 50% de suas colméias- e ecologistas, todos alarmados com os danos ao ambiente e à agricultura se uma crise permanente ocorrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, abelhas são os grandes polinizadores naturais que viabilizam a formação de frutos e sementes. Cientistas da Universidade Harvard fazem hipóteses que incluem intoxicação por inseticidas, infecções por vírus e até radiação de telefones celulares. Quanto aos pesticidas, há inúmeras tragédias humanas que alguns já causaram. Por que não atingiriam as abelhas? Nos anos 1970-80, utilizados nos bananeirais da América Central, esterilizaram 30 mil homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ilha de Kyushu, no Japão, milhares de pessoas que consumiram óleo de arroz contaminado por dibromo cloropropano ficaram doentes e 112 morreram de intoxicação aguda, câncer e outras afecções; seus filhos herdaram distúrbios imunológicos e do desenvolvimento. A OMS estimou em 3 milhões o número de casos de contaminação desse tipo no mundo. Resíduos tóxicos como metais pesados são encontrados em animais das regiões mais distantes do mundo, numa poluição sistêmica global que atinge vegetais e humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às ondas magnéticas, o planeta se tornou um imenso emissor delas, produto das múltiplas transmissões de rádio, TV, celular e radar, cujas conseqüências exatas sobre o meio ambiente e a saúde humana estamos longe de conhecer. Basta imaginar a brutal quantidade de emissão de ondas que poluem o espaço para que funcionem os 2 bilhões de celulares que abarrotam nosso globo. É razoável supor que afetem as abelhas? &lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr\&gt;\nAprendiz de feiticeiro, nossa civilização só desperta para os perigos de seus caminhos tecnológicos quando tragédias acontecem. O sumiço temporário das abelhas pode ser mais um grave sintoma para que fiquemos em estado de alerta. \u003cbr\&gt;\n\u003cbr\&gt;\n----------------------------------------------------------\u003cbr\&gt;\n\u003cbr\&gt;\nGILBERTO DUPAS, 64, é presidente do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais (IEEI) e coordenador-geral do Grupo de Conjuntura Internacional da USP. É autor de &amp;quot;O Mito do Progresso&amp;quot;, entre outras obras.\u003cbr\&gt;\n\u003cbr\&gt;\nRECEBA O BOLETIM ECOLOGICO ECOLINKS.  Mande um email para:\u003cbr\&gt;\n\u003ca href\u003d\"mailto:ecolinks-subscribe%40yahoogrupos.com.br\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&gt;ecolinks-subscribe@yahoogrupos.com.br\u003c/a\&gt;\u003cbr\&gt;\n\u003cbr\&gt;\nDica de site:\u003cbr\&gt;\nO PODER DA ORAÇÃO E DA PRECE\u003cbr\&gt;\n\u003cbr\&gt;\nSite com informações sobre a oração. Pesquisas científicas, orações, orientações, preces, meditações,  testemunhos, etc.\u003cbr\&gt;\n\u003cbr\&gt;\n\u003ca href\u003d\"http://poderdaprece.tripod.com/\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&gt;http://poderdaprece.tripod.com/\u003c/a\&gt;\u003cbr\&gt;\n\u003cbr\&gt;\n[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]\u003cbr\&gt;\n\u003cbr\&gt;\n\u003c/p\&gt;\n    \u003c/div\&gt;  \n\n    \n    \u003cspan width\u003d\"1\" style\u003d\"color:white\"\&gt;__._,_.___\u003c/span\&gt;\n    \n    \u003cdiv\&gt;\n              \u003cspan\&gt;\n          \u003ca href\u003d\"http://br.groups.yahoo.com/group/geai2002/message/15532;_ylc\u003dX3oDMTM2NmdobDZxBF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzgwNDgzODgEZ3Jwc3BJZAMyMTM3MTE0MzE3BG1zZ0lkAzE1NTMyBHNlYwNmdHIEc2xrA3Z0cGMEc3RpbWUDMTE4NTUzMTc2OQR0cGNJZAMxNTUzMg--\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&gt;\n            Mensagens neste tópico          \u003c/a\&gt; (\u003cspan\&gt;1\u003c/span\&gt;)\n        \u003c/span\&gt;\n        \u003ca href\u003d\"http://br.groups.yahoo.com/group/geai2002/post;_ylc\u003dX3oDMTJxbmFuM2E2BF9TAzk3NDkwNDM3BGdycElkAzgwNDgzODgEZ3Jwc3BJZAMyMTM3MTE0MzE3BG1zZ0lkAzE1NTMyBHNlYwNmdHIEc2xrA3JwbHkEc3RpbWUDMTE4NTUzMTc2OQ--?act\u003dreply&amp;messageNum\u003d15532\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&gt;\n          \u003cspan\&gt;\n            Responder          ",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendiz de feiticeiro, nossa civilização só desperta para os perigos de seus caminhos tecnológicos quando tragédias acontecem. O sumiço temporário das abelhas pode ser mais um grave sintoma para que fiquemos em estado de alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GILBERTO DUPAS*, 64, é presidente do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais (IEEI) e coordenador-geral do Grupo de Conjuntura Internacional da USP. É autor de "O Mito do Progresso", entre outras obras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-8661221267516185542?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/8661221267516185542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=8661221267516185542&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8661221267516185542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8661221267516185542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/07/sumio-de-abelhas-e-caos-no-trnsito.html' title='Sumiço de abelhas e caos no trânsito'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-1416555432844429088</id><published>2007-07-28T19:01:00.000-03:00</published><updated>2007-07-28T19:07:06.865-03:00</updated><title type='text'>Iniciativas individuais em um mundo globalizado</title><content type='html'>Um sujeito, escritor, pai de família, morador de Manhatan, decide fazer a sua parte: Tentar tornar-se um "no impact man" expondo ao mundo sua façanha cotidiana num blogue. Funciona? Não sei. Mas como iniciativa e auto promoção, sim. Clique no título e opine.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-1416555432844429088?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noimpactman.typepad.com/blog/' title='Iniciativas individuais em um mundo globalizado'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/1416555432844429088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=1416555432844429088&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1416555432844429088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1416555432844429088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/07/iniciativas-individuais-em-um-mundo.html' title='Iniciativas individuais em um mundo globalizado'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-96821271207681571</id><published>2007-07-19T20:18:00.000-03:00</published><updated>2007-07-20T08:59:26.979-03:00</updated><title type='text'>Necrocombustibles</title><content type='html'>Frei Betto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALAI AMLATINA, 19/07/2007, Sao Paulo.- "Vamos a alimentar vehículos y desnutrir personas. Hay 800 millones de vehículos automotores en el mundo. El mismo número de personas sobrevive en desnutrición crónica" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El prefijo griego bio significa vida; necro, muerte. ¿El combustible extraído de plantas trae vida? En mi tiempo de escuela primaria, la historia de Brasil se dividía en ciclos: madera-brasil, oro, caña, café etc. La clasificación no es del todo insensata. Ahora estamos en pleno ciclo de los agro-combustibles, incorrectamente llamados de biocombustibles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este nuevo ciclo provoca el aumento de los precios de los alimentos, ya denunciado por Fidel Castro. Un estudio de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico (OCDE) y de la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), divulgado el 4 de julio, indica que “los biocombustibles tendrán un fuerte impacto en la agricultura entre 2007 y 2016”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los precios agrícolas estarán por encima de la media de los últimos 10 años. Los granos deberán costar del 20% a un 50% más. En Brasil, la población pagó tres veces más por los alimentos en el primer semestre de este año, si comparado al mismo periodo de 2006. Vamos a alimentar vehículos y desnutrir personas. Hay 800 millones de vehículos automotores en el mundo. El mismo número de personas sobrevive en desnutrición crónica. Lo que inquieta es que ninguno de los gobiernos entusiasmados con los agro-combustibles cuestiona el modelo de transporte individual, como si las ganancias de la industria automovilística fueran intocables.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los precios de los alimentos ya suben en ritmo acelerado en Europa, en China, en la India y en los EUA. La agroflación – la inflación de los productos agrícolas – debe llegar, este año, a un 4% en los EUA, comparada al aumento del 2,5% en 2006. Allá, como el maíz está casi todo destinado a la producción de etanol, el precio del pollo subió un 30% en los últimos 12 meses. Y la leche debe subir un 14% este año. En Europa, la mantequilla ya está un 40% más cara. En México, hubo movilización&lt;br /&gt;popular contra el aumento del 60% en el precio de las tortillas, hechas de maíz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El etanol made in USA, producido a partir del maíz, hizo duplicar el precio de este grano en un año. No es que los yanquis gusten tanto del maíz (excepto palomita). Sin embargo, el maíz es componente esencial en la alimentación de cerdos, bovinos y aves, lo que eleva el costo de cría de esos animales, encareciendo derivados como carne, leche, mantequilla y huevos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como hoy quien manda es el mercado, ocurre en los EUA lo que se reproduce en Brasil con la caña: los productores de soja, algodón y otros bienes agrícolas abandonan sus cultivos tradicionales por el nuevo “oro” agrícola: el maíz allá, la caña aquí. Eso repercute en los precios de la soja, del algodón y de toda la cadena alimentar, considerando que los EUA son responsables por mitad de la exportación mundial de granos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En los EUA, existen hay lobbies de productores de bovinos, porcinos, caprinos y aves presionando el Congreso para que se reduzca el subsidio a los productores de etanol. Prefieren que se importe etanol de Brasil, a partir de caña, de modo de evitar aún más el alta del precio de la ración animal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La desnutrición amenaza, hoy, a 52,4 millones de latinoamericanos y caribeños, un 10% de la población del continente. Con la expansión de las áreas de cultivo destinadas a la producción de etanol, se corre el riesgo de transformarse, de hecho, en necrocombustible – predador de vidas humanas. En Brasil, el gobierno ya castigó, este año, a haciendas cuyos cañaverales dependían de trabajo esclavo. Y todo indica que la expansión de ese cultivo en el Sudeste empujará la producción de soja Amazonia adentro, provocando la deforestación de una región que ya perdió, en área forestal, el equivalente al territorio de 14 estados de Alagoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La producción de caña en Brasil es históricamente conocida por la superexplotación del trabajo, destrucción del medio ambiente y apropiación indebida de recursos públicos. Los centrales se caracterizan por la concentración de tierras para el monocultivo dedicado a la exportación. Utilizan en general mano de obra emigrante, los boyas-frías (trabajadores agrícolas que no poseen sus propias tierras), sin derechos laborales reglamentados. Los trabajadores son (apenas) remunerados por la cantidad de caña cortada, y no por el número de horas trabajadas. Y aun así no tienen control sobre la medición del peso de lo que producen. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algunos llegan a cortar, obligados, 15 toneladas por día. Tamaño esfuerzo causa serios problemas de salud, como calambres y tendinitis, afectando la columna y los pies. La mayoría de las contrataciones se da por intermediarios o los llamados “gatos”, agentes de trabajo esclavo o semi-esclavo. Después de 1850, un esclavo solía trabajar en el corte de caña de 15 a 20 años. Hoy, el trabajo excesivo redujo este tiempo medio para 12 años.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El entusiasmo de Bush y Lula por el etanol hace con que centrales alagoanos y paulistas disputen, palmo a palmo, cada pedazo de tierra del Triángulo Minero. Según el reportero Amaury Ribeiro Jr., en menos de cuatro años, 300 mil hectáreas de caña fueron plantados en antiguas áreas de pastizales y de agricultura. La instalación de una decena de centrales nuevos, próximos a Uberaba, generó la creación de 10 mil&lt;br /&gt;empleos e hizo la producción de alcohol en Minas saltar de 630 millones de litros en 2003 para 1,7 mil millones este año. La migración de mano de obra descalificada rumbo a los cañaverales – 20 mil boyas-frías por año – produce, además del aumento de favelas, asesinatos, tráfico de drogas, comercio de niños y de adolescentes destinados a la prostitución.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El gobierno brasileño necesita librarse de su síndrome de Coloso (la famosa tela de Goya). Antes de transformar el país en un inmenso cañaveral y soñar con la energía atómica, debería priorizar fuentes de energía alternativa abundantes en Brasil, como hidráulica, solar y eólica. Y cuidar de alimentar a los sufridos hambrientos, antes de enriquecer los “heroicos” dueños de centrales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Frei Betto es escritor, autor de Calendario del poder (Rocco), entre otros libros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Más información: http://alainet.org&lt;br /&gt;ALAI - 30 AÑOS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-96821271207681571?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/96821271207681571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=96821271207681571&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/96821271207681571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/96821271207681571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/07/necrocombustibles.html' title='Necrocombustibles'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-8983648626063901263</id><published>2007-07-18T10:42:00.000-03:00</published><updated>2007-07-18T10:44:32.283-03:00</updated><title type='text'>CO2 pode não ser o grande causador das mudanças climáticas?</title><content type='html'>&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://bioneconomy.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://bioneconomy.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente uma reportagem sobre mudanças climáticas feita pelo Chanel 4 mostra que o CO2, parte de todos os seres vivos do planeta, não é o grande vilão das mudanças climáticas que enfrentamos. E apresenta o Sol, e suas explosões, como o grande controlador das temperaturas de nosso sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, nada que as plantas já não saibam... mas voltando: O CO2 está relacionado à industrialização e desenvolvimento econômico, conter a produção dele é conter a forma como o capitalismo está direcionado, pela concentração de riquesas. Como mostra o video, depois da queda do muro de Berlim, o movimento ambientalista contou com o apoio dos neo-marxistas e o Aquecimento Global hoje é colocado como a mais nova, melhor e única maneira de controlar a imensa opinião pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o clima está mudando, não temos dúvidas. Que as geleiras estão sumindo, também não. Seu reflexo é visível, disso não duvidamos. Mas até que ponto isso faz parte de nossas vidas individuais e até que ponto faz e fez parte da história da Terra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comoção e envolvimento que presenciamos atualmente, é a busca pelo verdadeiro preenchimento que procuramos. Conquistamos o mundo exterior e, agora que continuar conquistando está sendo cada dia mais concorrido, e de certo modo, cada dia menos prometido, estamos procurando no interior de nós mesmos as verdadeiras respostas. Encarar as mudanças climáticas como uma oportunidade de nos apaziguarmos (e não desesperarmos) talvez seja o maior desafio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixem de assistir a esse programa, com legendas em português e, não deixe de questionar as perguntas básicas de todo ser humano: quem sou, por que estou e para onde vou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique aqui: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://br.youtube.com/watch?v=1JCVjg7H94s" target="_blank"&gt;http://br.youtube.com/watch?v=1JCVjg7H94s&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-8983648626063901263?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/8983648626063901263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=8983648626063901263&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8983648626063901263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8983648626063901263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/07/co2-pode-no-ser-o-grande-causador-das.html' title='CO2 pode não ser o grande causador das mudanças climáticas?'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-5937736251477753948</id><published>2007-07-17T10:49:00.000-03:00</published><updated>2007-07-17T10:54:00.300-03:00</updated><title type='text'>Glaciers in Retreat</title><content type='html'>By &lt;a title="More Articles by Somini Sengupta" href="http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/people/s/somini_sengupta/index.html?inline=nyt-per"&gt;SOMINI SENGUPTA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Published: July 17, 2007&lt;br /&gt;ON CHORABARI GLACIER, &lt;a title="More news and information about India." href="http://topics.nytimes.com/top/news/international/countriesandterritories/india/index.html?inline=nyt-geo"&gt;India&lt;/a&gt; — This is how a glacier retreats.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;See the video &lt;a href="http://video.on.nytimes.com/index.jsp?fr_story=ed0790a933ae17ba3d2cfb0818ececd251bf08a6"&gt;here&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At nearly 13,000 feet above sea level, in the shadow of a sharp Himalayan peak, a wall of black ice oozes in the sunshine. A tumbling stone breaks the silence of the mountains, or water gurgles under the ground, a sign that the glacier is melting from inside. Where it empties out — scientists call it the snout — a noisy, frothy stream rushes down to meet the river Ganges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D.P. Dobhal, a glaciologist who has spent the last three years climbing and poking the Chorabari glacier, stands at the edge of the snout and points ahead. Three years ago, the snout was roughly 90 feet farther away. On a map drawn in 1962, it was plotted 860 feet from here. Mr. Dobhal marked the spot with a Stonehenge-like pile of rocks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mr. Dobhal’s steep and solitary quest — to measure the changes in the glacier’s size and volume — points to a looming worldwide concern, with particularly serious repercussions for India and its neighbors. The thousands of glaciers studded across 1,500 miles of the Himalayas make up the savings account of South Asia’s water supply, feeding more than a dozen major rivers and sustaining a billion people downstream. Their apparent retreat threatens to bear heavily on everything from the region’s drinking water supply to agricultural production to disease and floods.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indian glaciers are among the least studied in the world, lacking the decades of data that scientists need to deduce trends. Nevertheless, the nascent research offers a snapshot of the consequences of global warming for this country and raises vital questions about how India will respond to them.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;According to Mr. Dobhal’s measurements, the Chorabari’s snout has retreated 29.5 feet every year for the last three years, and while that is too short a time to draw scientific conclusions about the glacier’s health, it conforms to a disquieting pattern of glacial retreat across the Himalayas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A recent study by the Indian Space Research Organization, using satellite imaging to gauge the changes to 466 glaciers, has found more than a 20 percent reduction in size from 1962 to 2001, with bigger glaciers breaking into smaller pieces, each one retreating faster than its parent. A separate study found the Parbati glacier, one of the largest in the area, to be retreating by 170 feet a year during the 1990s. Another glacier that Mr. Dobhal has tracked, known as Dokriani, lost 20 percent of its size in three decades. Between 1991 and 1995, its snout inched back 55 feet each year.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Similar losses are being seen around the world. Lonnie G. Thompson, a glaciologist at &lt;a title="More articles about Ohio State University" href="http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/organizations/o/ohio_state_university/index.html?inline=nyt-org"&gt;Ohio State University&lt;/a&gt;, found a 22 percent loss of ice on the Qori Kalis glacier in Peru between 1963 and 2002. He called it “a repeating theme whether you are in tropical Andes, the Himalayas or Kilimanjaro in Africa.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Chorabari, sweeping down from Kedarnath peak across 2.3 square miles, is relatively lucky. It is blessed with a thick cover of rocks and boulders, which acts as a sort of insulation and slows the melting. Since Mr. Dobhal began collecting data here in 2003, the Chorabari has been shedding its weight — that is to say, melting faster than the rate at which snow and ice accumulates, and as a result, thinning out by roughly five feet each year. The snow line, in addition, is gradually moving higher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vast and ancient sheet of ice, a glacier is in effect the planet’s most sensitive organ, like an aging knee that feels the onset of winter. Its upper reaches accumulate snow and ice when it is cold; its lower reaches melt when it is warm. Its long-term survival depends on the balance between the buildup and the melting. Glaciers worldwide serve as a barometer for &lt;a title="Recent and archival news about global warming." href="http://topics.nytimes.com/top/news/science/topics/globalwarming/index.html?inline=nyt-classifier"&gt;global warming&lt;/a&gt;, which has, according to a report this year by the Intergovernmental Panel on Climate Change, been spurred in recent decades by rising levels of greenhouse gas emissions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Even the Himalayas have grown measurably warmer. A recent study found that mean air temperature in the northwestern Himalayan range had risen by 2.2 degrees Celsius in the last two decades, a rate considerably higher than the rate of increase over the last 100 years.&lt;br /&gt;In its report, the international panel predicted that as these glaciers melt, they would increase the likelihood of flooding over the next three decades and then, as they recede, dry up the rivers that they feed. “In the course of the century,” it warned darkly, “water supply stored in glaciers and snow cover are projected to decline, reducing water availability in regions supplied by meltwater from major mountain ranges, where more than one-sixth of the world population currently lives.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Page 2" onclick="s_code_linktrack('Article-MultiPagePageNum2');" href="http://www.nytimes.com/2007/07/17/science/earth/17glacier.html?pagewanted=2&amp;_r=1"&gt;2&lt;/a&gt; &lt;a class="next" title="Next Page" onclick="s_code_linktrack('Article-MultiPage-Next');" href="http://www.nytimes.com/2007/07/17/science/earth/17glacier.html?pagewanted=2&amp;_r=1"&gt;Next Page »&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Related Blogs &amp;amp; Articles" onclick="return Sphere.Widget.search()" href="http://www.nytimes.com/2007/07/17/science/earth/17glacier.html"&gt;Sphere: Related Blogs &amp; Articles&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="A Survival Imperative for Space Colonization" onclick="s_code_linktrack('Article-NextArticleBottom');" href="http://www.nytimes.com/2007/07/17/science/17tier.html"&gt;Next Article in Science (3 of 11) »&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-5937736251477753948?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://video.on.nytimes.com/?fr_story=ed0790a933ae17ba3d2cfb0818ececd251bf08a6' title='Glaciers in Retreat'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/5937736251477753948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=5937736251477753948&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/5937736251477753948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/5937736251477753948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/07/glaciers-in-retreat.html' title='Glaciers in Retreat'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-7097951142428842135</id><published>2007-07-16T09:52:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T20:54:18.236-02:00</updated><title type='text'>The Cruel Winds of Change</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;International Medical Veritas Association&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lot of people think climate change and the ecological repercussions are 50 years away," said Thomas Swetnam, head of the Laboratory of Tree-Ring Research at the University of Arizona in Tucson. "But it's happening now in the West. The data is telling us that we are in the middle of one of the first big indicators of climate change impacts in the continental United States.” We don't need Al Gore to tell us something is up with the weather. Not if you have been driven from your home in recent days by cyclones in Pakistan, by raging floods in Texas or Yorkshire, by forest fires in California or have sweltered in intense heat in southern Europe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5087777224774179074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/RptqbgL82QI/AAAAAAAAADk/ODNfLqvKkzc/s320/clip_image002.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;AP Summer temperatures across Utah are running 10 to 15 degrees F. above normal. Brandon Smith Meteorologist&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temperatures in parts of the West have been climbing so high recently that authorities warned residents of southern Nevada, southeastern California and northwestern Arizona that outdoor activities could be dangerous except during the cooler early morning hours. The intense heat wave that has baked much of Europe for weeks, fueling deadly forest fires, causing drought and damaging crops is threatening lives and livelihoods in many parts of Europe. The hot weather is taking its toll on agriculture, with forecasts for cereal production in Germany and the EU being cut. Provinces in western and northern China are facing food shortages due to a prolonged drought that has left hundreds of reservoirs dry and tens of thousands of wells either dry or nearly empty.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Each new scientific paper seems to carry a message grimmer than the last.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barring a surprise arrival of the kind of gully washers Texas is getting these days, Los Angeles' driest year in 130 years of record-keeping will go into the books in July of 2007. The nation's second-largest city is missing nearly a foot of rain for the year counted from July 1 to June 30. Just 3.21 inches have fallen downtown in those 12 months, closer to Death Valley's numbers than the normal average of 15.14 inches. And it's much the same all over the West, from the measly snow pack and fire-scarred Lake Tahoe in the Sierra Nevada to Arizona's shrinking Lake Powell and the withering Colorado River watershed.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Global grain harvest has not met demand for most of the past eight years.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erik S. Lesser for The New York Times Our future looks as bleak as farmers’ fields.&lt;br /&gt;On Monday July 2, 2007 the entire state of Alabama was declared a drought disaster area by the federal Department of Agriculture. “Nobody alive has ever seen it like this,” said Perry Mobley, and the National Weather Service says conditions are unlikely to change until fall. The true reckoning will come later this year as food stocks fall and prices rise. The drought is wilting much of the Southeast, causing watering restrictions and curtailed crops in Georgia, premature cattle sales in Mississippi and Tennessee, and rivers so low that power companies in the region are scrambling and barges are unable to navigate.&lt;a name="113cb78945eab570__ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;A team led by Dr. James Hansen at NASA suggests that the grim reports issued by the Intergovernmental Panel on Climate Change could be absurdly optimistic.&lt;a name="113cb78945eab570__ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; The IPCC predicts that sea levels could rise by as much as 59cm this century. Hansen’s paper argues that the slow melting of ice sheets the panel expects doesn’t fit the data. The geological record suggests that ice at the poles does not melt in a gradual and linear fashion, but flips suddenly from one state to another. When temperatures increased to 2-3 degrees above today’s level 3.5 million years ago, sea levels rose not by 59 centimeters but by 25 meters. The ice responded immediately to changes in temperature. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;As well as drowning most of the world’s centers of population, a sudden disintegration could lead to much higher rises in global temperature, because less ice means less heat reflected back into space.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Throughout the early 1960s, world grain reserves were equal to at least 1 year's global demand for these commodities. By this year, that excess had fallen to just 20 percent of what's now consumed annually. Most people have not realized it yet but cheap food is about to become a thing of the past. Agflation is an increase in the price of food that occurs as a result of increased demand from human consumption, falling production and the diversion of crops into usage as an alternative energy resource. Yes this diversion works quite well for a country like Brazil but the recent American lust for it will affect the entire world and kill many through starvation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5087778208321689874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/RptrUwL82RI/AAAAAAAAADs/Ec2M5PwSN7k/s320/clip_image006.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Agriculture is central to human survival, and is the human enterprise most vulnerable to changes in climate. Understanding the current and future effects of changes in climate on world food supplies is crucial for our lives depend on it. A warming world means much more than hotter temperatures and rising seas, it means disease, hunger, starvation and death and even more work for overworked doctors. Agriculture is highly sensitive to climate variability and weather extremes, such as droughts, floods and severe storms. The forces that shape our climate are also critical to farm productivity.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The enduring changes in climate, water supply and soil moisture could make it less feasible to continue crop production in certain regions. US EPA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The World Health Organization estimates climate change has already directly or indirectly killed more than 1 million people globally since 2000. More than half of those deaths have occurred in the Asia-Pacific area, the world's most populous region. Those figures do not include deaths linked to urban air pollution, which kills about 800,000 worldwide each year, according to WHO.&lt;br /&gt;An ever-rising tide of sand has claimed grasslands, ponds, lakes and forests, swallowed whole villages and forced tens of thousands of people to flee as it surges south and threatens to leave this ancient Silk Road greenbelt uninhabitable. Farmers dig wells down hundreds of feet. If they find water, it is often brackish, poisonous. R oughly the size of Rhode Island, is buried each year. Nearly all of north central China, including Beijing, is at risk.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Severe events are going to be more frequent.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Last week, EU Environment Commissioner Stavros Dimas said: "In Britain, there is bad flooding and destruction on a scale rarely seen before, and more bad weather is on the way. For some people in Europe it will be a case of adapt or die." If you get the idea that very soon we will have a massive refugee problem in the world and that people with money will be desperate to escape to safer more environmentally friendly environments you could not be more correct.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mark Sircus Ac., OMDDirector International Medical Veritas Association &lt;a href="http://www.imva.info/" target="_blank"&gt;http://www.imva.info/&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.magnesiumforlife.com/"&gt;http://www.magnesiumforlife.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Special Note: Though I am now building Sanctuary in the interior of Brazil into a cancer clinic and retreat center for radical cure I have not given up my vision of creating an underground railroad (via jet plane) for people to escape from the north to one of the most beautiful pristine environments left. With one of the lowest population densities in the world and plenty of water it’s an ideal place to ride out The Cruel Winds of Change. During my last trip to the interior I created a construction company with my builder and made contacts with several old friends who have quite a bit of land for sale. Though the region is vast in terms of space I would guess that the maximum amount of new families the local area could support in terms of immigration is only about 200 and even that would be pushing it. I can imagine that many people buying land but it would take a few years for the local people to be able to build for so many people.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Authorities in the world are already predicting massive refugee problems but in reality there are few places to go and if one waits till everyone wakes up to the obvious it will be too late and most options will be cut off. Part three of The Cruel Winds of Change has to do with the deadly risks of air pollution and the gas like chamber effect of living in large urban centers. In my book HeartHealth is the following prose:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;To listen is to suffer because we do not want to listen to anything that might require a change. To listen is to change.We cannot change without listening. Listening implies a change.We need to change just to listen.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Actually I am an uncomfortable person to be around too much because I am always suggesting change. It is just the natural position of my being and it emanates from me with ease. Everything is always changing, everything is in a state of flux but our ego centered minds resist change and this is where we are all going to be tested in the years ahead.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;After I publish part three tomorrow I will change directions, as far as my publications to the IMVA are concerned, and publish materials that have to do with solutions, medical solutions that will help us survive despite all the pressures that are accumulating around us and perhaps in about ten days I will finish the first edition of Survival Medicine for the 21st Century. These past few days as I have written extensively about late stage fungus infections, cancer and sodium bicarbonate I have been stimulated with medical creativity.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In discovering that Dr. Tullio Simoncini's bicarbonate protocol demands simultaneous high carbohydrate consumption I have envisioned combining the bicarbonate protocol with an intensive regime of high level anti-oxidant fruits that have known anti tumor effects. So threatened was the FDA by cherry farmers speaking out about the medical effects of purple colored fruits that they had to give gag orders to make sure they would not threaten orthodox oncologists and their work. Purple (Concord) grapes (with their skin and seeds), and to a slightly lesser degree red and black grapes, contain several nutrients that are known to kill cancer cells. These kinds of grapes also contain nutrients to stop the spread of cancer. They also help detoxify the body. Down here in Brazil it's fruit heaven and in the local area of the clinic are two fruits, Graviola and Jabuticaba and from more distant regions Açaí and acerola. My building crew brought a two liter bottle of Graviola juice freshly made and I never tasted anything so delicious in my life. Açaì is sold everywhere as an ice-cream type of treat and who would have ever thought it would be excellent in a cancer protocol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The key is to be eating these berries in their raw, whole fruit form rather than trying to eat processed berries. In order to get the healing phytonutrients, you must get the berries in the freshest form possible -- that means no processed berries, just raw berries, right off the bush or straight from the grocery store. It is very disturbing to examine how much of the nutritional value is lost in commercially available fruits and in food in general, whose nutritional values have been dropping steadily for the last fifty years.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On the internet one will find references to using such &lt;a href="http://www.cancertutor.com/faq/faq_grape_cure.html" target="_blank"&gt;fruits as a primary cancer treatment&lt;/a&gt; thus they will be excellent supportive therapies to the bicarbonate. Because the central substances in our cancer protocol are concentrated nutritional items (stolen from emergency rooms and intensive care wards) we are free to shape treatments in a more complex and dynamic way. What is life threatening with pharmaceutical drugs (dangerous to mix them) is life saving with nutritional substances like sodium bicarbonate, magesium chloride, iodine and ALA (Alpha Lipoic Acid).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;Also of special note: Dr. Tullio Sumoncini has traveled to the United States and has spoken to about 40 doctors some of which might be coming online to give sodium bicarbonate treatments but in the US this will be touchy with the FDA hound dogs ready to bite just about anyone who does not do things THEIR WAY. Since their way is the wrong way we have to do everything opposite to what they indicate to be sure that we are going the right way. I imagine people in the States who cannot afford to go to Mexico or here to Brazil or to Italy and Switerland, where this treatment is also going to be available. It will be possible that individuals will be able to do at home many of the sodium bicarbonate treatments with some simple medical supervision and proper equipment. We will assist people where we can and make either the appropriate referals when possible or take people into our own online clinic to give suppport from a distance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For many reasons, including the difficulty of receiving bicarbonate via a necessary catheter for certain forms of cancer, the IMVA protocol does not depend too much on any one medicinal agent to effect a cure for cancer. We will have our cocktails but they will not be chemical or toxic. We will be supporting physicians and clinics that choose to take multi-dimensional approaches that catch cancer/late stage fungus infections in a lethal cross fire of concentrated nutritional agents.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudia French RN, LPHA, the assistant director to the IMVA, traveled to meet Dr. Simoncini and it was thrilling to hear her reports and the fact that when the organizer of the lecture started the days events he shouted out to the audience, "Is there anyone in the house from the IMVA?" We brought Transdermal Magnesium Therapy books, magnesium oil and a wonderful iodine to give out to everyone.&lt;br /&gt;&lt;a name="113cb78945eab570__edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.nytimes.com/2007/07/04/us/04drought.html?_r=1&amp;th&amp;amp;emc=th&amp;oref=slogin" target="_blank"&gt;http://www.nytimes.com/2007/07/04/us/04drought.html?_r=1&amp;amp;th&amp;emc=th&amp;amp;oref=slogin&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="113cb78945eab570__edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; We now have a pretty good idea of why ice sheets collapse. The buttresses that prevent them from sliding into the sea break up; meltwater trickles down to their base, causing them suddenly to slip; and pools of water form on the surface, making the ice darker so that it absorbs more heat. These processes are already taking place in Greenland and West Antarctica. Rather than taking thousands of years to melt, as the IPCC predicts, Hansen and his team find it “implausible” that the expected warming before 2100 “would permit a West Antarctic ice sheet of present size to survive even for a century.” The new paper suggests that the temperature could therefore be twice as sensitive to rising greenhouse gases than the IPCC assumes. “Civilization developed,” Hansen writes, “during a period of unusual climate stability, the Holocene, now almost 12,000 years in duration. That period is about to end.”&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.monbiot.com/archives/2007/07/03/a-sudden-change-of-state/#more-1072" target="_blank"&gt;http://www.monbiot.com/archives/2007/07/03/a-sudden-change-of-state/#more-1072&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;International Medical Veritas Association Copyright 2007 All rights reserved.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IMPORTANT DISCLAIMER: The communication in this email is intended for informational purposes only. Nothing in this email is intended to be a substitute for professional medical advice. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-7097951142428842135?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/7097951142428842135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=7097951142428842135&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/7097951142428842135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/7097951142428842135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/07/cruel-winds-of-change.html' title='The Cruel Winds of Change'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/RptqbgL82QI/AAAAAAAAADk/ODNfLqvKkzc/s72-c/clip_image002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-893968146236249347</id><published>2007-07-14T16:15:00.000-03:00</published><updated>2007-07-14T16:18:38.734-03:00</updated><title type='text'>USDA Buzzing With New Plan to Fight Collapse of Bee Colonies</title><content type='html'>Saturday 14 July 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Washington - Agriculture Department scientists are mobilizing to fight the puzzling and potentially catastrophic collapse of the nation's honey bee colonies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citing a "perfect storm for beekeepers," alarmed officials admitted Friday they still don't know why bees are dying in large numbers in more than 22 states. But prodded by Congress and farmers alike, the scientists will be devoting new resources to protecting the diligent pollinators some call six-legged livestock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"There were enough honey bees to provide pollination for U.S. agriculture this year, but beekeepers could face a serious problem next year and beyond," Agriculture Undersecretary Gale Buchanan warned Friday.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nationwide, honey bees pollinate more than 130 crops. They are particularly dutiful in some areas, such as California's nearly $3 billion-a-year almond industry. Of the nation's 2.4 million commercial bee colonies, 1.3 million pollinate almond orchards.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The bee industry is facing difficulty meeting the demand for pollination in almonds because of bee production shortages in California," the Agricultural Research Service noted.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prepared with the help of scientists at North Carolina State University and Pennsylvania State University, among others, the 28-page action plan issued Friday proposes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Spending more money. The Agricultural Research Service has a bee research budget of $7.4 million this year. Officials will redirect new funds to the cause, including an additional $1 million annually for work on honey bee health.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Conducting new surveys. Officials cautioned Friday that current colony surveys have been either "limited in scope (or) fundamentally flawed." Agriculture Department agencies will collaborate with university researchers to obtain "an accurate picture of bee numbers," as well as a better understanding of the pesticides, pests and environmental stresses plaguing the bees.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Finding fixes. This is particularly hard, since no one really knows why the bee colonies are collapsing. But officials say they will focus on "developing general best management practices" and distributing information through the Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The new work will focus on so-called "colony collapse disorder." This is when the colony's adult bee population abruptly dies, leaving only the queen and a few attendants alive. Typically, there is no sign of mite or beetle damage. Some think toxic exposure or nutritional deficits might be undermining the bees' immune systems.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gene Brandi, a beekeeper in California's San Joaquin Valley, told lawmakers that 800 of his 2,000 bee colonies collapsed inexplicably last winter. Brandi lost an estimated $60,000 in pollination income from his Los Banos-based operation, and he's spent an additional $48,000 to restock his lost colonies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"This is the greatest winter colony mortality I have ever experienced in 30 years of beekeeping," Brandi testified earlier this year.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A draft farm bill scheduled for House Agriculture Committee approval next week includes new funding to study colony collapse disorder. Separately, Rep. Alcee Hastings, D-Fla., has introduced legislation to authorize an additional $7.25 million annually for related research.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Colony collapse disorder is a looming disaster on the horizon," Rep. Dennis Cardoza, D-Calif., said Friday. "We must continue to devote significant resources to understanding and treating the disorder."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Earlier this year, as chair of the House horticulture and organic agriculture subcommittee, Cardoza convened the first congressional hearing into the colony collapses. Spokesman Jamie McInerney said Friday that Cardoza and other lawmakers might seek additional honey bee funding as part of the fiscal 2008 Agriculture Department appropriations package.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Agriculture Department plan sets out goals for both the short and long term. Immediately, for instance, scientists will "refine" symptoms to define what colony collapse disorder "is and what it is not." Longer term, the National Agricultural Statistics Service will develop a more reliable annual survey on honey bee colony production and health.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At the same time, officials are ruling out some theories.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Based on misleading news reports, the public has become concerned that cell-phone use may be causing bee die-offs," the Agricultural Research Service noted Friday. "However, scientists have largely dismissed this theory, because exposure of bees to high levels of electromagnetic fields is unlikely."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-893968146236249347?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.truthout.org/docs_2006/071407F.shtml' title='USDA Buzzing With New Plan to Fight Collapse of Bee Colonies'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/893968146236249347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=893968146236249347&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/893968146236249347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/893968146236249347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/07/usda-buzzing-with-new-plan-to-fight.html' title='USDA Buzzing With New Plan to Fight Collapse of Bee Colonies'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-8651232136994919084</id><published>2007-07-06T15:33:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T20:54:18.413-02:00</updated><title type='text'>NÓS nos recusamos!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Ro6LLgNJX_I/AAAAAAAAACY/768e2XNnWcU/s1600-h/tartaruga_anel.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5084154059087765490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Ro6LLgNJX_I/AAAAAAAAACY/768e2XNnWcU/s320/tartaruga_anel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Pois NÓS nos recusamos a permanecer num mundo onde isso acontece, pois NÓS descobrimos que juntos certas coisas não acontecem. Pois NÓS queremos ter orgulho de sermos quem somos e deixar para os que virão a alegria de saber QUEM realmente somos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos TODOS criadores desse planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LU8DDYz68kM"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/LU8DDYz68kM" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;(não deixe de ver o vídeo até o fim)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-8651232136994919084?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/8651232136994919084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=8651232136994919084&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8651232136994919084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8651232136994919084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/07/ns-nos-recusamos.html' title='NÓS nos recusamos!'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Ro6LLgNJX_I/AAAAAAAAACY/768e2XNnWcU/s72-c/tartaruga_anel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-3234685395266634811</id><published>2007-07-03T13:59:00.000-03:00</published><updated>2007-07-03T14:04:41.810-03:00</updated><title type='text'>Aquecimento Global: Uni- vos!</title><content type='html'>O Aquecimento Global parece estar mobilizando todas as áreas da manifestação humana para uma reavaliação de seus processos. Aqui um vídeo sobre solo, colocado como mais outra ótima solução ao Aquecimento Global. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pena que está em inglês...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.quantumshift.tv/v/1181028043/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-3234685395266634811?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.quantumshift.tv/v/1181028043/' title='Aquecimento Global: Uni- vos!'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/3234685395266634811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=3234685395266634811&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/3234685395266634811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/3234685395266634811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/07/aquecimento-global-uni-vos.html' title='Aquecimento Global: Uni- vos!'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-5987783941990561610</id><published>2007-07-03T13:54:00.000-03:00</published><updated>2007-07-03T13:59:05.724-03:00</updated><title type='text'>The Mouth Revolution</title><content type='html'>Por &lt;a href="http://www.youtube.com/user/FreeRangeStudios"&gt;FreeRangeStudios&lt;/a&gt;&lt;div&gt;     &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="display: inline;" id="vidDescRemain"&gt;We are fed up with the garbage we eat! The mouths are angry. The mouths are demanding real food-orgainc food- NOW! The Mouth revolution Begins! Viva la mouthalucion!&lt;/span&gt;&lt;span style="display: none;" id="vidDescMore" class="smallText"&gt; (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=fpiI9fHWUpI#" class="eLink" onclick="showInline('vidDescRemain'); hideInline('vidDescMore'); hideInline('vidDescBegin'); showInline('vidDescLess'); return false;" rel="nofollow"&gt;more&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;          &lt;span style="display: inline;" id="vidDescLess" class="smallText"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fpiI9fHWUpI"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/fpiI9fHWUpI" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-5987783941990561610?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/5987783941990561610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=5987783941990561610&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/5987783941990561610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/5987783941990561610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/07/mouth-revolution.html' title='The Mouth Revolution'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-8475762217331664157</id><published>2007-07-03T13:47:00.000-03:00</published><updated>2007-07-03T13:49:23.876-03:00</updated><title type='text'>SOIL IS ONE SECRET SOLUTION TO GLOBAL WARMING</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;                Can organic farming fight climate change? Yes. And we're not just                  talking about food miles. Research from the Rodale Institute shows                  that sustainably-farmed soil absorbs 30% more carbon than conventional                  agriculture, and switching our farmland to organic would cut greenhouse                  emissions by 10% in the US (20% in Canada and most of the rest                  of the world). For a concise explanation of how organic farming                  could be a major tool in the fight against climate change check                  out the 10 minute online video "SOIL: The Secret Solution                  to Global Warming," featuring Canadian farmer Percy Schmeiser.                  The website includes an online petition calling on world leaders                  to switch subsidies from conventional to sustainable farming practices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;Learn more and watch:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://alerts.organicconsumers.org/trk/click?ref=zqtbkk3um_1-b8x316cx341407&amp;amp;" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)"&gt;http://www.quantumshift.tv/v&lt;wbr&gt;/1181028043/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-8475762217331664157?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/8475762217331664157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=8475762217331664157&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8475762217331664157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8475762217331664157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/07/soil-is-one-secret-solution-to-global.html' title='SOIL IS ONE SECRET SOLUTION TO GLOBAL WARMING'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-8183142015483928448</id><published>2007-07-03T13:40:00.000-03:00</published><updated>2007-07-03T13:42:27.491-03:00</updated><title type='text'>Washington Novaes: O Brasil não coloca o meio ambiente no centro de sua estratégia nacional</title><content type='html'>Para ler, clique no título. Está em PDF.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-8183142015483928448?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.senac.br/INFORMATIVO/educambiental/ea_012006/entrevista.pdf' title='Washington Novaes: O Brasil não coloca o meio ambiente no centro de sua estratégia nacional'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/8183142015483928448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=8183142015483928448&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8183142015483928448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8183142015483928448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/07/washington-novaes-o-brasil-no-coloca-o.html' title='Washington Novaes: O Brasil não coloca o meio ambiente no centro de sua estratégia nacional'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-773586453593911854</id><published>2007-06-28T21:37:00.000-03:00</published><updated>2007-06-28T21:43:29.924-03:00</updated><title type='text'>Vegetarianismo a favor do meio ambiente</title><content type='html'>POR CRISTIANE SENNA para Revista Época&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas pessoas se tornam vegetariana pela libertação animal e outras em busca da boa saúde, mas há um motivo muito importante que deve ser considerado por todos: a ação impactante que a pecuária tem sobre o meio ambiente. Em entrevista a ÉPOCA Online, o biólogo e ativista Sérgio Greif explicou um pouco mais sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impacto ambiental de uma dieta centrada na carne&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A pecuária representa uma das atividades humanas mais impactantes para o meio ambiente, consumindo grandes quantidades de água, grãos, combustíveis fósseis, pesticidas e drogas. Esta atividade é também a principal causa por trás da destruição das florestas tropicais e outras áreas naturais, além de grande responsável por outros impactos ambientais, como a extinção de espécies, erosão do solo, escassez e contaminação de águas, desertificação, poluição orgânica e efeito estufa.&lt;br /&gt;CONTAMINAÇÃO A pecuária consome grandes quantidades de recursos, gerando resíduos e gases que contaminam o solo, a água e o ar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Destruição da flora e fauna natural&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A maior parte do gado brasileiro é criada pelo sistema extensivo, onde os animais permanecem soltos no campo, ocupando vastas áreas. Neste sistema, considerado pouco produtivo, cada cabeça de gado necessita de um hectare (10.000 m²) de terra para engordar. O Brasil possui o maior rebanho comercial do mundo (mais de 200 milhões de cabeças), que necessita de uma área de pastagem de, no mínimo, 2 milhões de km² para ser sustentado. Esta área equivale a um quarto do território nacional. Estas pastagens eram anteriormente áreas naturais como cerrados, florestas tropicais, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ambientes naturais são destruídos para a formação de pastos ocorre a perda de biodiversidade na área: a maior parte dos animais e plantas nativos desaparecem do local, sendo substituídos por forrageiras invasoras e gado. A remoção da cobertura vegetal original transforma completamente o ambiente, tornando-o impróprio para sustentar a maior parte das espécies que antes ali viviam. Ainda, as raras espécies que se adaptam às novas condições tendem a ser eliminadas pelos fazendeiros, uma vez que entram em competição com o gado ou passam a predá-lo devido a ausência de suas presas naturais. Há também várias doenças, como a raiva, o antraz, a toxoplasmose e a febre maculosa, que são transmitidas do gado para os animais silvestres e vice-versa, o que freqüentemente resulta na eliminação dos animais silvestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A remoção da cobertura vegetal original para formar pastos não apenas compromete a biodiversidade, como também interrompe o equilíbrio e a reciclagem natural de nutrientes, como o que estamos observando no caso da Floresta Amazônica. Locais no planeta onde a atividade de pastoreio é mais antiga são testemunhas de que o homem de fato transforma florestas em desertos. O super-pastoreamento destrói toda a possibilidade de rebrotamento e crescimento vegetal. Além disso, quando o gado pisoteia massivamente o solo, este é compactado. Isto torna a absorção da água dificultada, além de possibilitar o arraste de material superficial pelo vento e pela água, resultando em processos erosivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Poluição do meio ambiente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A pecuária também é uma das mais importantes fontes de poluição do meio ambiente. Ela consome grandes quantidades de recursos, gerando resíduos e gases que contaminam o solo, a água e o ar. A produção de excrementos animais ultrapassa em muito a produção de excrementos das grandes cidades. Este excremento na maior parte das vezes não pode ser empregado na agricultura e não é direcionado para nenhuma estação de tratamento de esgotos, sendo inadequadamente disposto no ambiente. No meio ambiente, estes excrementos colocam em risco a saúde pública, estando associados à disseminação de coliformes fecais, proliferação de insetos e problemas de saúde como alergias, hepatite, canceres e outras doenças. Em alguns municípios catarinenses a suinocultura é responsável por mais de 65% da emissão de poluentes. A contaminação das águas superficiais por coliformes fecais em algumas regiões do Sul do Brasil chega a 85% das fontes naturais de abastecimento.&lt;br /&gt;FAUNA Quando ambientes naturais são destruídos para a formação de pastos, a maior parte dos animais desaparecem do local&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo em países desenvolvidos, onde a abundância de recursos permite um manejo mais adequando e melhor infra-estrutura, a insustentabilidade da pecuária torna impossível o controle efetivo da poluição. Por exemplo, países europeus como a Holanda, Inglaterra, Dinamarca, Alemanha, Bélgica e França apresentam problemas ambientais ocasionados pela pecuária muito mais graves do que os nossos. Os Estados Unidos já possuem áreas com níveis de contaminação alarmantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A pecuária e a água&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A pecuária implica também um uso ineficiente da água. Cerca de 70% da água doce captada pelo homem dos rios, lagos e depósitos subterrâneos é destinada para uso agrícola, sendo que os 30% restantes são utilizados para as demais atividades, como consumo doméstico, atividade industrial, geração de energia, recreação e abastecimento. No Brasil, são necessários em média 2 mil litros de água para produzir cada quilo de soja. Por outro lado, para produzir cada quilo de carne bovina são necessários cerca de 43 mil litros de água. Nesse cálculo entram não só a água que os animais bebem, cerca de 50 litros/dia, mas também a água utilizada na produção de seu alimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pecuarista não paga pela água que utiliza nem para os dejetos que o abatedouro gera. No preço da carne não estão contabilizados nestes custos, nem os prejuízos ao meio ambiente causados pela criação de animais. Todos estes custos são subsidiados pelo governo. Isto significa que o contribuinte arca com todos, para lucro exclusivo do setor pecuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vegetarianismo contra a fome no mundo&lt;br /&gt;Se compararmos nossa atual produção agrícola com a população humana hoje existente, veremos que não há motivos para a fome no mundo. Não há déficit na produção, pelo contrário, são produzidas cerca de 1,5 quadrilhões de calorias a mais do que seria necessário para sustentar nossa população. A fome só existe porque cerca de 25% dos grãos cultivados no mundo são utilizados na alimentação do gado. Mesmo o fato de que este gado será posteriormente utilizado para alimentar seres humanos não é justificativa, visto que a produção de carne representa um uso ineficiente dos grãos. Os grãos são utilizados de forma mais eficiente quando consumidos diretamente por seres humanos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Vegetarianismo preservando florestas e áreas naturais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Caso o vegetarianismo fosse uma situação generalizada dentro de nossa espécie, seriam necessárias menos áreas de cultivo para sustentar nossa população. Muitas áreas naturais jamais precisariam ser tocadas e desta forma haveria uma maior preservação ambiental. Não haveria a situação de desperdício de recursos hídricos, pois seriam adotadas para cultivo apenas áreas próprias para agricultura, sem quase nenhuma necessidade de irrigação. A captação de água ocorreria basicamente para atender às cidades e às industrias, portanto haveria menor incidência de secas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-773586453593911854?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74465-5856-421,00.html' title='Vegetarianismo a favor do meio ambiente'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/773586453593911854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=773586453593911854&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/773586453593911854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/773586453593911854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/06/vegetarianismo-favor-do-meio-ambiente.html' title='Vegetarianismo a favor do meio ambiente'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-2276631832920735286</id><published>2007-06-15T12:37:00.000-03:00</published><updated>2007-06-15T12:38:35.296-03:00</updated><title type='text'>Aqueça seu coração, não o planeta. Seja vegetariano!</title><content type='html'>&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Rio de Janeiro 12 de junho de 2007 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Prezado(a) Senhor(a)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://www.svb.org.br/home/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Sociedade Vegetariana Brasileira &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;- grupo Rio de Janeiro, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://www.veganstaff.org/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Vegan Staff&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://www.geocities.com/Petsburgh/8205/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;FBAV &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://www.goura.com.br/seva"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Projeto de Proteção aos Bovinos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://www.veddas.org.br/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Veddas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;b&gt;e&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://sosfelinos.atspace.com/index.html" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;SOS Felinos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;, gostaríamos de convidá-los a participar da manifestação pacífica " &lt;b&gt;Aqueça&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt; seu coração, não o planeta. Seja vegetariano!"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;, a ser realizada no dia &lt;b&gt;01 de Julho na praia de Ipanema&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;com concentração na praia do Arpoador às 9 horas&lt;/b&gt;, aproveitando-se a chamada do evento "Live Earth" que acontecerá na semana seguinte como maneira de conscientizar a população mundial sobre a ameaça do &lt;b&gt;Aquecimento Global&lt;/b&gt; para a humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;É consenso no mundo científico atual que as atividades humanas desde o século XIX são as maiores responsáveis pela emissão de gases do efeito estufa, resultando nas mudanças climáticas denominadas como &lt;b&gt;Aquecimento Global&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Nós, vegetarianos, também sabemos que um dos maiores emissores de tais gases é o consumo e produção de animais para alimentação humana. &lt;b&gt;Cerca de 18% dos gases do efeito estufa são originários da produção de animais&lt;/b&gt;, número superior ao emitido pelo setor de transportes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;" lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Estudos recentes reconhecidos pela ONU e FAO demonstram que a alimentação humana atual é uma das principais causas de degradação e poluição ambientais, como também co-responsável por grande parte das doenças que afetam a população nos dias de hoje. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;" align="center" lang="pt-BR"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Gostaríamos de chamar o maior número possível de amigos e colegas vegetarianos, assim como aqueles simpatizantes e sensíveis ao movimento pelos direitos animais para que, juntos, mostremos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;à sociedade que uma mudança nas nossas escolhas alimentares é uma maneira efetiva e transformadora para melhorarmos a vida do planeta Terra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;" align="center" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Local: Arpoador &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;" align="center" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Dia: 01 de julho &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;" align="center" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Hora: 9 h em ponto&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;" align="center" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Anotem na agenda! Imprimam em papel reciclado ou repassem a amigos!! &lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;" align="center"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Uma cultura alimentar baseada no vegetarianismo é uma grande e importante arma no combate ao aquecimento global.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Ao respeitarmos a vida dos animais, contribuímos para a conservação de nossas florestas, solos e mananciais, e para&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;b&gt;o nascimento de uma sociedade mais sadia, pacífica e em equilíbrio com seu planeta.&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;" align="center" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Aqueça seu coração, não o planeta.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0cm;" align="center" lang="pt-BR"&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;Seja vegetariano!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0.49cm;" align="center"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;C&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;ontato: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="mailto:biavegan@yahoo.com.br" target="_blank"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;biavegan@yahoo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="mailto:thaisalpimenta@gmail.com"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;thaisalpimenta@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; (21) 8111 1719 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#0000ff;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="mailto:clarissatag@gmail.com"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;clarissatag@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;a href="mailto:clarissatag@gmail.com"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;(21) 9391 1407&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-2276631832920735286?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/2276631832920735286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=2276631832920735286&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/2276631832920735286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/2276631832920735286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/06/aquea-seu-corao-no-o-planeta-seja.html' title='Aqueça seu coração, não o planeta. Seja vegetariano!'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-7881478200217359065</id><published>2007-06-10T11:36:00.000-03:00</published><updated>2007-06-10T11:38:38.885-03:00</updated><title type='text'>Biocombustível já eleva preço de alimentos, diz ONU</title><content type='html'>da BBC&lt;br /&gt;Segundo o estudo, os gastos globais com a importação de alimentos devem crescer 5% e atingir um valor recorde de US$ 400 bilhões neste ano&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;SÃO PAULO - Um estudo divulgado pela FAO - o órgão das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação - nesta quinta-feira sugere que a crescente demanda por biocombustíveis pode estar levando a uma alta dos preços internacionais de alguns alimentos. Segundo o estudo, os gastos globais com a importação de alimentos devem crescer 5% e atingir um valor recorde de US$ 400 bilhões neste ano. A alta é puxada pelos preços de importação de grãos e óleos vegetais, usados em grande escala na produção de biocombustíveis - sobretudo nos derivados de milho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com a FAO, o aumento dos gastos com as importações desses produtos em 2007 chegará a 13% em relação a 2006. “Observando esse dado vemos claramente que a demanda por biocombustíveis é o maior responsável pela subida dos preços (dos alimentos), apesar de ser impossível dizer exatamente qual a porcentagem de culpa atribuída a esse fator”, afirmou à BBC Brasil Abdolreza Abbassian, um dos autores do estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Etanol&lt;br /&gt;Só nos Estados Unidos, estima-se que, no período entre 2007 e 2008, serão necessárias 86 milhões de toneladas de milho para a produção de etanol. Isso representaria 60% a mais (30 milhões de toneladas) do que o total utilizado no período anterior e uma quantidade superior ao volume total de milho exportado em todo o mundo, estimado em 82 milhões de toneladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O milho é a principal matéria-prima utilizada na alimentação animal. Um aumento em seu preço se traduz em aumento nos custos de criação de animais e em um conseqüente aumento nos preços de produtos derivados de animais”, explicou Abbassian. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o consumidor final, o resultado mais visível será o encarecimento da carne, de produtos lácteos e dos óleos vegetais, que já começam a ser observados. De acordo com a FAO, o preço da carne subiu 7,6% em março passado em relação ao mesmo mês em 2006 e o preço dos produtos lácteos aumentou 46% desde novembro passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso do frango, os preços das exportações do Brasil e dos Estados Unidos, que juntos respondem por 70% do comércio mundial, subiram em março passado 14% e 20%, respectivamente, em relação à média de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas parte desse comportamento “se deve também a fatores como o clima”, disse Abbassian. De acordo com o especialista, o açúcar é o único produto que ainda não corre risco de subir de preço, apesar de o Brasil, maior produtor mundial, continuar destinando cada vez maiores quantidades de cana para a produção de etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A produção brasileira ainda é maior que a demanda. Mas isso vai mudar a partir do momento em que as nações desenvolvidas decidirem liberalizar o mercado de etanol e eliminarem as tarifas sobre o álcool brasileiro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BBC BRASIL.com - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da BBC BRASIL.com.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-7881478200217359065?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.estadao.com.br/ultimas/economia/noticias/2007/jun/07/189.htm' title='Biocombustível já eleva preço de alimentos, diz ONU'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/7881478200217359065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=7881478200217359065&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/7881478200217359065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/7881478200217359065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/06/biocombustvel-j-eleva-preo-de-alimentos.html' title='Biocombustível já eleva preço de alimentos, diz ONU'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-4681727523097681267</id><published>2007-06-05T17:18:00.000-03:00</published><updated>2007-06-05T17:20:30.207-03:00</updated><title type='text'>Homem já 'come' quase metade da Terra</title><content type='html'>No Dia Mundial do Meio Ambiente, ciência revela que há pouco para comemorar.&lt;br /&gt;Modelo de desenvolvimento esgota recursos do planeta e ameaça biodiversidade.&lt;br /&gt;Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pouco para comemorar no Dia Mundial do Meio Ambiente, apesar dos esforços de pesquisa e conscientização que marcaram as últimas décadas. Retórica à parte, o chamado desenvolvimento sustentável continua distante da prática: de fato, as estimativas mais recentes indicam que a humanidade nunca viveu de forma menos sustentável. As mais de 6 bilhões de pessoas monopolizam hoje 45% de toda a matéria viva produzida em terra firme - e nada indica que essa taxa esteja parando de crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cálculo, feito por pesquisadores como o americano Paul Ehrlich, da Universidade Stanford, e Stuart Pimm, da Universidade Duke (ambas nos Estados Unidos), é o mais abrangente possível. Os estudos se baseiam numa medição da produtividade primária - a massa viva produzida pelas plantas a cada ano. As plantas usam a luz solar e o gás carbônico do ar para produzir seu próprio alimento e, assim, construir seu organismo. (É o processo conhecido como fotossíntese.) Todos os animais dependem direta ou indiretamente das plantas para viver; por isso, a produtividade delas dá uma medida clara do funcionamento de um determinado ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas costumam comparar esse processo ao rendimento de juros em um banco: as plantas que estão fazendo fotossíntese já têm sua própria massa (o equivalente ao dinheiro investido) e passam a aumentá-la. Examinando fatores como a área plantada com alimentos no mundo, as fatias de terra destinadas a pastos e as regiões florestais que são exploradas comercialmente ou para subsistência, os pesquisadores chegaram à conclusão de que a humanidade se apropria de 45% da produtividade primária da Terra. Ou seja, o homem gasta quase metade do "rendimento em juros" das formas de vida terrestres. Números parecidos são encontrados nos rios e mares do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O número já é impressionante por si só, mas o grande problema é que as enormes demandas por matérias-primas e energia das sociedades modernas podem muito bem fazer com que a humanidade gaste todos os rendimentos da Terra e ainda por cima entre no cheque especial, por assim dizer. Na verdade, isso só não aconteceu ainda porque a maior parte das pessoas não tem o mesmo padrão de consumo que o do cidadão médio dos Estados Unidos, por exemplo. Se, por um passe de mágica, todos os 6 bilhões de seres humanos pudessem consumir bens no mesmo patamar dos americanos, só a produtividade primária de cinco Terras poderia saciá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que o avanço tecnológico tem permitido sustentar cada vez mais gente de forma cada vez mais eficiente, mas não há o menor sinal de que uma solução tecnológica, sozinha, será capaz de evitar uma catástrofe caso o padrão mundial de consumo continue a crescer no ritmo atual. O correto seria evitar o crescimento dos padrões de consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;À primeira vista isso pode parecer absurdo num mundo com tantos milhões de famintos e pobres, mas a voracidade humana, mesmo quando bem-intencionada, pode ser um tiro pela culatra. Quando se usa em excesso a produtividade primária de um ambiente - um pasto com bois além da conta, por exemplo -, a tendência é que surjam fenômenos como a desertificação e o empobrecimento do solo. Mais que isso: os cientistas estão descobrindo que os ecossistemas naturais - como florestas ou savanas, não utilizados para o plantio ou a criação de animais - são prestadores de serviços quase inestimáveis, sem os quais a pobreza extrema ou mesmo desastres são inevitáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviços essenciais ameaçados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São os chamados serviços ambientais, um conceito relativamente novo, mas que define de forma clara por que a destruição completa de ecossistemas representa um risco para as sociedades humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parcela mais óbvia dos serviços ambientais é a do consumo humano direto - na forma de madeira florestal ou de frutos do mar, por exemplo, os quais são esmagadoramente oriundos de ambientes selvagens, e não da aqüicultura. Mas os serviços ambientais vão muito além disso. Praticamente nenhum lavoura humana é capaz de sobreviver sem a ação dos insetos polinizadores, como as abelhas (muitas delas de espécies selvagens), sem os quais as plantas não podem produzir fruto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as florestas também funcionam como sistemas de produção de água, alterando o clima de forma a garantir chuvas constantes (a "transpiração" das próprias árvores garante a umidade e a formação de nuvens em suas vizinhanças) e mantendo os cursos dos rios sem assoreamento. Desastres como enchentes e desabamentos de terra também são muito mais freqüentes em locais que perderam sua vegetação original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há indícios de que, quanto maior a diversidade de espécies de um ambiente, melhores e mais robustos são os serviços ambientais que ele presta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A biodiversidade não é o embrulho bonitinho dos ecossistemas -- ela é um enorme motor de produtividade", explicou ao G1 o biólogo Stephen R. Palumbi, da Universidade Stanford, nos Estados Unidos. "Assim como qualquer fazendeiro precisa saber como e por que uma planta cresce depressa, nós precisamos saber como tirar o máximo dos ecossistemas sem destruí-los. Deveríamos ter como regra máxima dar apoio à diversidade natural de um ecossistema -- nem que seja pela razão puramente egoísta de querer que ele produza mais para nós."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande vantagem é que ambientes naturais saudáveis produzem serviços de graça - serviços os quais seria extremamente custoso obter por meios humanos. Mas é justamente esse risco que a humanidade está correndo graças a uma iminente onda de extinções a qual, se nada for feito, deve atingir a Terra. A Sexta Extinção, como tem sido chamada (em referência a outros cinco grandes eventos do tipo que varreram o planeta no passado), tem potencial para ser tão severa quanto a que destruiu os dinossauros há 65 milhões de anos, se nada for feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso, o agravamento do aquecimento global tem tudo para interagir de forma nefasta com a retirada ativa dos ambientes naturais. Assim como o uso desenfreado dos recursos naturais pelo homem, a mudança climática pode interferir em todas as relações complexas entre as espécies que mantêm os ecossistemas funcionando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo disso é o aquecimento das águas marinhas geladas do Ártico e da Antártica. Ao contrário do que se poderia imaginar, a água marinha fria é excelente para a vida, porque ela permite que os nutrientes do fundo do oceano se misturem por igual em todas as profundidades. Com isso, as algas microscópicas proliferam (ou seja, há alta produtividade primária), e todos os outros seres vivos, dos camarões aos elefantes marinhos ou ursos polares, também se multiplicam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, quando a água esquenta, as camadas do oceano ficam paradas e não se misturam. O plâncton morre, e sem ele todas as outras formas de vida passam fome e tendem a desaparecer. E é claro que a indústria pesqueira humana também é duramente afetada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-4681727523097681267?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL47075-5603,00.html' title='Homem já &apos;come&apos; quase metade da Terra'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/4681727523097681267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=4681727523097681267&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/4681727523097681267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/4681727523097681267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/06/homem-j-come-quase-metade-da-terra.html' title='Homem já &apos;come&apos; quase metade da Terra'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-810587134622277642</id><published>2007-06-04T15:16:00.000-03:00</published><updated>2007-06-04T15:18:13.713-03:00</updated><title type='text'>Global warming 'is three times faster than worst predictions'</title><content type='html'>By Geoffrey Lean, Environment Editor of The Independent&lt;br /&gt;Published: 03 June 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Global warming is accelerating three times more quickly than feared, a series of startling, authoritative studies has revealed.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They have found that emissions of carbon dioxide have been rising at thrice the rate in the 1990s. The Arctic ice cap is melting three times as fast - and the seas are rising twice as rapidly - as had been predicted.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;News of the studies - which are bound to lead to calls for even tougher anti-pollution measures than have yet been contemplated - comes as the leaders of the world's most powerful nations prepare for the most crucial meeting yet on tackling climate change.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The issue will be top of the agenda of the G8 summit which opens in the German Baltic resort of Heiligendamm on Wednesday, placing unprecedented pressure on President George Bush finally to agree to international measures.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tony Blair flies to Berlin today to prepare for the summit with its host, Angela Merkel, the German chancellor. They will discuss how to tackle President Bush, who last week called for action to deal with climate change, which his critics suggested was instead a way of delaying international agreements.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yesterday, there were violent clashes in the city harbour of Rostock between police and demonstrators, during a largely peaceful march of tens of thousands of people protesting against the summit.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The study, published by the US National Academy of Sciences, shows that carbon dioxide emissions have been increasing by about 3 per cent a year during this decade, compared with 1.1 per cent a year in the 1990s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The significance is that this is much faster than even the highest scenario outlined in this year's massive reports by the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) - and suggests that their dire forecasts of devastating harvests, dwindling water supplies, melting ice and loss of species are likely to be understating the threat facing the world.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The study found that nearly three-quarters of the growth in emissions came from developing countries, with a particularly rapid rise in China. The country, however, will resist being blamed for the problem, pointing out that its people on average still contribute only about a sixth of the carbon dioxide emitted by each American. And, the study shows, developed countries, with less than a sixth of the world's people, still contribute more than two-thirds of total emissions of the greenhouse gas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On the ground, a study by the University of California's National Snow and Ice Data Center shows that Arctic ice has declined by 7.8 per cent a decade over the past 50 years, compared with an average estimate by IPCC computer models of 2.5 per cent.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In yesterday's clashes, masked protesters hurled flagpoles, stones and bottles and attacked with sticks forcing police to retreat. The police said they were suffering "massive assaults" and that the situation was "very chaotic". They put the size of the demonstration at 25,000; organisers said it was 80,000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Further reading: Go to &lt;a href="http://pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.0700609104" target="NEW"&gt;pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.0700609104&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-810587134622277642?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://environment.independent.co.uk/climate_change/article2609305.ece' title='Global warming &apos;is three times faster than worst predictions&apos;'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/810587134622277642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=810587134622277642&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/810587134622277642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/810587134622277642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/06/global-warming-is-three-times-faster.html' title='Global warming &apos;is three times faster than worst predictions&apos;'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-6022876000277749260</id><published>2007-06-02T14:15:00.000-03:00</published><updated>2007-06-02T14:17:20.232-03:00</updated><title type='text'>Biocombustíveis não precisam nos deixar famintos</title><content type='html'>Do Financial Times para NoticiasUol &lt;br /&gt;Biofuels need not leave us hungry&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A UE deve derrubar tarifas sobre etanol para evitar falta de cereais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rei milho destronou o rei carvão como uma das grandes forças na política dos EUA. O resultado é que não há uma política sensata sobre o etanol, que subitamente se tornou o atalho favorito de todo mundo para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e o vício americano em petróleo importado. Na verdade, as propriedades do etanol são exageradas e as conseqüências da corrida à produção de etanol, subestimadas. Isso não apenas está impelindo a demanda por terras agrícolas escassas como também faz aumentar o preço dos alimentos nos EUA e na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comissão Européia pediu que os biocombustíveis substituam 10% do petróleo até 2020. Mas a maior produção de biocombustíveis já provocou um coro de queixas dos fabricantes de macarrão italiano, cerveja alemã, tortilhas mexicanas e carne de gado alimentado a milho nos EUA. Os conglomerados alimentícios emitiram uma série de advertências sobre lucros, mas as companhias de energia tradicionais ainda não sentiram o apuro. Como explicar esse paradoxo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal motivo é que a atual estratégia pró-etanol favorece o desperdício. O combustível baseado em milho dos EUA exige a plantação de extensas áreas de terra para substituir uma fração do petróleo utilizado nos carros. Além disso, o etanol é apenas um pouco menos poluente do que a reversão total ao óleo. A energia necessária para transformar cereais em combustível poderia teoricamente vir de outras fontes renováveis como a eólica ou solar. Mas na maioria dos casos as refinarias de biocombustíveis usam óleo ou carvão, o que causa ainda mais poluição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As atuais opções cultivadas na União Européia não são muito melhores. Colza e beterraba são preferíveis ao milho, mas ainda exigem muita energia e terra. Avanços tecnológicos ainda poderão transformar capim, lascas de madeira e outras formas de matéria orgânica em alternativas rentáveis e ambientalmente seguras, mas já existem opções melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal delas é a cana-de-açúcar, que contém muito mais energia utilizável que a beterraba. O problema da cana é que os climas europeus em geral são inóspitos ao seu cultivo. Outras regiões, principalmente o Brasil e alguns países da América Central, oferecem ambientes mais naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderá haver um problema de escala mesmo no Brasil. Enquanto a terra arável ainda é abundante e uma melhor gestão agrária pode ir longe, a maior produção de etanol poderá em última instância significar menos floresta tropical. Os benefícios de emitir menos carbono na atmosfera poderiam ser contrabalançados pelos custos de se eliminar um redutor natural de carbono, sem falar no valor dessas florestas para a biodiversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permitir o uso de combustível baseado em cana nos carros americanos e europeus exigiria reduzir as tarifas de importação do etanol. Enquanto o milho reinar nos EUA - e Iowa, no coração do cinturão do milho, saiu na frente na corrida para escolher o próximo presidente-, é improvável que isso aconteça.&lt;br /&gt;O maior obstáculo à adoção generalizada do etanol nos EUA é a indústria de etanol americana. De sua parte, a UE deveria seguir a liderança sueca e derrubar suas tarifas agora, antes que seja tarde.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-6022876000277749260?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/fintimes/2007/06/02/ult579u2163.jhtm' title='Biocombustíveis não precisam nos deixar famintos'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/6022876000277749260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=6022876000277749260&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6022876000277749260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/6022876000277749260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/06/biocombustveis-no-precisam-nos-deixar.html' title='Biocombustíveis não precisam nos deixar famintos'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-4113822974745906479</id><published>2007-05-23T19:19:00.000-03:00</published><updated>2007-05-23T19:22:11.975-03:00</updated><title type='text'>Das gerações que não são mais futuras, são presentes.</title><content type='html'>Em breve 15 anos se passarão desde a ECO92 e infelizmente serão essas mesmas gerações nas quais os discursos foram tão enfatizados a realizarem o trabalho que deveria ter sido feito pelas anteriores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5g8cmWZOX8Q"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/5g8cmWZOX8Q" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-4113822974745906479?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/4113822974745906479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=4113822974745906479&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/4113822974745906479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/4113822974745906479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/05/das-geraes-que-no-so-mais-futuras-so.html' title='Das gerações que não são mais futuras, são presentes.'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-3149558053110793129</id><published>2007-05-18T20:05:00.001-03:00</published><updated>2007-05-18T20:05:48.536-03:00</updated><title type='text'>Onde está de fato a nossa riqueza</title><content type='html'>Por Washington Novaes&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;“Recursos e serviços naturais tendem a valorizar-se a cada dia. Ainda mais que sua contribuição é e será decisiva para que não se agrave o problema mais dramático do nosso tempo, que está nas mudanças climáticas”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Washington Novaes é jornalista especializado em meio ambiente (wlrnovaes@uol.com.br). Artigo publicado em “O Estado de SP”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa de suas últimas viagens ao Brasil, a escritora norte-americana Hazel Henderson - que, com seus conhecimentos econômicos e financeiros, tem desmontado tantos raciocínios que tentam sustentar o insustentável - disse que, “se você olha para o mundo real, e não para números loucos, vê que, numa análise per capita, o Brasil é um dos países mais ricos do mundo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, como classificar de outra forma um território continental onde estão de 10% a 20% da biodiversidade do planeta, 12% do fluxo superficial de água, sol o ano inteiro, uma zona costeira com milhões de quilômetros quadrados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principalmente lembrando o estudo feito na Universidade da Califórnia por Robert Constanza e mais um grupo de economistas, para mostrar que, se fosse preciso substituir por ações humanas os recursos e serviços que a natureza presta gratuitamente (fertilidade do solo, regulação do clima, serviços hidrológicos, etc.), se chegaria a um custo de até três vezes o total do produto bruto mundial num ano. Isto é, esses recursos e serviços valeriam hoje até US$ 120 trilhões anuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Examinada a questão por outro ângulo, vê-se que recursos e serviços naturais são, cada vez mais, o fator escasso no mundo. Porque, de acordo com relatórios já citados aqui, estamos consumindo 25% além da capacidade de reposição da biosfera, com o déficit crescendo ano a ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, sendo assim, esses recursos e serviços naturais tendem a valorizar-se a cada dia. Ainda mais que sua contribuição é e será decisiva para que não se agrave o problema mais dramático do nosso tempo, que está nas mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conclusão óbvia seria a de que esses recursos e serviços deveriam ocupar um lugar central na estratégia política, econômica e social brasileira, com a definição dos caminhos mais apropriados para preservá-los e utilizá-los racionalmente, evitando perdas, desperdícios e incompetências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem, entretanto, acompanhe o noticiário verá exatamente o contrário. Começará tomando conhecimento da irritação do presidente da República porque não obteve licença prévia um projeto altamente problemático - para dizer o mínimo - de implantação de mega-hidrelétricas na Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irritação seguida da ameaça de implantar em substituição uma usina nuclear, de energia caríssima, insegura e sem destinação para o dramaticamente perigoso lixo nuclear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verá também o Ibama sendo fatiado, supostamente porque seria culpado do não-licenciamento daquelas hidrelétricas - e não o incompetente e insuficiente estudo de impacto ambiental das usinas, feito pelos empreendedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, verá - provavelmente com olhos esbugalhados - o presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica propor que “projetos estratégicos considerados prioridade nacional” na área de energia (assim definidos pela Presidência da República) sejam eximidos de licenciamento ambiental e enviados por um Conselho de Defesa Nacional à Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados, para ali serem autorizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Trata-se de um retrocesso sem precedentes no trato da questão ambiental”, comentou uma representante do Ministério Público Federal, Sandra Cureau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato. Em 2003 o Ibama concedeu 145 licenças ambientais, em 2006 foram 278. Mas se faz de conta que o problema está apenas ali, não nas inconveniências de projetos ou na omissão e incompetência de tantos estudos de impacto que lhe são submetidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como quem não quer nada, e se fazendo de surda às vozes e a estudos competentes que mostram a desnecessidade de novas usinas, tantas são as possibilidades de economizar energia ou obtê-la por caminhos mais adequados, a Casa Civil da Presidência vai tramando também mudar a Resolução 237/97, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), para criar exceções convenientes às regras para licenciamento ali estabelecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para completar, por meio de projetos ou anteprojetos de um novo estatuto para o índio, regras para mineração em áreas indígenas ou áreas de preservação, extração de petróleo em áreas de conservação, vai-se tentando abrir à exploração descuidada ou predatória aqueles recursos e serviços naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para que se tenha idéia do vulto do que está em jogo, o Mapa da Geodiversidade no Brasil, feito pelo Serviço Geológico nacional, lista 587 garimpos em áreas de proteção ambiental, dos quais 207 em áreas indígenas, 56 em parques nacionais, 292 em áreas de proteção permanente, 32 em outros tipos de reserva. E assinala 1.906 ocorrências minerais, 20% delas “intocadas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não por acaso, na recente visita do papa, a Articulação dos Povos Indígenas fez chegar a ele carta em que mostra que “falta regularizar 61,76% das áreas indígenas no país, onde vivem 241 povos, com 734 mil pessoas que falam 180 línguas”. Uma riqueza e uma diversidade cultural sem paralelo no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda considerada, em todos os relatórios do gênero, o caminho mais adequado para a conservação da biodiversidade no país, tais os resultados vistos na prática. Mas, em lugar de reconhecimento, esses povos continuam a assistir ao assassinato de seus líderes (257 em dez anos), ao suicídio em massa em grupos acuados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que esse tema entra em discussão, não falta quem diga que “índio já tem terra demais” (até um ex-presidente da Funai entrou por esse caminho).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquecido de que qualquer pessoa no Brasil, após alguns poucos anos de ocupação de uma área de terra, tem o direito de reivindicar sua propriedade definitiva, por usucapião. Mas índios, que ocupavam todo o território nacional há séculos, não teriam esse direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não fosse pelo direito dos índios, deveríamos ter o cuidado de pelo menos lembrar que eles são os melhores guardiães de nossas maiores riquezas. E deixá-los em paz.&lt;br /&gt;(O Estado de SP, 18/5)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-3149558053110793129?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/3149558053110793129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=3149558053110793129&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/3149558053110793129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/3149558053110793129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/05/onde-est-de-fato-nossa-riqueza.html' title='Onde está de fato a nossa riqueza'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-697538944555387600</id><published>2007-05-13T18:16:00.000-03:00</published><updated>2007-05-13T18:17:17.597-03:00</updated><title type='text'>Environmental warning on biofuels</title><content type='html'>Form BBC at Sunday, 13 May 2007, 04:38 GMT 05:38 UK&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The drive to switch over to biofuels could lead to rising food prices and deforestation, a report has warned. &lt;br /&gt;The government and EU have said by the year 2020 they want 10% of all fuel in cars to come from biofuels. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But a study by the Co-op Insurance Society suggests achieving this could have a severe environmental impact. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It comes days after a UN report with similar warnings said that biofuels are more effective when used for heat and power, rather than in transport. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biofuels can be anything made with vegetable matter that burns. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They are seen as a potential solution to climate change because they can reduce emissions of greenhouse gases. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Radical effects' &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Co-op report claims there is a future for biofuels, but current targets for growing so much fuel could have unintended consequences, BBC correspondent Damian Kahya says. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Dieter Helm, a senior advisor to the British government, told the BBC: "The sort of targets being set for biofuels will have quite radical effects on agriculture and therefore will have very substantial consequences for food prices and agriculture more generally." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The report says that around nine per cent of the world's agricultural land may be needed to replace just 10% of the world's transport fuels. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This means the production of biofuels could lead to a decrease in land available for food production in countries where famine already exists. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"People are felling rainforests to plant crops to grow energy fuels, biofuels," Professor Helm said. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Think of the energy involved in felling those rainforests. Think about the damage to the climate being done by the loss of those trees. Think about the ploughing and the cultivation of fields. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Think about the transport of those fuels, and you start to realise the carbon imprints are about much more than simply what happens to grow in a particular field at a particular point in time."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-697538944555387600?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://news.bbc.co.uk/1/hi/sci/tech/6650743.stm' title='Environmental warning on biofuels'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/697538944555387600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=697538944555387600&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/697538944555387600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/697538944555387600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/05/environmental-warning-on-biofuels.html' title='Environmental warning on biofuels'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-524726474538423090</id><published>2007-05-08T22:26:00.000-03:00</published><updated>2007-05-08T22:30:43.240-03:00</updated><title type='text'>Futuro do etanol nos EUA vai depender da oferta de fertilizantes</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="itemHead"&gt;&lt;span class="itemTitle"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;    &lt;td class="itemInfo"&gt;&lt;span class="itemPoster"&gt;Enviado por &lt;a href="http://www.radioprogresso.com.br/userinfo.php?uid=10"&gt;bonamigo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="itemPostDate"&gt;em 29/03/07 14:28&lt;/span&gt;  &lt;a href="http://www.radioprogresso.com.br/modules/news/newsbythisauthor.php?uid=10"&gt;Notícias do mesmo autor&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;    &lt;td&gt;&lt;div class="itemBody"&gt;&lt;p class="itemText"&gt;Há nos Estados Unidos um outdoor mostrando um fazendeiro norte-americano ao lado de um xeique do petróleo árabe, com a pergunta: "De quem você deseja comprar a sua gasolina?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da propaganda é promover o etanol feito no país, a partir do milho, como parte de um projeto de independência energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ironia é que os Estados Unidos terão que depender fortemente dos fertilizantes a base de nitrogênio para expandir a sua produção de milho, e vários desses produtos são fornecidos exatamente por aqueles países dos quais Washington quer reduzir a sua independência energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ano, os Estados Unidos deverão implementar o maior aumento já registrado em um século da sua área plantada com milho, e os comerciantes calculam que isso exigirá um milhão de toneladas extras de fertilizantes. É uma quantidade tão grande que alguns comerciantes dos Estados Unidos dizem que o país poderá ficar carente de adubo, já que os produtores no Golfo Pérsico estão tendo dificuldade para atender à demanda internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os preços dos fertilizantes a base de nitrogênio atingiram níveis recordes. Calcula-se que os Estados Unidos gastarão inéditos US$ 1,6 bilhão neste ano com importações de fertilizantes. Devido à esperada elevação da demanda por fertilizantes nos Estados Unidos neste ano, alguns comerciantes acreditam que o mercado desses produtos no país sofrerá um arrocho, e que os preços aumentarão ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Creio que poderemos ter um ano interessante. A demanda está aumentando mais rapidamente que a oferta, e isso só pode significar uma coisa: preços mais elevados", afirma um comerciantes norte-americano de fertilizantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrew Prince, funcionário da British Sulphur, uma empresa de consultoria, afirma que os preços dos fertilizantes a base de nitrogênio deverão chegar a cerca de US$ 365 a tonelada neste ano, contra uma média de US$ 270 registrada no ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início da década, quando os Estados Unidos eram praticamente auto-suficientes em fertilizantes, o preço da tonelada era de aproximadamente US$ 100. Agora os Estados Unidos precisam importar esse tipo de fertilizante, já que várias das usinas petroquímicas do país que produziam uréia, um composto que contém nitrogênio, fecharam as portas quando o preço do gás natural norte-americano disparou, alcançando níveis sem precedentes em 2003. A uréia é feita a partir da amônia, que é derivada do gás natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prince diz que a produção de uréia é um negócio com pequena margem de lucro, e que somente os produtores de gás natural e petróleo de baixo custo são capazes de permanecer no negócio quando os preços do gás e do petróleo sobem. O Oriente Médio e a Rússia contam com as maiores reservas de gás do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, as companhias norte-americanas têm ajudado a financiar e a construir fábricas de derivados de nitrogênio no exterior, já que os produtores domésticos estão sobrecarregados pelos altos custos operacionais. As companhias dos Estados Unidos também deslocaram algumas das suas fábricas para Trinidade e Tobago, onde as reservas de gás criaram um setor petroquímico, incluindo unidades de produção de amônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O US Export-Import Bank ajudou a financiar as obras de uma fábrica de amônia no Egito, que está sendo construída pela Kellog, Brown e Root. Até mesmo alguns adversários políticos dos Estados Unidos estão aumentando a sua capacidade de produção de amônia e uréia. No ano passado o Irã inaugurou instalações capazes de produzir até 1,08 milhão de toneladas anuais de uréia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados do Departamento de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos, os Estados Unidos importaram 21% da uréia de que necessitaram em 2005 do Qatar e da Arábia Saudita. O departamento também prevê que qualquer nova usina produtora de amônia será construída fora dos Estados Unidos. Segundo o departamento, unidades capazes de produzir um total de 3,2 milhões de toneladas serão construídas no Brasil, no Egito, na Índia e na Venezuela até o final de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prince afirma que em vez de reduzir a dependência das fontes externas de energia, os Estados Unidos estão criando um grande mercado para os exportadores de uréia, já que o país responde por 90% das importações globais do produto, que é usado predominantemente como fertilizante. No início da década os Estados Unidos eram praticamente auto-suficientes em uréia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A idéia de que produzir etanol modificará a dependência norte-americana de fontes externas de energia é falsa, já que os Estados Unidos ainda precisarão importar nitrogênio de outros países, visto que não são capazes de produzirem esse produto", critica ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredita-se que o aumento de área plantada com milho ocorrerá em detrimento da soja. A soja não necessita de fertilizantes à base de nitrogênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a expectativa de que os Estados Unidos aumentem a área plantada com milho ainda mais nos próximos anos a fim de elevar as reservas de etanol destinado ao consumo doméstico, o país poderá se tornar ainda mais dependente dos suprimentos de fertilizantes estrangeiros à base de nitrogênio. Os Estados Unidos não pretendem reabrir as fábricas que foram fechadas no início da década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: UOL&lt;br /&gt;Fonte: Financial Times &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-524726474538423090?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.radioprogresso.com.br/modules/news/article.php?storyid=19635' title='Futuro do etanol nos EUA vai depender da oferta de fertilizantes'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/524726474538423090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=524726474538423090&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/524726474538423090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/524726474538423090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/05/futuro-do-etanol-nos-eua-vai-depender.html' title='Futuro do etanol nos EUA vai depender da oferta de fertilizantes'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-7166299952051120063</id><published>2007-05-08T22:20:00.000-03:00</published><updated>2007-05-08T22:33:21.780-03:00</updated><title type='text'>Comida X Combustível</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt; 03.05.2007&lt;/span&gt; &lt;h2&gt;No mundo, a produção de energia tira espaço dos alimentos no campo e recoloca o Brasil no injusto papel de vilão ambiental &lt;/h2&gt; &lt;div class="boxImagem"&gt;A crise das Tortillas, no México: inflação por causa do etanol&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Felipe Sobel&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="inicioTexto" style="visibility: visible; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 14px; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;font-family:Verdana;font-size:9;"  &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;EXAME&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;O etanol passou do papel de mocinho para o de bandido em poucas semanas. De alternativa de energia ecologicamente correta capaz de livrar o mundo da dependência do petróleo e aliviar a emissão de poluentes na atmosfera, virou um elemento com potencial para bagunçar o sistema agrícola mundial e inflacionar o preço dos alimentos. Essa percepção negativa foi manifestada recentemente por vários políticos e especialistas. No início do mês passado, por exemplo, um artigo publicado pelos economistas C. Ford Runge e Benjamin Senauer na respeitada revista americana Foreign Affairs alertava que a produção do álcool pode levar a um aumento do preço da comida, agravando o problema da fome nos países mais pobres. Dias depois, durante a 1a Cúpula Energética Sul-Americana, realizada na Venezuela, o presidente do país anfitrião, Hugo Chávez, pressionou para que o documento final do encontro fizesse um alerta sobre os problemas que poderiam ser causados pela expansão do biocombustível, mas a diplomacia brasileira barrou a idéia. Até o ditador cubano Fidel Castro, afastado do governo por problemas de saúde, resolveu meter sua colher na polêmica. Num texto publicado pelo jornal oficial Granma, Fidel caprichou na retórica apocalíptica, classificando a política de investimento no etanol como a "internacionalização do genocídio".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por ser um dos maiores produtores de etanol do mundo, o Brasil encontra-se hoje sob a mira dos críticos. Na visão de muitos deles, o aumento do uso da cultura da cana para a fabricação de etanol representa uma ameaça à produção de alimentos para o país e para todo o mundo. Com isso, o país foi recolocado no posto de vilão ambiental do planeta (veja Vida Real na pág. 44). Além de uma imagem injusta, o raciocínio de que o investimento nacional em etanol vai agravar o problema da fome no mundo não encontra lastro na realidade. Embora tenha aumentado a destinação de matéria-prima para a produção de combustível, o Brasil não reduziu seu ritmo de produção de alimentos. Pelo contrário. A atual safra de grãos, de 125 milhões de toneladas, bateu recorde histórico. Além disso, o país tem hoje as melhores condições para multiplicar as áreas de canaviais, sem prejuízo de outras culturas. Um grupo do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República identificou 12 novas fronteiras adequadas ao plantio da cana-de-açúcar, sem qualquer tipo de impedimento legal ou ambiental. Elas se concentram em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás e totalizam quase 80 milhões de hectares, área equivalente à soma dos territórios de Alemanha e Espanha. "Além de termos terra sobrando, somos campeões de produtividade em etanol", afirma Eduardo Carvalho, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em boa parte, as preocupações a respeito dos efeitos colaterais da expansão do etanol têm sido baseadas no comportamento dos preços mundiais de alguns grupos de alimentos nos últimos meses. Um episódio emblemático ocorreu em fevereiro, quando dezenas de milhares de pessoas tomaram as ruas de dez cidades do México para realizar o protesto que ficou conhecido como a marcha das tortillas. Prato de resistência da culinária local, a iguaria teve seu preço aumentado em 400% nos últimos meses. A variação foi provocada pelo aumento de seu principal ingrediente, o milho, que no caso mexicano é importado dos Estados Unidos. Como os americanos estão transformando em etanol boa parte dos grãos produzidos em seu território, o alimento está cada vez mais escasso para exportação. Com isso, a tortilla se tornou vítima de uma alta gerada pela clássica lei da oferta e da procura. De um ano para cá, a cotação do milho nas bolsas de Chicago e Nova York sofreu valorização de 50%. O alto preço da commodity pode afetar uma extensa cadeia de empresas que utilizam a matéria-prima na fórmula de seus produtos ou como ração para animais. A lista inclui leite, carne de frango e refrigerantes, entre outros itens.&lt;/p&gt;  &lt;table border="1" bordercolor="#cccccc" cellpadding="2" cellspacing="0" width="300"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2" bgcolor="#ececec"&gt;&lt;b&gt;Estados Unidos&lt;/b&gt; (Milho)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;&lt;b&gt;Total destinado à produção de alimentos&lt;/b&gt; (em %)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" width="50%"&gt;2005&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;86&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2010(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;71&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2014(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;64&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;&lt;b&gt;Total destinado à produção de etanol&lt;/b&gt; (em %)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2005&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;14&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2010(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;29&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2014(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;36&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;(1) Projeção Fontes: USDA, Unica e Agroconsult&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="1" bordercolor="#cccccc" cellpadding="2" cellspacing="0" width="300"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr bgcolor="#ececec"&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;&lt;b&gt;Brasil&lt;/b&gt; (Cana-de-açúcar)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;&lt;b&gt;Total destinado à produção de alimento&lt;/b&gt;s (em %)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" width="50%"&gt;2005&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;53&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2010(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;41&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2014(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;33&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;&lt;b&gt;Total destinado à produção de álcool&lt;/b&gt; (em %)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" width="50%"&gt;2005&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;47&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2010(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;59&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;2014(1)&lt;/td&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;67&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;" colspan="2"&gt;(1) Projeção Fontes: USDA, Unica e Agroconsult&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt;Outro dos efeitos colaterais da corrida em busca dos combustíveis verdes são as queimadas que estão destruindo largas porções de florestas nativas na Ásia, sobretudo na Malásia e Indonésia. Isso ocorre para que a mata possa ser ocupada por plantações de palmeiras de dendê, cujo óleo é uma das matérias-primas para o biodiesel. No Brasil, o que preocupa os ecologistas é a expansão dos canaviais, que estaria empurrando a pecuária para áreas de preservação ambiental. "Mato Grosso do Sul é um dos exemplos de locais onde esse processo está ocorrendo", afirma Sérgio De Zen, professor de economia e administração da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, em São Paulo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;À luz da alta recente de preços alimentares e de problemas ambientais, cada vez mais gente tem embarcado no pessimismo quando o assunto é etanol. Segundo essa corrente, o mundo estaria conhecendo hoje apenas os primeiros sintomas de uma doença muito mais grave, pois os investimentos na fabricação do etanol vêm se multiplicando. No Brasil, quase metade da cana-de-açúcar que entra no processamento das usinas já é destinada exclusivamente à produção de etanol, avançando sobre a fatia antes usada para o açúcar. Segundo as estimativas do setor, até 2014 a proporção de matéria-prima destinada à fabricação de combustível deve chegar a quase 70% (veja quadro). O dado fica mais impressionante quando se considera que o país deverá dobrar no período a área desse cultivo. Nos Estados Unidos, ocorre um fenômeno semelhante. Atualmente, apenas 14% do milho plantado vira etanol. Em 2014, a proporção vai subir para 36%.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O avanço das culturas destinadas à produção do combustível realmente impressiona, mas isso não significa que o planeta corre o risco de virar um grande milharal e canavial. Em suas previsões apocalípticas sobre o tema, muitos críticos simplesmente estão ignorando o efeito do avanço tecnológico na produção agrícola. Isso fica claro quando se analisa o cenário brasileiro. A curto prazo, o país tem boas chances de evoluir rapidamente na produção de etanol com a aprovação e o uso de novas variedades de sementes transgênicas. Elas têm potencial de aumentar em média 4,5% ao ano a produtividade das culturas de cana-de-açúcar. Outra forma que está sendo utilizada para melhorar a performance no campo é a transformação da pecuária extensiva em semi-intensiva. Com isso, largas áreas ocupadas por gado podem ser utilizadas para cultivo de produtos agrícolas. Além de não prejudicar a produtividade da pecuária, esse sistema aumenta a rentabilidade do produtor. "Ganho dinheiro arrendando parte das minhas terras para uma usina de álcool da região e economizo em ração, pois meu gado passou a ser alimentado com bagaço de cana-de-açúcar", afirma o fazendeiro Francisco Junqueira, um dos maiores pecuaristas de São Paulo. Há dois anos, quando firmou um acordo com a usina, metade dos 7 000 hectares de suas propriedades em Lins, no interior paulista, deixou de servir de pasto. No lugar, hoje se vêem tapetes de canaviais. Junqueira continua criando as mesmas 10 000 cabeças de gado, mas numa área muito menor.&lt;/p&gt;  &lt;table border="1" bordercolor="#cccccc" cellpadding="2" cellspacing="0" width="300"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr bgcolor="#ececec"&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;&lt;b&gt;Oportunidades para o Brasil&lt;/b&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;À medida que os agricultores americanos se dedicam a expandir as plantações de milho para a produção de etanol, em prejuízo de outras culturas, surgem espaços no mercado dos Estados Unidos que podem ser aproveitados pelos produtores brasileiros&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;&lt;b&gt;Milho&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Com as plantações nos Estados Unidos canalizadas para a produção de combustível, começa a faltar milho no país para alimentação. Em razão disso, o preço do produto já aumentou 40%. O Brasil é o país que tem maiores possibilidades de suprir essa demanda&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="padding: 5px;"&gt;&lt;b&gt;Soja&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;As plantações do grão perdem espaço para o milho nos Estados Unidos. A tendência é uma valorização da soja, e o único país capaz de expandir rapidamente a fronteira é o Brasil&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt;NO CASO DO PRINCIPAL concorrente brasileiro no mercado do combustível verde, o cenário é outro, a ponto de a revista inglesa The Economist, num artigo recente, usar as expressões bom e mau etanol para ilustrar a diferença. Segundo a revista, a produção brasileira está no campo positivo e, a americana, no negativo. Nos Estados Unidos, a briga por espaço no campo entre culturas destinadas à comida e à energia é uma realidade. Como o terreno para a expansão agrícola é bem mais restrito por lá, as plantações de milho só podem crescer se roubarem espaço de outras culturas, como a de cevada, o que pode levar as cervejas a sofrer o efeito tortilla. Em razão das quantidades cada vez maiores de grãos canalizados para a fabricação de etanol, os avicultores também enfrentam problemas. Estima-se que seus custos vêm crescendo à média de 1,5 bilhão de dólares por ano em razão da alta de preço do milho utilizado nas rações. As mudanças no agronegócio americano são tão abruptas que a capital do gado, o Texas, transformou-se na terra do etanol. Duas das maiores usinas de álcool do país estão sendo construídas no estado e devem entrar em operação até dezembro. Ao todo, os Estados Unidos estão investindo 16 bilhões de dólares na construção de 80 novas usinas para a fabricação de combustível nos próximos anos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apesar da facilidade que a maior potência econômica tem para injetar dinheiro no negócio, está cada vez mais claro que o modelo em que ele se sustenta hoje é equivocado. Além de provocar transformações negativas no agronegócio americano, a fabricação de etanol com base no milho está longe de ser um exemplo em termos de eficiência. O combustível obtido no Brasil com a cana-de-açúcar leva vantagem no preço final (25% mais barato) e na produtividade de litros por hectare (o dobro da média americana). Se não bastasse, a cana-de-açúcar gasta quatro vezes menos energia do que o milho para que se fabrique o etanol (ou seja, não adianta nada ter um combustível verde que precisa de uma quantidade enorme de diesel para ser fabricado). Os Estados Unidos vêm comendo poeira nessa área mesmo com o governo George W. Bush injetando subsídios no setor (foram 9 bilhões de dólares só no ano passado). Para proteger o mercado interno, Bush ainda dificulta a importação do produto impondo barreiras -- cada galão de etanol brasileiro paga 0,54 dólar de "pedágio" para entrar nos Estados Unidos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas a evolução tecnológica também pode mudar as coisas por lá -- pelo menos é o que apostam algumas das figuras mais destacadas da sociedade americana. "A atual geração de etanol envolve uma certa polêmica, mas, se trabalharmos corretamente, em cinco anos teremos uma nova geração de combustíveis verdes", afirmou numa palestra recente o ex-vice-presidente americano Al Gore. Um dos produtos mais promissores dessa nova geração é o chamado etanol celulósico, que pode ser feito de qualquer tipo de planta, incluindo a palha de milho e o bagaço da cana-de-açúcar. Na visita recente de George W. Bush ao Brasil, os dois países firmaram um acordo que prevê parcerias em pesquisa para o desenvolvimento comercial do produto. As previsões de quando isso pode acontecer variam de cinco a dez anos. "Com essa tecnologia, vai ocorrer uma expansão vertical da produção", afirma Marcos Jank, presidente do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone). "O combustível obtido da celulose vai permitir dobrar a produtividade do etanol, atualmente de 7 000 litros por hectare."&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em razão dos benefícios que os avanços tecnológicos devem trazer a esse campo, é mais fácil Fidel Castro se naturalizar cidadão americano do que o etanol gerar uma "internacionalização do genocídio". Em termos de futuro, o que é líquido e certo é que o mapa agrícola mundial nunca mais terá a mesma cara depois do advento dos biocombustíveis. No Brasil, além da expansão da cana-de-açúcar, a tendência é ocorrer um investimento maior na cultura do milho, a fim de suprir a demanda dos Estados Unidos de grãos para alimentação (veja quadro). Num futuro próximo, largas porções da Ásia e da Europa devem privilegiar culturas destinadas a irrigar a produção de biodiesel.&lt;/p&gt; A velocidade das transformações no mapa agrícola mundial vai depender do aumento da demanda pelos combustíveis verdes. Nos Estados Unidos, a intenção do presidente Bush é que, dentro de uma década, eles representem 15% do total consumido por carros e caminhões no país. Na Europa, a idéia é que eles substituam 6% do diesel atualmente consumido até 2010. Planos semelhantes vêm sendo adotados em outros países, como o Japão, com o objetivo de reduzir a emissão de poluentes na atmosfera. Alguns analistas entendem que, mesmo se o movimento conduzir a um pequeno aumento de preço dos alimentos -- por ora algo ainda no terreno das hipóteses --, não será necessariamente uma coisa ruim. Faz sentido. Não há mesmo como chamar de catástrofe um processo que pode, ao mesmo tempo, melhorar a renda no campo e a qualidade de vida no planeta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-7166299952051120063?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://portalexame.abril.uol.com.br/revista/exame/edicoes/0892/negocios/m0127992.html' title='Comida X Combustível'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/7166299952051120063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=7166299952051120063&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/7166299952051120063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/7166299952051120063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/05/comida-x-combustvel.html' title='Comida X Combustível'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-8522997171727921469</id><published>2007-05-05T11:36:00.000-03:00</published><updated>2007-05-05T11:37:00.769-03:00</updated><title type='text'>Biofuels - the next big threat to Africa</title><content type='html'>By Teresa Anderson of the Gaia Foundation:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dear Friends and Colleagues,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This year has seen the beginning of what promises to be the next new large-scale threat to Africa's food, land, environment and farmers - Biofuels.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The reality of Climate Change has now been accepted by world governments and industry, and with it, acceptance that Carbon Dioxide (CO2) from burning fossil fuels is responsible for heating the planet's atmosphere and changing weather patterns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Everyone agrees that CO2 emissions must be reduced, but one of the solutions proposed is likely to create more social and environmental problems, and probably more CO2, than they claim to solve.  As Europe in particular looks to alternatives to fossil fuels such as oil and coal, Biofuels from crops such as maize, sugar, soya and palm oil, are being promoted as the new "green" solution.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;However, Europe does not have enough land to grow its fuel needs.  For example, even if the UK were to turn over all of its land to growing biofuels instead of food, it would need 4 times the amount of land to make enough fuel to meet its current needs.  Europe is therefore looking to Africa to provide the land that will grow the fuel.&lt;br /&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cbr /\&gt;Already, we hear of large-scale biofuels projects mushrooming across Africa, with the supports of governments keen to believe that this is the economic boom of Africa\'s future.  Tanzania, Uganda, Ethiopia, South Africa, Zambia, Ghana, Benin and other countries are at the forefront of the new Biofuels Boom.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;However, the negative stories follow these projects just as quickly. Protests, riots and arrests broke out in Uganda last month over the government\'s plans to degazette Mabira Forest, the largest rainforest area in the country. The forest was to be handed over and cut down for sugar plantations - some of which would go to producing biofuel ethanol. Other news shows that land grabs, deforestation and increasing food prices come about as a result of growing fuel instead of food.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Using land to grow fuel instead of food, rising grain prices, and the displacement of rural communities will  lead to greater food insecurity in Africa.  Any environmental benefits from using biofuels instead of fossil fuels will be cancelled out as forests, peatlands, mangroves and protected areas are cut down, burned, and converted to farmland. And the GM industry intends to use this as an opportunity to promote GM biofuels, to gain a foothold into Africa where there has been hard-fought resistance to GM contamination of food.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;While campaigns in Europe against increased biofuel targets are just starting up (see \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.biofuelwatch.org\" target\u003d_blank\&gt;www.biofuelwatch.org\u003c/a\&gt;), African farmers, communities, civil society and governments also urgently need to wake up and raise awareness about the threats.  We need to act before the land is given away, the forests are cut down, and the food priced out of the reach ofthe poor.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Best wishes,\u003cbr /\&gt;Teresa\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;******************************\u003cwbr /\&gt;********\u003cbr /\&gt;1. Rural Communities Express Dismay: &amp;quot;Land Grabs Fuelled by Biofuel Strategy.&amp;quot;\u003cbr /\&gt;Statement from South African Civil Society.  Date: March 2007\u003cbr /\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;Already, we hear of large-scale biofuels projects mushrooming across Africa, with the supports of governments keen to believe that this is the economic boom of Africa's future.  Tanzania, Uganda, Ethiopia, South Africa, Zambia, Ghana, Benin and other countries are at the forefront of the new Biofuels Boom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;However, the negative stories follow these projects just as quickly. Protests, riots and arrests broke out in Uganda last month over the government's plans to degazette Mabira Forest, the largest rainforest area in the country. The forest was to be handed over and cut down for sugar plantations - some of which would go to producing biofuel ethanol. Other news shows that land grabs, deforestation and increasing food prices come about as a result of growing fuel instead of food.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Using land to grow fuel instead of food, rising grain prices, and the displacement of rural communities will  lead to greater food insecurity in Africa.  Any environmental benefits from using biofuels instead of fossil fuels will be cancelled out as forests, peatlands, mangroves and protected areas are cut down, burned, and converted to farmland. And the GM industry intends to use this as an opportunity to promote GM biofuels, to gain a foothold into Africa where there has been hard-fought resistance to GM contamination of food.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;While campaigns in Europe against increased biofuel targets are just starting up (see &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.biofuelwatch.org/" target="_blank"&gt;www.biofuelwatch.org&lt;/a&gt;), African farmers, communities, civil society and governments also urgently need to wake up and raise awareness about the threats.  We need to act before the land is given away, the forests are cut down, and the food priced out of the reach ofthe poor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Best wishes,&lt;br /&gt;Teresa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******************************&lt;div style="direction: ltr;"&gt;&lt;wbr&gt;********&lt;br /&gt;1. Rural Communities Express Dismay: "Land Grabs Fuelled by Biofuel Strategy."&lt;br /&gt;Statement from South African Civil Society.  Date: March 2007&lt;br /&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","[see also: \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.stopbp-berkeley.org/docs/Biofuel-Workshop-Durban-Proceedings.pdf\" target\u003d_blank\&gt;http://www.stopbp-berkeley.org\u003cwbr /\&gt;/docs/Biofuel-Workshop-Durban\u003cwbr /\&gt;-Proceedings.pdf\u003c/a\&gt; ]\u003cbr /\&gt;2. Biofuels Boom Spurring Deforestation\u003cbr /\&gt;Article from Inter Press Service.  Date: 22 March 2007\u003cbr /\&gt;Stephen Leahy\u003cbr /\&gt;\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://ipsnews.net/news.asp?idnews\u003d37035\" target\u003d_blank\&gt;http://ipsnews.net/news.asp\u003cwbr /\&gt;?idnews\u003d37035\u003c/a\&gt;\u003cbr /\&gt;3. Biofuel Demand Makes Food Expensive\u003cbr /\&gt;Article from BBC.  Date: 23 March 2007\u003cbr /\&gt;Nils Blythe\u003cbr /\&gt;\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/6481029.stm\" target\u003d_blank\&gt;http://news.bbc.co.uk/2/hi\u003cwbr /\&gt;/business/6481029.stm\u003c/a\&gt;\u003cbr /\&gt;4. The Next Genetic Revolution?\u003cbr /\&gt;Article from The Ecologist.  Date: 29 March 2007\u003cbr /\&gt;Robin Maynard and Pat Thomas\u003cbr /\&gt;\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.theecologist.org/archive_detail.asp?content_id\u003d831\" target\u003d_blank\&gt;http://www.theecologist.org\u003cwbr /\&gt;/archive_detail.asp?content_id\u003cwbr /\&gt;\u003d831\u003c/a\&gt;\u003cbr /\&gt;5.  If We Want to Save the Planet, We Need a Five-Year Freeze on\u003cbr /\&gt;Biofuels\u003cbr /\&gt;Article from the Guardian.  Date: 27 March 2007\u003cbr /\&gt;George Monbiot\u003cbr /\&gt;\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.guardian.co.uk/commentisfree/story/0,,2043724,00.html\" target\u003d_blank\&gt;http://www.guardian.co.uk\u003cwbr /\&gt;/commentisfree/story/0,\u003cwbr /\&gt;,2043724,00.html\u003c/a\&gt;\u003cbr /\&gt;6. Biofuel Crop Rejected\u003cbr /\&gt;Article from Cape Times.  Date: 28 March 2007\u003cbr /\&gt;Melanie Gosling\u003cbr /\&gt;\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://www.int.iol.co.za/index.php?set_id\u003d1&amp;click_id\u003d14&amp;amp;art_id\u003dvn20070328014024150C782941\" target\u003d_blank\&gt;http://www.int.iol.co.za/index\u003cwbr /\&gt;.php?set_id\u003d1&amp;click_id\u003d14&amp;amp;art\u003cwbr /\&gt;_id\u003dvn20070328014024150C782941\u003c/a\&gt;\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;[see also: &lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.stopbp-berkeley.org/docs/Biofuel-Workshop-Durban-Proceedings.pdf" target="_blank"&gt;http://www.stopbp-berkeley.org&lt;wbr&gt;/docs/Biofuel-Workshop-Durban&lt;wbr&gt;-Proceedings.pdf&lt;/a&gt; ]&lt;br /&gt;2. Biofuels Boom Spurring Deforestation&lt;br /&gt;Article from Inter Press Service.  Date: 22 March 2007&lt;br /&gt;Stephen Leahy&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://ipsnews.net/news.asp?idnews=37035" target="_blank"&gt;http://ipsnews.net/news.asp&lt;wbr&gt;?idnews=37035&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;3. Biofuel Demand Makes Food Expensive&lt;br /&gt;Article from BBC.  Date: 23 March 2007&lt;br /&gt;Nils Blythe&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/6481029.stm" target="_blank"&gt;http://news.bbc.co.uk/2/hi&lt;wbr&gt;/business/6481029.stm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;4. The Next Genetic Revolution?&lt;br /&gt;Article from The Ecologist.  Date: 29 March 2007&lt;br /&gt;Robin Maynard and Pat Thomas&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.theecologist.org/archive_detail.asp?content_id=831" target="_blank"&gt;http://www.theecologist.org&lt;wbr&gt;/archive_detail.asp?content_id&lt;wbr&gt;=831&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;5.  If We Want to Save the Planet, We Need a Five-Year Freeze on&lt;br /&gt;Biofuels&lt;br /&gt;Article from the Guardian.  Date: 27 March 2007&lt;br /&gt;George Monbiot&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.guardian.co.uk/commentisfree/story/0,,2043724,00.html" target="_blank"&gt;http://www.guardian.co.uk&lt;wbr&gt;/commentisfree/story/0,&lt;wbr&gt;,2043724,00.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;6. Biofuel Crop Rejected&lt;br /&gt;Article from Cape Times.  Date: 28 March 2007&lt;br /&gt;Melanie Gosling&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.int.iol.co.za/index.php?set_id=1&amp;click_id=14&amp;amp;art_id=vn20070328014024150C782941" target="_blank"&gt;http://www.int.iol.co.za/index&lt;wbr&gt;.php?set_id=1&amp;click_id=14&amp;amp;art&lt;wbr&gt;_id=vn20070328014024150C782941&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-8522997171727921469?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/8522997171727921469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=8522997171727921469&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8522997171727921469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8522997171727921469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/05/biofuels-next-big-threat-to-africa.html' title='Biofuels - the next big threat to Africa'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-4417183265050535167</id><published>2007-05-05T11:20:00.000-03:00</published><updated>2007-05-05T11:29:32.864-03:00</updated><title type='text'>O último capítulo</title><content type='html'>Por Eric Macedo, O Eco&lt;br /&gt;03.05.2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última parte do que vem sendo considerado o mais importante documento sobre as mudanças climáticas será divulgada às 13h desta sexta-feira em Bancoc, na Tailândia (para desespero da redação de O Eco, três da manhã no horário de Brasília). Trata-se do terceiro segmento do quarto relatório (AR4) do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Desde segunda-feira, diplomatas têm se debruçado sobre as 24 páginas do seu sumário executivo,&lt;br /&gt;que fala sobre as medidas de mitigação dos efeitos do aquecimento global. O teor da seção tem sido adiantado há algum tempo pela imprensa, com o vazamento de informações do rascunho preparado por um grupo de 190 cientistas de todo o mundo. Agora esse documento está nas mãos de delegações de mais de cem países, que negociam modificações no texto com os  pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório preparado pelos cientistas pede mudanças bruscas no uso mundial de energia, sob a ameaça de que as emissões cresçam no mínimo 40% entre 2000 e 2020, se os governos cruzarem os braços. Para evitar uma catástrofe, dizem os membros do painel, só agindo rapidamente. E o tempo está se esgotando. Segundo uma notícia publicada recentemente pela agência Reuters, as soluções propostas são velhas conhecidas: passam pela mudança para combustíveis menos poluentes, diminuição das emissões da agricultura (proveniente do uso de&lt;br /&gt;químicos) e tudo relacionado à eficiência energética, como edificações e iluminação que gastem menos eletricidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","engenheiro Roberto Schaeffer, um dos autores do relatório, o documento tem\u003cbr /\&gt;capítulos sobre transporte, indústria e edificações, focando os usos finais\u003cbr /\&gt;da energia. Entre outras coisas, o uso de janelas duplas em países frios\u003cbr /\&gt;pode diminuir a necessidade de aquecimento artificial e há grande potencial\u003cbr /\&gt;para fabricação de eletrodomésticos mais econômicos. Para o professor de\u003cbr /\&gt;planejamento energético da Coppe/UFRJ, a importância do relatório está em\u003cbr /\&gt;chamar atenção para o fato de que há, hoje, tecnologia suficiente para realizar\u003cbr /\&gt;as mudanças necessárias. E que será preciso incorporar as mudanças climáticas\u003cbr /\&gt;em qualquer política de desenvolvimento que se pense daqui para frente. ?É\u003cbr /\&gt;possível aos países continuar a se desenvolver com menos emissões?, diz o\u003cbr /\&gt;cientista.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Os custos das medidas não são nada absurdos: ficam entre 0,2 % e 3% do Produto\u003cbr /\&gt;Interno Bruto mundial. Isso até 2030. O gasto aumenta de acordo com a rapidez\u003cbr /\&gt;que se quer fazer no corte de emissões. E quanto maior o corte, também mais\u003cbr /\&gt;caro. As conclusões confirmam as afirmações do economista Nicholas Stern,\u003cbr /\&gt;que divulgou no ano passado um relatório sobre os custos da ação contra o\u003cbr /\&gt;aquecimento: ele pode chegar a 20% do PIB se o mundo empurrar o problema\u003cbr /\&gt;com a barriga. ?Os esforços de mitigação pelas próximas duas ou três décadas\u003cbr /\&gt;vai determinar em larga medida o aumento na temperatura média a longo prazo\u003cbr /\&gt;e os impactos da mudança climática correspondente que podem ser evitados?,\u003cbr /\&gt;diz a primeira versão do sumário, segundo o The New York Times. Não importa\u003cbr /\&gt;o que se faça, entretanto, os especialistas dizem que haverá um aumento mínimo\u003cbr /\&gt;de temperatura entre 2ºC e 2,4ºC.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Ainda segundo o rascunho, os países em desenvolvimento oferecem boas oportunidades\u003cbr /\&gt;para se evitar novas emissões, uma vez que estão diante de uma potencial\u003cbr /\&gt;aceleração da industrialização e construção. Pode-se evitar o crescimento\u003cbr /\&gt;da poluição escolhendo bem as usinas de geração de energia e o design dos\u003cbr /\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;O relatório também sugere a captura de carbono em usinas a carvão, o uso de energias renováveis, como solar e dos ventos. Como adiantou a O Eco o engenheiro Roberto Schaeffer, um dos autores do relatório, o documento tem capítulos sobre transporte, indústria e edificações, focando os usos finais da energia. Entre outras coisas, o uso de janelas duplas em países frios pode diminuir a necessidade de aquecimento artificial e há grande potencial&lt;br /&gt;para fabricação de eletrodomésticos mais econômicos. Para o professor de planejamento energético da Coppe/UFRJ, a importância do relatório está em chamar atenção para o fato de que há, hoje, tecnologia suficiente para realizar as mudanças necessárias. E que será preciso incorporar as mudanças climáticas em qualquer política de desenvolvimento que se pense daqui para frente. "É possível aos países continuar a se desenvolver com menos emissões", diz o&lt;br /&gt;cientista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os custos das medidas não são nada absurdos: ficam entre 0,2 % e 3% do Produto Interno Bruto mundial. Isso até 2030. O gasto aumenta de acordo com a rapidez que se quer fazer no corte de emissões. E quanto maior o corte, também mais caro. As conclusões confirmam as afirmações do economista Nicholas Stern, que divulgou no ano passado um relatório sobre os custos da ação contra o aquecimento: ele pode chegar a 20% do PIB se o mundo empurrar o problema&lt;br /&gt;com a barriga. "Os esforços de mitigação pelas próximas duas ou três décadas vai determinar em larga medida o aumento na temperatura média a longo prazo e os impactos da mudança climática correspondente que podem ser evitados", diz a primeira versão do sumário, segundo o The New York Times. Não importa o que se faça, entretanto, os especialistas dizem que haverá um aumento mínimo de temperatura entre 2ºC e 2,4ºC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","edifícios. Mas, nas negociações, são justamente esses países que querem tirar\u003cbr /\&gt;o corpo fora das grandes ações de combate ao aquecimento. A idéia é preservar\u003cbr /\&gt;as regalias adquiridas desde o Protocolo de Kioto, que estabelece que os\u003cbr /\&gt;países desenvolvidos são mais responsáveis pelo aquecimento uma vez que basearam\u003cbr /\&gt;sua industrialização no uso de energias sujas ? e, por isso, são eles que\u003cbr /\&gt;devem se esforçar para desfazer o estrago. O tratado, que não obriga os países\u003cbr /\&gt;em desenvolvimento a fazer reduções, vai ser rediscutido em 2012.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Pano para manga\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Desta vez, o movimento começou com a China, cujos delegados apresentaram\u003cbr /\&gt;a maioria das 1.500 propostas de modificação do rascunho. O país deve se\u003cbr /\&gt;tornar ainda este ano o maior emissor mundial de gases do efeito estufa.\u003cbr /\&gt;E o governo não quer se ver atado a compromissos de redução de emissões ?\u003cbr /\&gt;uma vez que a maior parte de sua energia é gerada pela queima de carvão,\u003cbr /\&gt;o combustível que mais emite gases poluentes ? quando novas ações forem propostas\u003cbr /\&gt;em fóruns internacionais.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Segundo uma reportagem da revista britânica New Scientist, um dos principais\u003cbr /\&gt;pedidos dos chineses é que seja feita uma inserção no último parágrafo que\u003cbr /\&gt;culpe as nações industrializadas pela maior parte da poluição ? segundo os\u003cbr /\&gt;asiáticos 75% da culpa. E eles não estão sozinhos. Brasil e Índia resolveram\u003cbr /\&gt;apoiar as suas demandas. O fato acabou acirrando um certo ?conflito entre\u003cbr /\&gt;ricos e pobres?, que tem aparecido com freqüência nas discussões sobre o\u003cbr /\&gt;aquecimento global. Schaeffer diz que o relatório lembra a disparidade entre\u003cbr /\&gt;emissões per capta de países desenvolvidos e em desenvolvimento. Para o pesquisador,\u003cbr /\&gt;há coerência das exigências com o princípio de ?responsabilidades comuns,\u003cbr /\&gt;porém diferenciadas? que regeu as discussões na Eco 92. ?Há que envolver\u003cbr /\&gt;os países em desenvolvimento [nas metas de redução], mas não no mesmo pé\u003cbr /\&gt;de igualdade?, opina o engenheiro.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;O fato é que as negociações políticas têm se tornado cada vez mais acirradas\u003cbr /\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;Ainda segundo o rascunho, os países em desenvolvimento oferecem boas oportunidades para se evitar novas emissões, uma vez que estão diante de uma potencial aceleração da industrialização e construção. Pode-se evitar o crescimento da poluição escolhendo bem as usinas de geração de energia e o design dos edifícios. Mas, nas negociações, são justamente esses países que querem tirar o corpo fora das grandes ações de combate ao aquecimento. A idéia é preservar as regalias adquiridas desde o Protocolo de Kioto, que estabelece que os países desenvolvidos são mais responsáveis pelo aquecimento uma vez que basearam sua industrialização no uso de energias sujas e, por isso, são eles que devem se esforçar para desfazer o estrago. O tratado, que não obriga os países em desenvolvimento a fazer reduções, vai ser rediscutido em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pano para manga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta vez, o movimento começou com a China, cujos delegados apresentaram a maioria das 1.500 propostas de modificação do rascunho. O país deve se tornar ainda este ano o maior emissor mundial de gases do efeito estufa. E o governo não quer se ver atado a compromissos de redução de emissões "uma vez que a maior parte de sua energia é gerada pela queima de carvão, o combustível que mais emite gases poluentes " quando novas ações forem propostas em fóruns internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo uma reportagem da revista britânica New Scientist, um dos principais pedidos dos chineses é "que seja feita uma inserção no último parágrafo que culpe as nações industrializadas pela maior parte da poluição" segundo os asiáticos 75% da culpa. E eles não estão sozinhos. Brasil e Índia resolveram apoiar as suas demandas. O fato acabou acirrando um certo "conflito entre&lt;br /&gt;ricos e pobres", que tem aparecido com freqüência nas discussões sobre o aquecimento global. Schaeffer diz que o relatório lembra a disparidade entre emissões per capta de países desenvolvidos e em desenvolvimento. Para o pesquisador, há coerência das exigências com o princípio de "responsabilidades comuns, porém diferenciadas" que regeu as discussões na Eco 92. "Há que envolver os países em desenvolvimento [nas metas de redução], mas não no mesmo pé de igualdade", opina o engenheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","a cada encontro do IPCC realizado. À medida em que sobem as certezas dos\u003cbr /\&gt;cientistas quanto ao fenômeno, maior a divergência política entre os países,\u003cbr /\&gt;que querem se livrar de responsabilidades que criem empecilhos às suas economias.\u003cbr /\&gt;Como mostra uma outra reportagem da Reuters, o painel da ONU não tem forças\u003cbr /\&gt;para mudar a realidade na prática. ?O IPCC não tem músculos, só massa cinzenta?,\u003cbr /\&gt;disse o presidente do grupo, Rajendra Pachuri, a repórteres da agência. Mas\u003cbr /\&gt;fazer algo, para ele, é urgente. ?A ciência certamente dá muitas e forçosas\u003cbr /\&gt;razões para agir?.\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;* Felipe Lobo colaborou com esta reportagem.\u003cbr /\&gt; ******************************\u003cwbr /\&gt;**********\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Miguel Jorge\u003cbr /\&gt;Ass.Político\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;- Rede 3setor ( Rede de Informação e Discussão do Terceiro Setor ) -\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Informações e inscrições no site \u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"http://br.groups.yahoo.com/group/3setor\" target\u003d_blank\&gt;http://br.groups.yahoo.com\u003cwbr /\&gt;/group/3setor\u003c/a\&gt;\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;A inscrição também pode ser feita enviando um e-mail em branco para:\u003cbr /\&gt;\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"mailto:3setor-subscribe@yahoogrupos.com.br\"\&gt;3setor-subscribe@yahoogrupos\u003cwbr /\&gt;.com.br\u003c/a\&gt;\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Para enviar mensagem para a Rede utilize:\u003cbr /\&gt;\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"mailto:3setor@yahoogrupos.com.br\"\&gt;3setor@yahoogrupos.com.br\u003c/a\&gt;\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;Cancelar inscrição, envie mensagem para:\u003cbr /\&gt;\u003ca onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\" href\u003d\"mailto:3setor-unsubscribe@yahoogrupos.com.br\"\&gt;3setor-unsubscribe@yahoogrupos\u003cwbr /\&gt;.com.br\u003c/a\&gt;\u003cbr /\&gt;\u003cbr /\&gt;OBS: Se você tiver mais de um e-mail, ao enviar, utilize como emissor, o e-mail com o qual está inscrito na Rede. 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"A ciência certamente dá muitas e forçosas razões para agir".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Felipe Lobo colaborou com esta reportagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-4417183265050535167?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://arruda.rits.org.br/oeco/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=6&amp;pageCode=67&amp;textCode=21862&amp;date=currentDate&amp;contentType=html' title='O último capítulo'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/4417183265050535167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=4417183265050535167&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/4417183265050535167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/4417183265050535167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/05/o-ltimo-captulo.html' title='O último capítulo'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-95962040795934993</id><published>2007-05-03T14:01:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T20:54:18.646-02:00</updated><title type='text'>‘Choradeira’, só se for pelo meio ambiente</title><content type='html'>Por Gustavo Barreto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HT9MC-9CAAQ/RjeGEuRgzOI/AAAAAAAAAAo/-l_wbuhlvbM/s1600-h/0430-kleenex-greenpeace.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Usar a mídia deles contra eles próprios. Esta foi a forma que o Greenpeace achou para protestar contra a multinacional Kimberly-Clark, que produz o papel Kleenex e outros produtos de papéis descartáveis com árvores de antigas florestas ('ancient forests'), incluindo a Floresta Boreal do Canadá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma das campanhas de mídia da Kimberly-Clark, as pessoas eram convidadas a sentar em um sofá colocado no meio de uma movimentada rua de Nova Iorque. A idéia era fazer com que as pessoas falassem sobre assuntos pessoais de triste lembrança e, ao chorarem, utilizassem os lenços Kleenex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ativistas fizeram, então, uma ação durante as gravações. Uma das integrantes do grupo se ofereceu para falar, sem anunciar que era ativista do Greenpeace, ao mesmo tempo em que seus colegas preparavam cartazes da campanha, que pedia mudanças na política ambiental da Kimberly-Clark. O resultado está no vídeo abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ativistas também ocuparam a fábrica da multi em Ontário, no Canadá, e intervieram em reuniões de acionistas e conselheiros da empresa, no Texas, Estados Unidos. As ações foram em fevereiro deste ano, mas a campanha continua. O Greenpeace prometeu que irá continuar a interromper as operações da Kimberly-Clark e mobilizar os seus clientes até que o seu CEO Thomas Falk e a sua empresa parem de destruir a Floresta Boreal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vídeo está disponível em &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sZCym0DB7hA" target="new"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=sZCym0DB7hA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Conheça a campanha pelo site &lt;a href="http://www.kleercut.net/" target="new"&gt;http://www.kleercut.net/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-95962040795934993?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://cafe-da-manha.blogspot.com/2007/05/choradeira-s-se-for-pelo-meio-ambiente.html' title='‘Choradeira’, só se for pelo meio ambiente'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/95962040795934993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=95962040795934993&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/95962040795934993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/95962040795934993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/05/choradeira-s-se-for-pelo-meio-ambiente.html' title='‘Choradeira’, só se for pelo meio ambiente'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-8075587387217553624</id><published>2007-04-02T12:50:00.000-03:00</published><updated>2007-04-02T12:51:23.782-03:00</updated><title type='text'>Climate Report Maps Out ‘Highway to Extinction’</title><content type='html'>Published on Sunday, April 1, 2007 by &lt;a href="http://www.ap.org/" target="_new"&gt;the Associated Press&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;by Seth Borenstein&lt;br /&gt;WASHINGTON-A key element of the second major report on climate change being released Friday in Belgium is a chart that maps out the effects of global warming, most of them bad, with every degree of temperature rise.There’s one bright spot: A minimal heat rise means more food production in northern regions of the world.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;However, the number of species going extinct rises with the heat, as does the number of people who may starve, or face water shortages, or floods, according to the projections in the draft report obtained by The Associated Press&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Some scientists are calling this degree-by-degree projection a “highway to extinction.”&lt;br /&gt;It’s likely to be the source of sharp closed-door debate, some scientists say, along with a multitude of other issues in the 20-chapter draft report from the Intergovernmental Panel on Climate Change. While the wording in the draft is almost guaranteed to change at this week’s meeting in Brussels, several scientists say the focus won’t.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The final document will be the product of a United Nations network of 2,000 scientists as authors and reviewers, along with representatives of more than 120 governments as last-minute editors. It will be the second volume of a four-volume authoritative assessment of the Earth’s climate being released this year. The last such effort was in 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrew Weaver, a climate scientist with the University of Victoria in British Columbia, said the chart of results from various temperature levels is “a highway to extinction, but on this highway there are many turnoffs. This is showing you where the road is heading. The road is heading toward extinction.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Weaver is one of the lead authors of the first report, issued in February.&lt;br /&gt;While humanity will survive, hundreds of millions, maybe billions of people may not, according to the chart - if the worst scenarios happen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The report says global warming has already degraded conditions for many species, coastal areas and poor people. With a more than 90 per cent level of confidence, the scientists in the draft report say man-made global warming “over the last three decades has had a discernible influence on many physical and biological systems.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But as the world’s average temperature warms from 1990 levels, the projections get more dire. Add 1C and between 400 million and 1.7 billion extra people can’t get enough water, some infectious diseases and allergenic pollens rise, and some amphibians go extinct. But the world’s food supply, especially in northern areas, could increase. That’s the likely outcome around 2020, according to the draft.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Add another 1.8 degrees and as many as 2 billion people could be without water and about 20 per cent to 30 per cent of the world’s species near extinction. Also, more people start dying because of malnutrition, disease, heat waves, floods and droughts - all caused by global warming. That would happen around 2050, depending on the level of greenhouse gases from the burning of fossil fuels.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At the extreme end of the projections, a 7- to 9-degree average temperature increase, the chart predicts: “Up to one-fifth of the world population affected by increased flood events” … “1.1 to 3.2 billion people with increased water scarcity” … “major extinctions around the globe.”&lt;br /&gt;Despite that dire outlook, several scientists involved in the process say they are optimistic that such a drastic temperature rise won’t happen because people will reduce carbon dioxide emissions that cause global warming.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“The worst stuff is not going to happen because we can’t be that stupid,” said Harvard University oceanographer James McCarthy, who was a top author of the 2001 version of this report.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-8075587387217553624?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/8075587387217553624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=8075587387217553624&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8075587387217553624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/8075587387217553624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/04/climate-report-maps-out-highway-to.html' title='Climate Report Maps Out ‘Highway to Extinction’'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-685286874730227043</id><published>2007-03-20T11:06:00.000-03:00</published><updated>2007-03-20T11:08:04.014-03:00</updated><title type='text'>Revista Brasileira de Educação Ambiental</title><content type='html'>Olá pessoal... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente ficou pronta a impressão da Revista Brasileira de Educação Ambiental - RVBEA n. 2.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A revista já se encontra na Secretaria Executiva da REBEA e vamos&lt;br /&gt;iniciar o processo de distribuição da mesma... Form impressos 5.000 exemplares, com financiamento da Diretoria de Educação Ambiental do MMA, sendo que 1000 exemplares serão disponibilizados nas Salas Verdes existentes nos estados e os 4000 exemplares restantes pensamos em distribuir para as Redes de Educação Ambiental articuladas no âmbito da REBEA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos trabalhando junto a Secretaria Executiva da REBEA para que possamos fazer essa distribuição... Até o final deste mês esse número da REVBEA estará também disponível em nossa página da REVBEA, em sua versão digital, sendo que os dois números anteriores já estão disponíveis na íntegra e em sua totalidade no endereço:http://www.ufmt.br/remtea/revbea/index.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enviado por: &lt;br /&gt;Heitor Queiroz de Medeiros&lt;br /&gt;Ministério do Meio Ambiente&lt;br /&gt;Diretoria de Educação Ambiental - DEA&lt;br /&gt;Esplanada dos Ministérios - Bloco B - 5o andar - Sala 553&lt;br /&gt;CEP 70068-900 Brasília - DF&lt;br /&gt;Telefone: 0xx 61 4009 1207 - Fax: 4009 1757&lt;br /&gt;http://www.mma.gov.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-685286874730227043?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/685286874730227043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=685286874730227043&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/685286874730227043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/685286874730227043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/03/revista-brasileira-de-educao-ambiental.html' title='Revista Brasileira de Educação Ambiental'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-4227932439261891631</id><published>2007-03-16T16:51:00.000-03:00</published><updated>2007-03-16T16:52:47.890-03:00</updated><title type='text'>Clima: O mundo ainda não tem pressa</title><content type='html'>Por Eli Clifton, da IPS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Washington, 16/03/2007 – O mundo inteiro está preocupado com a mudança climática, segundo uma pesquisa internacional, mas não existem maiorias claras sobre a necessidade de tomar medidas imediatas e caras. O estudo coordenado pelo Conselho de Chicago sobre Assuntos Mundiais contou com a participação de vários institutos de pesquisa dos 17 países selecionados, que concentram mais de 55% da população mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noventa e dois por cento dos entrevistados na Austrália se mostraram a favor de medidas imediatas para combater o aquecimento, a maior proporção entre todas as nações analisadas. A seguir vêm China, cujas políticas ambientais costumam ser questionadas, e Israel, ambos com 83% dos entrevistados a favor de se tomar medidas imediatas. No outro extremo está a Índia, com apenas 49% dos entrevistados a favor de medidas imediatas e 24% contra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar destes resultados, um em cada quatro entrevistados concordou que, “enquanto não estivermos seguros de que o aquecimento global é um verdadeiro problema, não devemos tomar medidas que teriam custo econômico”. Isso indica que a maioria dos pesquisados não crê, ainda, neste fenômeno climático como fato cientificamente comprovado, apesar da coincidência nesse sentido manifestada pela maioria dos especialistas do mundo. As nações com maior proporção de entrevistados contra a adoção de medidas são Índia, com 24%, Rússia com 22% e Armênia com 19%. E os países com a menor porcentagem dos entrevistados contra ações são Argentina com 3% e Tailândia com 7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande maioria dos entrevistados em 10 países disse que a mudança climática supõe uma ameaça importante, com pequenas minorias diminuindo sua importância. A porcentagem mais alta de céticos a respeito deste fenômeno ambiental foi registrada na Armênia, com 16%, e em Israel, com 15%. Amplas maiorias consideraram que se trata de um assunto “crítico” na Austrália com 69%, Coréia do Sul com 67%, Índia com 51%, Irã com 61%, Israel com 52% e México com 70%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menor proporção dos entrevistados que concorda com essa apreciação foi constatada na Armênia e na China (47%) e nos Estados Unidos (46%), enquanto na Ucrânia se mostraram divididos: 33% disseram que é um assunto “crítico” e igual proporção considerou que é “importante, mas não crítico”. O “aquecimento global é um problema sério e grave. Devemos tomar medidas agora, mesmo que represente custos significativos” foi a postura mais comum em cinco dos 12 países onde foi feita a pergunta. Entre eles figuram Argentina (63%), Armênia (37%), Austrália (69%), Estados Unidos (43%) e Israel (54%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A postura mais comum em outros cinco países foi que “se deve enfrentar o problema do aquecimento global, mas seus efeitos serão graduais para podermos lidar com ele adotando medidas de baixo custo”. Esta opinião foi majoritária nas Filipinas (49%), Índia (30%), Polônia (39%), Tailândia (41%) e Ucrânia (37%). Na China, os entrevistados se mostraram divididos entre os que estão a favor de medidas menos caras (41%) e os que acreditam que o problema representa gastos significativos (42%). Na Rússia, a proporção foi de 34% a 32%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Argentina, Armênia, China, Índia e Tailândia foi perguntado: “Se as nações mais desenvolvidas estiverem disposta a dar maior assistência, acredita que as menos desenvolvidas devem se comprometer a limitar suas emissões de gases causadores do efeito estufa?”. Nesses cinco países do Sul em desenvolvimento, a maioria respondeu que sim, mas as respostas mais significativas se registraram na China, onde 79% dos entrevistados concordaram, enquanto na Índia 48% disseram estar a favor e 29% contra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos esse países ratificaram ou aceitaram o Protocolo de Kyoto, convênio adotado nessa cidade japonesa e pelo qual 35 nações industrializadas, menos Austrália e Estados Unidos, se comprometem a reduzir suas emissões de gases causadores do efeito estufa em pelo menos 5,2% até 2012, em relação aos níveis de 1990. Porém, nenhuma dessas nações é considerada industrializada por esse acordo, e, portanto, os compromissos de redução das emissões não se aplica a elas. A maioria dos cientistas atribui o aquecimento do planeta à presença cada vez maior de gases que provocam o efeito estufa, como o dióxido de carbono, metano e óxido nitroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo esse Protocolo da Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudança Climática, os países em desenvolvimento não têm obrigação legal de reduzir suas emissões contaminantes, mas poderiam se beneficiar de vários programas e fundos se reduzissem. Porém, no mês passado, a Organização das Nações Unidas divulgou um informe ressaltando o crescente fluxo de emissões desses gases liberados por China e Índia, que gozam de acelerado crescimento econômico. Segundo a Agência Internacional de Energia, em 2009 este país terá superado os Estados Unidos como maior emissor de gases causadores do efeito estufa ligados à energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em três países industrializados foi perguntado se os entrevistados apoiariam ajuda às nações em desenvolvimento caso se comprometessem a reduzir suas emissões. A grande maioria se mostrou a favor desse tipo de programa: nos Estados Unidos 64%, Polônia 84% e Ucrânia 72%. Washington retirou sua assinatura do Protocolo de Kyoto com o argumento de que seria muito custoso para sua economia e que é injusto que grandes países em desenvolvimento como China e Índia estejam isentos de cumprir exigências semelhantes. A pesquisa foi feita na Argentina, Armênia, Austrália, China Coréia do Sul, Estados Unidos, Filipinas, Índia, Indonésia, Irã, Israel, México, Palestina, Peru, Polônia, Rússia, Tailândia e Ucrânia. (IPS/Envolverde)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Legenda: Campanha contra o aquecimento global.&lt;br /&gt;Crédito da imagem: WWF/México &lt;br /&gt;(Envolverde/ IPS)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-4227932439261891631?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.envolverde.com.br/?materia=29214' title='Clima: O mundo ainda não tem pressa'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/4227932439261891631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=4227932439261891631&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/4227932439261891631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/4227932439261891631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/03/clima-o-mundo-ainda-no-tem-pressa.html' title='Clima: O mundo ainda não tem pressa'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-1255042172435422747</id><published>2007-03-16T16:47:00.000-03:00</published><updated>2007-03-16T16:48:15.675-03:00</updated><title type='text'>Aquecimento global também reduz colheitas, aponta estudo</title><content type='html'>Washington, 15 mar (EFE).- O aquecimento global também provocou uma perda na colheita de produtos essenciais para a dieta dos seres humanos em todo o planeta, revelou hoje um estudo divulgado pela revista "Environmental Research Letters".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo pesquisadores do "Carnegie Institution" e do Laboratório Nacional Lawrence Livermore dos Estados Unidos, o aumento das temperaturas significou uma perda de US$ 5 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 1981 e 2002, o aquecimento global reduziu a produção combinada de trigo, milho e cevada para cerca de 40 bilhões de toneladas métricas ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os cientistas, seu estudo demonstra que a redução é originada no aquecimento global causado pela atividade humana no planeta e que seus efeitos são imediatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A maior parte das pessoas pensa que a mudança climática é algo que terá um impacto futuro", manifestou Christopher Field, um dos autores do estudo e diretor do Departamento de Ecologia Global do Carnegie Institution.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Este estudo constata que o aquecimento registrado nas últimas duas décadas já tem conseqüências reais na provisão alimentícia mundial", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conclusão dos cientistas se baseou em um estudo comparativo de números de produção gerados pela Organização da ONU para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e as precipitações pluviais nas principais regiões agrícolas do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas manifestaram que as colheitas de vários produtos responderam negativamente às temperaturas mais altas e se reduziram entre 3% e 5 % por cada grau Fahrenheit de aumento (0,17 graus centígrados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Embora o impacto é relativamente menor comparado com o aumento da produção devido ao progresso tecnológico, os resultados demonstram que os efeitos negativos estão se fazendo sentir", disse David Lobell, outro dos autores do estudo e cientista do Laboratório Nacional Lawrence Livermore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas concentraram sua investigação nas colheitas mundiais de trigo, arroz, milho, soja, cevada e sorgo, que representam perto de 55% das calorias não derivadas da carne consumidas pelos seres humanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirado do www.ecodebate.com.br, matéria da Agência EFE, originalmente publicada pelo UOL Notícias - 15/03/2007 - 21h24&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-1255042172435422747?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ecodebate.com.br/Principal_vis.asp?cod=4746&amp;cat=' title='Aquecimento global também reduz colheitas, aponta estudo'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/1255042172435422747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=1255042172435422747&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1255042172435422747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1255042172435422747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/03/aquecimento-global-tambm-reduz.html' title='Aquecimento global também reduz colheitas, aponta estudo'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-7190594796973373269</id><published>2007-03-11T14:23:00.001-03:00</published><updated>2007-03-11T14:23:56.959-03:00</updated><title type='text'>The Bio Da Versity Code</title><content type='html'>Gente boa na área é o pessoal da &lt;a href="http://www.youtube.com/profile?user=FreeRangeStudios"&gt;Free Range Studios&lt;/a&gt; , depois da boa sacada da paródia MeatRix eles não pararam mais. A última é esse filme em flash aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BXXczLhzlHA"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/BXXczLhzlHA" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-7190594796973373269?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/7190594796973373269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=7190594796973373269&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/7190594796973373269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/7190594796973373269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/03/bio-da-versity-code.html' title='The Bio Da Versity Code'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-5519355264350275263</id><published>2007-03-06T14:11:00.000-03:00</published><updated>2007-03-06T14:14:37.920-03:00</updated><title type='text'>The Big Green Fuel Lie</title><content type='html'>&lt;p&gt;Published on Monday, March 5, 2007 by the &lt;a href="http://news.independent.co.uk/environment/climate_change/article2328821.ece" target="_new"&gt;lndependent/UK&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;The Big Green Fuel LieGeorge Bush says that ethanol will save the world. But there is evidence that biofuels may bring new problems for the planet&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;by Daniel Howden in Sao Paulo, Brazil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The ethanol boom is coming. The twin threats of climate change and energy security are creating an unprecedented thirst for alternative energy with ethanol leading the way.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;President George W. Bush smells a bottle of ethanol as he tours Novozymes North America Inc. in Franklinton, North Carolina, February 22, 2007. The government's top energy forecaster said on Wednesday that fuel ethanol production in a decade will fall short of what President George W. Bush says is needed to help cut America's oil imports. (Jim Young/Reuters)An ethanol plant is seen by sugar cane fields in Piracicaba, Brazil, Friday, March 2, 2007. Just an hour's drive outside this traffic-choked metropolis where U.S. President George W. Bush kicks off a Latin American tour Thursday, sugar cane fields stretch for hundreds of kilometers, providing the ethanol that fuels eight out of every 10 new Brazilian cars. (AP Photo/Victor R. Caivano) That process is set to reach a landmark on Thursday when the US President, George Bush, arrives in Brazil to kick-start the creation of an international market for ethanol that could one day rival oil as a global commodity. The expected creation of an "OPEC for ethanol" replicating the cartel of major oil producers has spurred frenzied investment in biofuels across the Americas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;But a growing number of economists, scientists and environmentalists are calling for a "time out" and warning that the headlong rush into massive ethanol production is creating more problems than it is solving.&lt;br /&gt;To its advocates, ethanol, which can be made from corn, barley, wheat, sugar cane or beet is a green panacea - a clean-burning, renewable energy source that will see us switch from dwindling oil wells to boundless fields of crops to satisfy our energy needs.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dr Plinio Mario Nastari, one of Brazil's leading economists and an expert in biofuels, sees a bright future for an energy sector in which his country is the acknowledged world leader: "We are on the brink of a new era, ethanol is changing a lot of things but in a positive sense."&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;In its first major acknowledgment of the dangers of climate change, the White House this year committed itself to substituting 20 per cent of the petroleum it uses for ethanol by 2017.&lt;br /&gt;In Brazil, that switch is more advanced than anywhere in the world and it has already substituted 40 per cent of its gasoline usage.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ethanol is nothing new in Brazil. It has been used as fuel since 1925. But the real boom came after the oil crisis of 1973 spurred the military dictatorship to lessen the country's reliance on foreign imports of fossil fuels. The generals poured public subsidies and incentives into the sugar industry to produce ethanol.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Today, the congested streets of Sao Paolo are packed with flex-fuel cars that run off a growing menu of bio and fossil fuel mixtures, and all filling stations offer "alcohol" and "gas" at the pump, with the latter at roughly twice the price by volume.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;But there is a darker side to this green revolution, which argues for a cautious assessment of how big a role ethanol can play in filling the developed world's fuel tank. The prospect of a sudden surge in demand for ethanol is causing serious concerns even in Brazil.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;The ethanol industry has been linked with air and water pollution on an epic scale, along with deforestation in both the Amazon and Atlantic rainforests, as well as the wholesale destruction of Brazil's unique savannah land.&lt;br /&gt;Fabio Feldman, a leading Brazilian environmentalist and former member of Congress who helped to pass the law mandating a 23 per cent mix of ethanol to be added to all petroleum supplies in the country, believes that Brazil's trailblazing switch has had serious side effects.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Some of the cane plantations are the size of European states, these vast monocultures have replaced important eco-systems," he said. "If you see the size of the plantations in the state of Sao Paolo they are oceans of sugar cane. In order to harvest you must burn the plantations which creates a serious air pollution problem in the city."&lt;br /&gt;Despite its leading role in biofuels, Brazil remains the fourth largest producer of carbon emissions in the world due to deforestation. Dr Nastarti rejects any linkage between deforestation and ethanol and argues that cane production accounts for little more than 10 per cent of Brazil's farmland.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;However, Dr Nastari is calling for new legislation in Brazil to ensure that mushrooming sugar plantations do not directly or indirectly contribute to the destruction of vital forest preserves.&lt;br /&gt;Sceptics, however, point out that existing legislation is unenforceable and agri-business from banned GM cotton to soy beans has been able to ignore legislation.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"In large areas of Brazil there is a total absence of the state and no respect for environmental legislation," said Mr Feldman.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Ethanol can be a good alternative in the fight against global warming but at the same time we must make sure we are not creating a worse problem than the one we are trying to solve."&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;The conditions for a true nightmare scenario are being created not in Brazil, despite its environment concerns, but in the US's own domestic ethanol industry.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;While Brazil's tropical climate allows it to source alcohol from its sugar crop, the US has turned to its industrialised corn belt for the raw material to substitute oil. The American economist Lester R Brown, from the Earth Policy Institute, is leading the warning voices: "The competition for grain between the world's 800 million motorists who want to maintain their mobility and its two billion poorest people who are simply trying to stay alive is emerging as an epic issue."&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Speaking in Sao Paolo, where the ethanol boom is expected to take off with a US-Brazil trade deal this Thursday, Fabio Feldman, said: "We must stop and take a breath and consider the consequences."&lt;br /&gt;Biofuel costs&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;When Rudolph Diesel unveiled his new engine at the 1900 World's Fair, he made a point of demonstrating that it could be run on peanut oil. "Such oils may become, in the course of time, as important as petroleum and the coal tar products of the present time," he said.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;And so it has come to pass that US President George Bush has decreed that America must wean itself off oil with the help of biofuels made from corn, sugar cane and other suitable crops.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;At its simplest, the argument for biofuels is this: By growing crops to produce organic compounds that can be burnt in an engine, you are not adding to the overall levels of carbon dioxide in the atmosphere.&lt;br /&gt;The amount of CO2 that the fuel produces when burnt should balance the amount absorbed during the growth of the plants.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;However, many biofuel crops, such as corn, are grown with the help of fossil fuels in the form of fertilisers, pesticides and the petrol for farm equipment.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;One estimate is that corn needs 30 per cent more energy than the finished fuel it produces.&lt;br /&gt;Another problem is the land required to produce it. One estimate is that the grain needed to fill the petrol tank of a 4X4 with ethanol is sufficient to feed a person for a year.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;© Copyright 2007 Independent News and Media Limited&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-5519355264350275263?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.commondreams.org/headlines07/0305-05.htm' title='The Big Green Fuel Lie'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/5519355264350275263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=5519355264350275263&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/5519355264350275263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/5519355264350275263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/03/big-green-fuel-lie.html' title='The Big Green Fuel Lie'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-1973556960654809167</id><published>2007-02-22T18:48:00.000-02:00</published><updated>2007-02-22T18:52:50.120-02:00</updated><title type='text'>Relatório culpa fazendas industriais pela gripe aviária.</title><content type='html'>Traduzido por Clarissa Taguchi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado na quarta-feira, fevereiro 21, 2007 pelo Inter Press Service &lt;br /&gt;Relatório culpa fazendas industriais pela gripe aviária. &lt;br /&gt;por Stephen Leahy&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As fazendas industriais são responsáveis pela gripe aviária e pelas emissões dos gáses do efeito estufa, agora muito mais que as emitidas por carros e veículos utilitários (SUVs em inglês), de acordo com relatório liberado na segunda-feira. &lt;br /&gt;Sessenta por cento da produção de animais para alimentação no mundo, incluindo a galinha e o porco criados em “operações de confinamento para alimentação” (CAFOs em inglês), ocorrem agora nos países em desenvolvimento. Ou o zoneamento e subsídios não regulados incentivam este tipo de operação, ou as fazendas industriais estão se movendo mais perto das áreas urbanas principais da China, Bangladesh, Índia e em muitos países da África, de acordo com o relatório “Vital Signs 2007-2008” do Worldwatch Institute . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora não haja nenhuma prova científica definitiva, tais fazendas são provavelmente a origem da gripe aviaria e continuarão a ser responsáveis pelos novos focos de contaminação, segundo a autora do relatório, Danielle Nierenberg, uma associada do departamento de pesquisa do Worldwatch. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Laos, 42 dos 45 focos de contaminação na primavera de 2004 ocorreram em fazendas industriais, e 38 estavam no capital, Vientiane. Na Nigéria, os primeiros focos da gripe aviária foram encontrados em uma operação industrial. Dessa fazenda, espalhou-se por 46.000 pássaros e até outras 30 fazendas industriais, e a seguir rapidamente aos rebanhos vizinhos de quintal, forçando fazendeiros, já pobres, a matar suas galinhas, Nierenberg escreve no relatório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O crescimento de fazendas industriais nos países em desenvolvimento está sendo dirigido pelo fato de que há mais pessoas nas cidades que têm mais dinheiro para comprar carne,” ela disse ao IPS em uma entrevista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantar a renda, as populações e a demanda para a carne resultaram na população global de aves domésticas que quadruplicaram desde os anos 60 a aproximadamente 18 bilhão pássaros, hoje. Uma vez que no geral, as aves eram produzidas em pequenas granjas ou em quintais e agora, a maioria de aves criadas são mantidas em grandes rebanhos com números além de cem mil aves. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Condicionando 100.000 galinhas em uma única fábrica para produzir carne a baixo custo cria também a atmosfera perfeita para a propagação da doença. Por essa razão, sistemas desse tipo, com criação intensiva de animais exigem na Europa e América do Norte, o uso de grandes volumes de antibióticos em galinhas, porcos e até vacas, para o controle de doenças. Este uso difundido de antibióticos criou bactérias que são agora resistentes aos antibióticos e impondo, contudo, uma outra ameaça à saúde humana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gripe aviária é causada por um vírus, mas que tem estado por muito tempo em pássaros selvagens e domésticos, sendo normalmente inofensivos aos seres humanos. Em 2003, uma variação mortal chamada H5N1, tem matado até agora 167 pessoas de acordo com a Organização Mundial de Saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último mês, a Inglaterra experimentou seu primeiro foco de H5N1 em uma imensa fazenda de peru com 160.000 pássaros e um galpão de processamento de carne. Acredita-se que a carne que tenha infectado os pássaros possa ter sido trazida para dentro das fazendas da fábrica por uma companhia da Hungria, de acordo com oficiais britânicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda-feira, os oficiais Russos de saúde confirmaram um foco H5N1 em cinco regiões diferentes em torno de Moscou. Os oficiais de lá responsabilizaram os pássaros selvagens migratórios, mesmo que fosse no meio do inverno da Rússia. Já a agência de notícias Novosti da Rússia, disse que os cientistas seguiram a fonte do vírus até um mercado do animais de estimação em Moscou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organização Mundial de Alimentos e Agricultura das Nações Unidas (FAO) em Roma e a OMS responsabilizaram também os pássaros e rebanhos selvagens de quintal pela propagação do vírus. Em conseqüência, pelo menos 15 nações restringiram ou proibiram a produção caseira ou não-industrial de aves. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso pode trazer mais danos do que benefícios, disse Nierenberg. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitos dos estimados 800 milhão fazendeiros urbanos no mundo, que tem plantio e produção de animais para subsistência, para o transporte, como fonte de renda foram almejados injustiçadamente,” ela disse. “A importância socioeconomica dos animais domésticos para os  pobres do mundo não pode ser ultrapassada”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma evidência crescente demonstrando que há outros vetores da doença. Nenhum pássaro selvagem foi detectado com o vírus na Europa ou África este inverno, contudo houveram fontes de contaminação na Nigéria, Egipto e Europa. O comércio ilegal e impróprio de aves domésticas pode ser a razão para estes focos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nossa pesquisa mostra que o comércio global de aves e as aves migratórias estão envolvidos na propagação do H5N1,” disse Peter Daszak, diretor executivo do Consortium do Conservation Medicine em Nova York, e um perito na propagação de doenças em animais selvagens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A combinação de um grande número de pássaros que estão sendo criados juntos, o comércio internacional de aves criadas e os pássaros migratórios são uma receita perfeita para a propagação global da doença, disse Daszak em uma entrevista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, há um “jogo de culpa que vai em” entre as fazendas-fábrica e os pássaros migratórios como fonte de H5N1. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As doenças novas são um dos custos do desenvolvimento e crescimento,” disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daszak e os colegas documentaram a ascensão de várias doenças tais como Ebola, gripe aviária, BSE, CJD, HIV/AIDS, e H5N1. Eles acreditam que isso é resultado da mudança ambiental, causada quase sempre por seres humanos. Porque os seres humanos compartilham tantos patógenos com os animais, que o impacto humano em controlar as doenças dos animais selvagens ameaça por sua vez a saúde pública. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitos de nós subestimamos o poder do comércio,” disse Samuel Jutzi, diretor da produção animal e saúde da FAO, ao Herald Internacional Tribune na última semana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O setor de produção de aves é o a mais globalizado na agricultura,” disse Jutzi. “Há um deslocamento incrível desde pintinhos até outros produtos.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma patogênica do H5N1 não se desenvolve geralmente em pássaros ou em aves domésticas selvagens ou de quintal porque suas populações são muito espalhadas e diversas, disse Cathy Holtslander, organizadora do projeto Beyond Factory Farming Coalition, uma ONG Canadense. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos concentrando números enormes de animais em espaços pequenos, alimentando-os com o alimento mais barato possível, centralizando e acelerando seu crescimento – além de processar, e de distribuir o produto extensamente em torno do mundo, a receita perfeita para a doença se espalhar, disse Holtslander ao IPS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números de crescimento da criação de animais em torno do mundo são responsáveis para 18 por cento de emissões de gases de efeito estufa globais (como medido no equivalente do dióxido de carbono), de acordo com a FAO. Não é apenas methane e manure -- a FAO mostra que nossas transformações no uso de terras como o desmatamento para expanssão de pastos e para o plantio especialmente de cultivos para alimentação desses animais, fazem grande diferença. Como também fazem o uso da energia para produzir fertilizantes, para fazer funcionar abatedouros e fábricas de processamento de carne, além do bombardeamento  de água. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As emissões já ultrapassam o setor do transportes no mundo, e o números de animais de criação estão aumentando rapidamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As pessoas pobres do mundo necessitam provavelmente de mais carne, mas nós na América do Norte e na Europa devemos comer muito menos,” disse Nierenberg. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E seria melhor e mais saudável obter carne de sistemas menores e locais de produção. As fazendas industriais fornecem a carne mais barata somente porque os custos reais em termos de poluição do ar e da água, as condições terríveis de trabalho e o confinamento e sofrimento de animais não são calculados e assim por diante, ela disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A infra-estrutura dos ESTADOS UNIDOS mal pode controlar os problemas causados por fazendas industriais,” Nierenberg disse. “Eu não sei como podem direcionar isso a países em desenvolvimento.” &lt;br /&gt;Serviço IPS-Inter dr imprensa © 2007 Todos os direitos reservados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-1973556960654809167?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.commondreams.org/headlines07/0221-03.htm' title='Relatório culpa fazendas industriais pela gripe aviária.'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/1973556960654809167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=1973556960654809167&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1973556960654809167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/1973556960654809167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/02/relatrio-culpa-fazendas-industriais.html' title='Relatório culpa fazendas industriais pela gripe aviária.'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-9129256802706463629</id><published>2007-02-22T16:29:00.000-02:00</published><updated>2007-02-22T16:30:03.297-02:00</updated><title type='text'>Consumidor consciente pode ajudar a reduzir alagamentos e enchentes</title><content type='html'>22/02/2007 - 09h02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os alagamentos que ocorrem especialmente nos meses de verão, quando aumenta o volume de chuvas, têm relação bem próxima com as atividades humanas nas cidades. De acordo com os especialistas, as principais causas para a elevação do nível de água nas cidades durante as chuvas são o volume de lixo depositado em locais inapropriados e a ocupação urbana de áreas cada vez maiores. Além de provocar prejuízos materiais às famílias que sofrem por residirem nas áreas alagadas, muitas pessoas chegam a morrer ou a adoecer como conseqüência dos alagamentos . A situação é ainda pior nas regiões onde a prefeitura não destina o lixo de forma adequada, visto que, nestes casos, o lixo termina por se misturar à água das inundações, aumentando a probabilidade de doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa parte dos gastos para solucionar esses problemas e para tratar das vítimas das águas são públicos, custeados pelos impostos que são pagos por todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme Renato Lima, coordenador do Centro de Apoio Científico em Desastres (Cenacid) da Universidade Federal do Paraná e consultor da ONU para Desastres, as tubulações de esgoto, em geral, possuem um diâmetro suficiente para atender às necessidades de vazão de uma determinada região. Mas, explica que “o lixo jogado na rua, quando vai parar na tubulação, diminui a área útil do cano”. Assim, o encanamento não consegue escoar um volume suficiente de água, que acaba retornando e provocando as inundações. Segundo ele, o principal problema são os produtos feitos de plástico, como sacolas e garrafas PET, que não se decompõem e formam uma barreira impermeável para a água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cidadão pode contribuir para a redução da incidência de alagamentos e enchentes, conseqüentemente, para a redução dos danos causados pelas chuvas, não só estimulando políticas públicas que busquem uma solução, mas também atentando para a forma como descarta os produtos que consome. A recomendação dos especialistas é de que não se jogue o lixo nas ruas, em terrenos baldios ou em bueiros, por menor volume que tenham. Da mesma forma, não se deve jogar sedimentos, troncos e móveis em rios, pois impedem o curso da água e provocam transbordamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adicionalmente, uma recomendação da Defesa Civil é de que se limpe regularmente o telhado e as canaletas de água das residências. Desta forma, evita-se entupimentos, que podem levar a água da chuva a se dirigir para os terrenos e não para os escoadouros apropriados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Instituto Akatu lembra que, quando o consumidor planeja suas compras, reutiliza alimentos e produtos, e separa o lixo reciclável do comum, enviando-o para uma coleta seletiva, também está contribuindo para reduzir o problema. Todos os dias são descartadas mais de um milhão de quilos de lixo no Brasil, o suficiente para “pavimentar” uma estrada de 500 quilômetros, com duas pistas, e 11 centímetros de lixo. Mas, qualquer que seja o volume de lixo produzido diariamente pelo consumidor, se depositado em local incorreto, pode provocar enchentes e alagamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resíduos de construção depositados nos rios em algumas cidades é uma outra prática, que, segundo Lima, provoca enchentes. Ela acontece quando o leito do rio extravasa a margem, causando prejuízos as populações ribeirinhas. “É muito comum encontrar resíduos de construção depositados nos rios em algumas cidades. É uma conduta inadequada da população, que acaba se tornando vítima”, comenta. Lima explica que isso funciona da mesma forma que o lixo nas tubulações, pois reduz a área útil para dar vazão ao volume de água. “&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Defesa Civil, outras ações que impermeabilizam e impedem a absorção da água pelo solo são: a pavimentação de ruas, construção de calçadas e a compactação. Nesses casos a área de infiltração natural no solo se reduz. Como o escoamento é direcionado para os próprios rios, córregos ou cursos de água, o excesso de água das chuvas que não foi absorvido pelo solo, transborda, provocando as enchentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses dois últimos casos, o consumidor também pode contribuir: (a) ao realizar uma obra, deve certificar-se de que os resíduos de sua construção serão depositados em locais adequados e (b) deve preferir projetos arquitetônicos que valorizem as áreas de solo exposto, garantindo, assim, no terreno, uma área maior para absorção das águas das chuvas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Lima, alguns prédios – como os de supermercados – e as áreas de estacionamentos – com uma extensa área de cobertura do solo – podem implantar um sistema de coleta de água de chuva para posterior reutilização. Desta forma, não apenas contribuem para a redução do consumo de água tratada, como também para a redução das inundações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumidor deve valorizar ações empresariais como essas, incentivando as empresas a terem e manterem esse comportamento e estimulando outras a adotarem essa prática. Essa é mais uma possibilidade de ação para o consumidor que quer contribuir para reduzir problemas como o dos alagamentos e enchentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crédito da imagem: ONG Ecotrópica &lt;br /&gt;(Envolverde/Instituto Akatu)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-9129256802706463629?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://envolverde.ig.com.br/?materia=28130#' title='Consumidor consciente pode ajudar a reduzir alagamentos e enchentes'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/9129256802706463629/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=9129256802706463629&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/9129256802706463629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/9129256802706463629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/02/consumidor-consciente-pode-ajudar.html' title='Consumidor consciente pode ajudar a reduzir alagamentos e enchentes'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-5228936613127599246</id><published>2007-02-20T17:16:00.000-02:00</published><updated>2007-02-20T17:18:51.913-02:00</updated><title type='text'>Memória do Apocalipse, por José de Souza Martins</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;As ilusões da cultura do bem ilimitado, do desperdício consumista, teceram o pano de fundo para o aviltamento da vida e para a catástrofe ambiental &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Todos nós conhecemos evidências diretas da catástrofe ambiental que se arrasta há muito e cujo desfecho irreversível o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) anunciou há poucas semanas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O mundo que nós conhecemos está acabando. Bilhões de pessoas terão morrido de sede dentro de 80 anos, cidades serão inundadas pela elevação do nível dos oceanos em conseqüência do aquecimento, em muitas regiões do mundo faltará o alimento.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Satanás já venceu a batalha de Armagedom. Os que sobreviverem terão que passar por grandes mudanças no modo de viver atual.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É praticamente certo que conhecemos pessoas, sobretudo crianças de hoje, nossos netos, que viverão em agonia o inferno do Apocalipse. Já não se trata de algo que acontecerá um dia, lá longe, remotamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Já podemos olhar nos olhos das pessoas que verão as cores desses dias de horror. Nem será aquele Apocalipse simbólico do testemunho de João. Será pior, porque nele não haverá remissão.&lt;br /&gt;Com o impacto da notícia, num átimo condensaram-se minhas lembranças de um sem número de indicações de que o tempo desse Apocalipse já estava instaurado, praticamente desde quando nasci, no meio das chaminés das numerosas fábricas da região do ABC paulista e industrial.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Vi, lá por meados dos anos cinqüenta, no escritório do historiador João Baptista de Campos Aguirra, um mapa dos anos vinte, da região, em que estavam assinaladas as suas fontes de água mineral.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No que corresponde hoje ao município de São Caetano havia pelos menos cinco delas. Estão todas secas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Participei um dia, nos anos noventa, de uma excursão organizada pela Cetesb, da foz do rio Tamanduateí, no Tietê, até sua nascente numa idílica gruta de pedra num bosque do município de Mauá.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Os técnicos queriam nos apresentar a degradação de um rio que já estava morto, dezenas de tubos despejando líquidos de todas as cores e fedores no que um dia fora um rio potável e navegável.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Ao longo do caminho, mesmo em áreas servidas pela coleta pública de lixo, vimos pessoas atravessando as ruas que beiram o rio para nele despejar o lixo doméstico. Na gruta, tomei a água cristalina e fria onde nascia o Tamanduateí.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Uma centena de metros abaixo, uma fabriqueta de blocos de cimento despejava seus resíduos na água que, se quisesse, dono e trabalhadores poderiam beber. Eram os primeiros porcos da lista.&lt;br /&gt;Na minha infância, nos anos 40 e 50, os rios da região ainda tinham peixes e neles brinquei com a molecada da minha vizinhança.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Um dia, no começo dos anos 50, meu padrasto foi pescar de tarrafa nas lagoas da margem do rio dos Meninos, afluente do Tamanduateí. Pegou muito peixe.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Preparado, era impossível comê-lo, tinha gosto de combustível, estava contaminado. Li depois relatórios antigos, dos anos 20, que já denunciavam a poluição química dos dois rios.&lt;br /&gt;Lá por meados dos anos 60, descobrimos um dia que a água limpa e tratada que chegava às nossas torneiras tinha cheiro de urina e fezes. Dava nojo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O rio Pinheiros, que até hoje é puro esgoto, havia sido invertido para despejar na represa Billings a sua água suja, necessária ao volume de água que assegurasse o funcionamento da hidrelétrica de Cubatão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Só que a água para abastecer toda a região do ABC também era captada nessa represa. Depois de muito protesto a captação passou a ser feita longe dos focos de contaminação e a inversão do rio foi proibida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Não só as águas da região industrial se transformaram num grave problema. Um vizinho mostrou-me um dia que já não tinha o septo nasal, a cartilagem corroída pelos ácidos da fábrica de produtos químicos em que trabalhara, ali perto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Seu nariz escondia um buraco desproporcional. Explicou-me que eram centenas os operários com o mesmo problema, todos batendo às portas da Justiça do Trabalho.&lt;br /&gt;Anos depois, a fábrica foi demolida e o terreno interditado pela Cetesb, pois estava completamente envenenado. Serão necessários cem anos, pelo menos, para que volte a ter algum uso humano.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O afã do lucro desregulamentado, incondicional e irracional, destruiu um pedaço do planeta como se o mundo pudesse ser loteado e destroçado com a simples invocação do direito de propriedade. O empresário destruiu seu próprio patrimônio. Não foi na África nem na Ásia: aconteceu aqui no subúrbio de SP.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Nem foi caso isolado. Na noite de 2 de junho de 1975, uma fábrica de fertilizantes no vale do Tamanduateí, na Vila Industrial, em Santo André, liberou uma nuvem tóxica que alcançou os bairros Jardim e Campestre, de classe média.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Ambulâncias, a polícia e os bombeiros foram mobilizados para retirar os moradores, casas tiveram que ser arrombadas para salvar intoxicados. No dia seguinte, animais mortos foram recolhidos nos quintais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O sociólogo Antonio de Andrade, que trabalhava na Cetesb, testemunhou os momentos de desespero da população local e os registrou em sua tese de mestrado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Ricos e pobres, os poderosos e os sem-poder, se irmanam na cruzada genocida, na inconsciência e na inconseqüência, esquecidos de que estão consumindo hoje o amanhã de seus netos, antropofagicamente comendo a vida de seus próprios descendentes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Em pouco mais de cem anos houve imensa mudança de mentalidade em todo mundo.&lt;br /&gt;As populações camponesas historicamente se pautam pelo que o antropólogo americano George Foster, estudando as populações camponesas da América Latina, definiu como cultura do bem limitado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Para elas, tudo é finito e, por isso, deve ser usado com parcimônia reguladora da vida, consumido o estritamente necessário, reposta na terra a semente como tributo de quem consumiu seus frutos, as águas preservadas, os detritos e resíduos reciclados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Com a difusão da sociedade de consumo, surgiu e se difundiu rapidamente a cultura oposta, a do bem ilimitado, a cultura do desperdício, a idéia de que tudo existe em abundância sem fim, basta ir ao mercado e comprar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O anúncio da catástrofe ambiental nos diz, tardiamente, que isso é engano fatal. A vida, que é patrimônio do gênero humano, não está à venda.  José de Souza Martins é professor de sociologia na USP&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;www.ecodebate.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;) artigo originalmente publicado pelo Valor Econômico, EU - 16/02/2007&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.consciencia.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20949325-5228936613127599246?l=panoramaecologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ecodebate.com.br/Principal_vis.asp?cod=4535&amp;cat=' title='Memória do Apocalipse, por José de Souza Martins'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/feeds/5228936613127599246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20949325&amp;postID=5228936613127599246&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/5228936613127599246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20949325/posts/default/5228936613127599246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://panoramaecologia.blogspot.com/2007/02/memria-do-apocalipse-por-jos-de-souza.html' title='Memória do Apocalipse, por José de Souza Martins'/><author><name>Clarissa Taguchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_JXvXNsy6Fxo/Sncjajfw7BI/AAAAAAAABx8/A7Qs2XWmCNc/S220/joan2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20949325.post-633030999388464971</id><published>2007-02-20T16:20:00.000-02:00</published><updated>2007-02-20T16:25:51.598-02:00</updated><title type='text'>Cronologia sobre o aquecimento global</title><content type='html'>Da AFP, via Terra Notícias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a cronologia dos principais acontecimentos sobre aquecimento global e mudança climática:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1827: o cientista francês Jean-Baptiste Fourier é o primeiro a considerar o "efeito estufa", o fenômeno no qual os gases atmosféricos prendem a energia solar, elevando a temperatura da superfície terrestre, em vez de permitir que o calor volte para o espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1896: o químico sueco Svante Arrhenius culpa a queima de combustíveis fósseis (petróleo, gás e carvão) pela produção de dióxido de carbono (CO2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1958: o cientista americano Charles David Keeling detecta a elevação anual de CO2 atmosférico com o aumento do uso dos combustíveis fósseis no pós-guerra.&lt;br /&gt;Anos 70: cientistas europeus e americanos identificam outros gases (clorofluorcarbonos, metano e óxido nitroso) como gases de efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1979: um relatório marco da Academia Nacional de Ciências americana vincula o efeito estufa à mudança climática e alerta que "uma política de esperar para ver pode significar esperar até que seja tarde demais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1988: o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês) é criado sob os auspícios da ONU. Referência para a criação de um consenso científico sobre a medição e a análise do aquecimento global, o IPCC é encarregado de publicar atualizações regulares sobre o estado de conhecimento a respeito do tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1990: o primeiro relatório de avaliação do IPCC diz que os níveis de gases de efeito estufa produzidos pelo homem estão aumentando na atmosfera e prevê que estes causarão o aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1992: criação da Convenção Marco das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (UNFCCC, na sigla em inglês) durante a Cúpula do Rio, que também pede cortes voluntários nas emissões de gases de efeito estufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1995: o segundo relatório de avaliação do IPCC diz que os níveis de gases de efeito estufa ainda estão aumentando, e acrescenta: "o conjunto de evidências sugere uma discernível influência humana no clima global".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1997: os países do UNFCCC assinam o Protocolo de Kioto, que exige que os países industrializados reduzam as emissões de seis gases de efeito estufa em 5,2% para a meta 2008-2012, em comparaç
